quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Leitura - O lobo Solitário 1 - O caminho do assassino -Kazuo Koike e Goseki Kojima

 

Adoro mangá e este é clássico, São vários volumes. Sempre abordando Ronins e o Bushido 


RESENHA : Com o inevitável e fatídico final do duelo entre Retsudo Yagyu e Itto Ogami, o Lobo Solitário, o pequeno Daigoro fica à mercê do destino e é acolhido por um misterioso samurai peregrino. Durante a jornada, ambos são envolvidos em uma conspiração dos ninjas do clã Hattori e o feudo de Satsuma. Assim, o filhote do Lobo Solitário continua sua trajetória pelo Meifumadou, o Caminho Errante dos Mortos. Vinte e sete anos após a conclusão de Lobo Solitário, o roteirista Kazuo Koike retomou em 2003 a história de Daigoro. Com o falecimento do genial ilustrador Goseki Kojima em 2000, Kazuo Koike escolheu Hideki Mori para dar continuidade à sua maior obra.

Leitura- Teogonia - Hesiodo

 

Matei minha curiosidade sobre a mitologia lendo Hesíodo. Aqui temos toda origem como deve ter sido contado de pai para filho ao longo dos séculos 



RESENHA: "Teogonia" (em grego "theogonia", "theos" = deus + "genea" = origem) é um poema de 1022 versos hexâmetros datílicos que descreve a origem e a genealogia dos deuses. Muito do que sabemos sobre os antigos mitos gregos é graças a esse poema que, pela narração em primeira pessoa do próprio poeta, sistematiza e organiza as histórias da criação do mundo e do nascimento dos deuses, com ênfase especial a Zeus e às suas façanhas até chegar ao poder. A invocação das Musas, filhas da Memória, pelo aedo Hesíodo é o que lhe dá o conhecimento das coisas passadas e presentes e a possibilidade de cantar em celebração da imortalidade dos deuses; e é a partir daí que são narradas as peripécias que constituem o surgimento do universo e de seus deuses primordiais.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Leitura- O Universo em um Junco- Irene Vallejo

 


Para quem é amante de livros uma leitura fundamental. 


RESENHA: Fenômeno editorial espanhol traduzido para mais de 30 idiomas, ensaio sobre a história do livro vem conquistando prêmios e leitores.

Um livro sobre a evolução dos livros, um passeio pela trajetória desse artefato fascinante que inventamos para que as palavras pudessem ser transportadas pelo espaço e pelo tempo: O infinito em um junco conta a história desse objeto desde sua criação, milênios atrás, passando por todos os modelos e formatos que testamos ao longo da jornada humana.

A obra de Irene Vallejo é também sobre viagens e diferentes lugares. Uma rota com paradas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, e na Vila dos Papiros sepultada pelas lavas do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra e na cena do crime de Hipátia, nas primeiras livrarias e nas oficinas de cópia manuscrita, nas fogueiras em que eram queimados códices proibidos, no gulag, na Biblioteca de Sarajevo e no labirinto subterrâneo de Oxford no ano 2000. Um fio que une os clássicos ao mundo contemporâneo, conectando-os aos debates atuais: Aristófanes e os processos judiciais contra os humoristas, Safo e a voz literária das mulheres, Tito Lívio e o fenômeno dos fãs, Sêneca e a pós-verdade.

Acima de tudo, esta é uma fabulosa aventura coletiva protagonizada por milhares de pessoas que, ao longo do tempo, protegeram e tornaram o livro possível: contadores de histórias, escribas, iluminadores, tradutores, vendedores ambulantes, professores, sábios, espiões, rebeldes, freiras, aventureiros; leitores de todos os cantos, nas capitais onde se concentra o poder e nas regiões mais remotas, onde o conhecimento se refugia em tempos de caos. Pessoas comuns cujos nomes muitas vezes são apagados da história; gente que salva essas fontes de memória, os verdadeiros protagonistas desta obra.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Leitura- A Montanha Mágica - Thomas Mann

 


Achei o livro exageradamente longo e tedioso. Trata-se de um grande escritor, mas não me pareceu um livro que empolgue na leitura. Se arrasta ler pela descrição dos sentimentos internos de Hans que nos parecem hoje extremamente pueris

Resenha : Ansiosamente aguardado pelos leitores brasileiros, volta às livrarias o célebre romance A montanha mágica, a grande obra-prima de Thomas Mann. A nova edição tem tradução de Herbert Caro e posfácio inédito de Paulo Astor Soethe, renomado especialista na obra do autor. Neste clássico da literatura alemã, Mann renova a tradição do Bildungsroman — o romance de formação — a partir da trajetória do jovem engenheiro Hans Castorp. Durante uma inesperada estadia de sete anos em um sanatório para tuberculosos nos Alpes suíços, Hans relaciona-se com uma miríade de personagens enfermos que encarnam os conflitos espirituais e ideológicos que antecedem a Primeira Guerra Mundial. Lidando com uma variedade de temas — estados doentios e corpóreos, a arte, o amor, a natureza do tempo e da morte —, este livro, publicado originalmente em 1924, é um dos grandes testamentos literários do século XX e uma das obras inesgotáveis da ficção ocidental.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Leitura-451-No108

 

Bons os artigos sobre Guimaraes e adicionei o livro de Tatiana Salem sobre livros em minha lista

Leitura- Bhagavad Gita - Marabharata

  Ler os principais livros das várias religiões e mitologias nos ajudam a entender melhor o ser humano e suas propostas para alcançar e paz ...