terça-feira, 10 de outubro de 2017

Leitura-Os Contos Completos

Mais um livro de Alberto Mussa e mais uma boa surpresa. Creio que já li todos seus livros .
A mistura de trabalho de pesquisa e da historia da cidade ,  índios e  negros com uma Literatura de alto nível nos leva a esperar sempre o próximo e a pesquisar todos seus detalhes que ajudam a enriquecer nosso conhecimento sobre estes assuntos

Resenha:
Em sua obra vasta, erudita e tematicamente variada, Alberto Mussa criou esta grande coletânea.
Esta coletânea de contos tem, pelo menos, uma particularidade. Os contos que a compõem são, em sua maioria, retomadas de textos anteriores do autor. Não são simples reedições: são reescrituras, novas versões cujo espectro varia desde a quase literalidade até a completa reformulação, ou a mixagem de textos anteriormente dispersos. Do Brasil recém-descoberto às favelas e bares cariocas, da África profunda aos nossos terreiros de candomblé, da Grécia homérica aos sambas-enredos, do Egito faraônico aos poetas árabes pré-islâmicos, Alberto Mussa recolhe mitos e causos até compor um repertório absolutamente original.





sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Leitura- Quatro Soldados

Excelente recomendação de leitura. Samir Machado eh um alento nas letras .Criativo , estudioso e bom de escrita . Tao bom ou melhor que Tabajara  Ruas .Recomendo




Resenha:
Uma das vozes mais originais e instigantes da nova literatura brasileira, Samir Machado de Machado mescla referências que vão de Shakespeare a Thomas Pynchon, passando por filmes de aventura como Indiana Jones e videogames como Uncharted. Não por acaso, sua obra cruza fronteiras de gênero, flertando com a aventura, o romance histórico e a fantasia, e se situando na fronteira, cada vez mais tênue, entre alta literatura e entretenimento. Primeiro livro do autor, agora publicado pela Rocco, Quatro soldados narra as peripécias de quatro jovens que têm seus destinos entrelaçados no Brasil de 1754, nos últimos anos da guerra contra as Missões Jesuítas: um alferes que ainda adolescente recebe seu primeiro comando, um rígido e melancólico capitão de cavalaria, um desertor que vive do contrabando de livros e um tenente de motivações ambíguas. Através da imaginação fabulosa de um narrador de memória e intenções duvidosas, os quatro passam por longas viagens, batalhas e todo tipo de aventura pelo vasto território brasileiro do século XVIII, das quais nenhum deles sairá incólume.

sábado, 16 de setembro de 2017

Leitura- Janelas da Mente

Comparado com os livros do Oliver Sacks eh bem fraquinho. Os contos são razoáveis mas não cativam .Mas parecem roteiros para TV.



Resenha:
Em seu segundo mergulho na ficção, a psiquiatra e escritora Ana Beatriz Barbosa Silva brinda o leitor com doze contos a respeito dos comportamentos humanos disfuncionais. Este novo livro é fruto de uma parceria com o também escritor e publicitário Eduardo Mello Guimarães. Baseados em casos que Ana Beatriz dissecou ao longo de sua carreira, as histórias tratam de temas polêmicos sem meias-verdades e tabus como compulsão, ninfomania e depressão, porém sem perder a leveza e o bom humor, em um texto ágil e dinâmico. Em meio ao caos do universo urbano e através de uma narrativa inquietante, os autores constroem histórias repletas de drama, humor e emoção que irão fazer com que o leitor se pergunte: onde está o muro que separa a ficção da realidade?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Leitura -A Hipotese Humana

Este eh o 4o livro de Mussa que leio : O trono da rainha Jinga, A primeira história do mundo e O senhor do lado esquerdo são tao bons quanto este . Mussa sabe muito bem colocar juntos historia, suspense e cultura popular de nossa cidade inigualavel



Resenha:
Tiros na noite e um crime: são misteriosas as circunstâncias que envolvem o assassinato de Domitila, filha do coronel Chico Eugênio, dentro da chácara da família no Catumbi. A investigação fica a cargo do detetive Tito Gualberto, primo da vítima e hábil capoeira, que tentará completar o quebra-cabeça do crime. De tão real, a ficção de Mussa encontra sua crônica familiar numa ponta da história. Os muitos suspeitos do crime vão sendo revelados aos poucos, levando o leitor num redemoinho que confunde, aprisiona e inquieta.

A hipótese humana é o quarto romance do “Compêndio Mítico do Rio de Janeiro”, série de romances policiais, um para cada século da história carioca, já composta por O trono da rainha Jinga, A primeira história do mundo e O senhor do lado esquerdo.

Utilizando-se com primor da paisagem geográfica do Rio do século XIX e unindo mitologia indígena e africana para criar um cenário mítico tipicamente brasileiro, Alberto Mussa comprova a sua tese de que uma cidade não se define pelo temperamento de seu povo ou pela sua cultura, mas pela história de seus crimes.

domingo, 10 de setembro de 2017

O Misterio da Estrada de Sintra


Muito legal este livro de mistério de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigao. Tem todas as características de um bom suspense e escrito de forma epistolar



Resenha:
Naquele que é justamente considerado o primeiro romance policial português, conta-se a história de um médico que regressa de Sintra acompanhado por um amigo. A meio do caminho, ambos são raptados por um grupo de mascarados, que os levam para um prédio isolado onde aparecera um homem morto. A partir daí, os acontecimentos sucedem-se em catadupa. Quem é o morto e quem o matou? E porquê? Quem era a mulher com quem ele se encontrava, e quem são os mascarados que pretendem proteger a sua honra? A história foi publicada no Diário de Notícias entre Julho e Setembro de 1870 sob a forma de cartas anónimas, e foram muitos os que se assustaram com os acontecimentos narrados. Só no final é que Eças de Queirós e Ramalho Ortigão admitiram tratar-se de uma brincadeira e que eram eles os autores das cartas. O Mistério da Estrada de Sintra foi publicado em forma de livro nesse mesmo ano. Em 1885, houve uma segunda edição revista por Eças de Queirós, que é a utilizada na presente edição.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Grafic Novell- A bandeira do elefante e da Arara


Muito elogiado  , o autor do livro -Christopher Kastensmidt autorizou a versao em quadrinhos. Muito bom resgatando varios personagens da cultura popular brasileira


Resenha
Adaptação em quadrinhos de 'O encontro fortuito de Gerard van Oost e Oludara'. Seja bem-vindo ao mundo do Brasil Colônia, onde as selvas inexploradas abrigam os seres encantados das lendas, como o Boitatá e o Saci-Pererê. Nesse mundo fantástico, dois homens de coração puro - o holandês Gerard van Oost e o ioruba Oludara - se encontram em Salvador e formam uma amizade tão improvável quanto duradoura.

sábado, 19 de agosto de 2017

Leitura- o Canto dos segredos

Muito ruim este livro. Uma literatura tipica para adolescentes , extremamente longa , tediosa e sem graça;Nada que se aproveite , exceto se informar mais da próxima vez para não repetir o erro da escolha .Os escritores Dublinenses devem estar rolando na tumba

Resenha:
Um detetive ambicioso em busca de uma chance de ascender profissionalmente; um homicídio que envolve adolescentes de um prestigiado internato católico de Dublin; uma investigadora durona com fama de poucos amigos. Ganhadora do prêmio Edgar e sensação do romance policial dos últimos tempos, a irlandesa Tana French junta, em O canto dos segredos, investigação policial, suspense e personagens muito bem construídos para contar uma história apontada como “um triunfo assombroso” pelo The Washington Post. Mais bem-sucedido livro da autora, no ranking do New York Times por semanas, O canto dos segredos tem início quando a adolescente Holly Mackey procura o detetive Stephen Moran com uma pista sobre o assassinato de um jovem nas dependências do tradicional colégio Sta. Kilda, um ano antes. Para solucionar o caso (e alcançar a posição que almeja na Divisão de Homicídios), Moran trava uma luta surda com a difícil Antoinette Conway, inicialmente encarregada do caso, numa trama que perpassa temas como as relações de amizade e poder, os excessos da juventude, vaidade, lealdade e diferenças sociais.

domingo, 13 de agosto de 2017

Leitura- Fisica em 12 lições


Quem dera tivessemos  professores como Feynman. Claro que tivemos bons professores mas ao lermos o livro (  assistirmos as aulas) vemos como um professor pode transformar coisas complexas em simples e fazer com que as pessoas se interessem pelo tema. Sensacional

Resenha:

Uma introdução sem igual ao mundo da Física por um dos maiores professores de todos os tempos. As aulas de Feynman, que revolucionaram o ensino dessa ciência pelo mundo, compõe a base desse livro. São 12 lições transmitidas com informalidade, entusiasmo e humor

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Leitura- O Projeto Desfazer


Muito legal este livro de Michel Lewis. Não conhecia o estudo das teoria de Amos e Danny e se trata de uma estoria muito bacana de como funciona a mente para tomar algumas decisões .Não foi a toa que ganharam o premio Nobel


Resenha:
O projeto desfazer conta a envolvente história da parceria de dois psicólogos israelenses cujo trabalho deu origem ao livro Rápido e devagar: Duas formas de pensar e transbordou a psicologia, influenciando áreas como economia, medicina e gestão de negócios. Ambos tiveram carreiras importantes no meio universitário e no Exército de Israel, e suas pesquisas são profundamente conectadas às suas experiências pessoais.
Amos Tversky era o centro das atenções em qualquer lugar que estivesse, um guerreiro extrovertido e autoconfiante. Já Danny Kahneman, um filho do Holocausto, é um fugitivo da guerra que se tornou um homem introvertido, inseguro, sempre se questionando em relação às suas próprias ideias. Michael Lewis conta esta parceria se tornou uma das mais importantes da história do meio científico, e esmiúça os métodos de trabalho da dupla. O entrosamento era tamanho que eles não conseguiam saber quem havia tido determinada ideia e quem deveria ter o crédito por ela. Invariavelmente, decidiam no cara e coroa quem seria o autor principal do trabalho e apenas alternavam a autoria do artigo seguinte.
Ao contar a história desta amizade que transformou a nossa forma de pensar, Michael Lewis nos ajuda a entender a perigosa influência da memória e dos estereótipos nos nossos processos de avaliação. Além disso, nos mostra que confiar apenas no nosso instinto pode os levar à decisão errada e que a incerteza deve ser levada muito em conta quando estamos tomando decisões importantes. Assim, a história de Tversky e Kahneman nos dá lições de como fazer previsões, nos ajudando a tomar melhores decisões nas nossas vidas.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Leitura- O Complexo de Portnoy



Sucesso nos anos 60 claramente  um livro para quebrar tabus. Boa literatura , com humor corrosivo e criticas a cultura judaica



Resenha:
Quando lançado, em 1969, O complexo de Portnoy se tornou best-seller e foi saudado como a consagração definitiva do talento de Philip Roth. A crítica, porém, teve certa dificuldade em classificá-lo. Seria “literatura séria” ou apenas humor? Não era a primeira vez na história do romance que um livro engraçadíssimo parecia uma obra importante; mas havia ao menos dois elementos que causavam estranheza. Em primeiro lugar, o traço caricatural na construção dos personagens lembrava o humor dos grandes comediantes judeus da época, como Lenny Bruce e Woody Allen, que se apresentavam em boates; ao mesmo tempo, porém, a interioridade do narrador-protagonista era de grande densidade. Em segundo lugar, era inegável o desconforto causado pela centralidade do autoerotismo no enredo: o incesto é um tema respeitável desde a tragédia grega, e o homossexualismo ganhava cada vez mais espaço naquele conturbado fim de década em que nada parecia ser proibido - mas masturbação, definitivamente, não era matéria apropriada para um romance com pretensões artísticas.
Nos últimos quarenta anos caíram não apenas os últimos tabus sexuais como também as barreiras entre “arte elevada” e “arte de consumo”. Escritores sofisticados como Thomas Pynchon e John Barth demonstraram que é possível utilizar linguagens pouco nobres para fazer literatura de primeira grandeza. Relendo o livro, agora nesta edição de bolso, constatamos que o humor, a ferocidade e o virtuosismo de Roth permanecem intactos, e podemos mais do que nunca fazer justiça a esta pequena joia literária que é O complexo de Portnoy.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Leitura-Um milhao de anos em um dia

Livro interessante nada de especial. Parece uma mini enciclopédia de informações para jogar conversa fora . A tradução é péssima .Parece que foi feita pelo Google



Resenha:

Uma história curiosa da vida no dia a dia. Quem inventou as camas? Quando a humanidade começou a escovar os dentes? Há quanto tempo existem o vinho e a cerveja? O que veio primeiro - a privada ou o papel higiênico? Como era o primeiro relógio? Todos os dias, a partir da hora em que o despertador nos tira da cama até o momento em que deitamos a cabeça no travesseiro à noite, executamos uma série de rituais que existem há milênios. Organizado em torno de um dia comum, 'Um milhão de anos em um dia' revela as origens surpreendentes e o desenvolvimento de práticas que, por vezes, passam despercebidas.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Leitura-Hereges

Esta eh o 6o livro de Leonardo Padura que leio . Gostei mas achei o livro um pouco extenso demais .Como sempre rica pesquisa histórica entremeada por investigação policial


SINOPSE
Em seu novo livro, o escritor cubano Leonardo Padura repete a façanha do best-seller premiado O homem que amava os cachorros ao criar uma mistura de romance histórico e noir, resultado de anos de investigação sobre a perseguição aos judeus. O ponto de partida é um episódio real: a chegada ao porto de Havana do navio S.S. Saint Louis, em 1939, onde se escondiam 900 refugiados vindos da Alemanha. A embarcação passou vários dias à espera de uma autorização para o desembarque.No romance, o garoto Daniel Kaminsky e seu tio, aguardavam nas docas, trazendo um pequeno quadro de Rembrandt que pertencia à família desde o século XVII e que esperavam utilizar como moeda de troca para garantir o desembarque da família que estava no navio. No entanto, o plano fracassa, a autorização não é concedida, e o navio retorna à Alemanha, levando também a esperança do reencontro. Quase setenta anos depois, em 2007, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para esclarecer o que aconteceu com o quadro e sua família.Hereges ganhou o X Prêmio Internacional de Romance Histórico Ciudad de Zaragoza e foi finalista dos prêmios Médicis e Fémina. Leonardo Padura ganhou recentemente o Prêmio Princesa das Astúrias, pelo conjunto de sua obra.


domingo, 14 de maio de 2017

Leitura - Como criar uma mente

Junto com os livros do Yuval Noah , este livro de Ray Kurzweil eh um dos mais instigantes que li .Mostra que aparentemente para os seres humanos não ha limites para  abertura de novas fronteiras da criação de ciência  e para expansão do conhecimento. Importante livro que nos da uma vislumbre de como pode ser nosso futuro.As ideias e teorias ( muitas já postas em pratica) de Ray são fantásticas

Resenha:
Neste livro, Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google e um dos mais ousados pensadores de nosso tempo, eleva sua exploração sobre inteligências artificiais a um patamar inteiramente novo: executar a engenharia reversa do cérebro e compreender suas minúcias para, então, aplicar o conhecimento resultante na criação de grandes máquinas inteligentes. Utilizando as mais recentes pesquisas na área de neurociência, além de seus próprios estudos e invenções, Kurzweil descreve sua nova teoria sobre o funcionamento do neocórtex (a parte pensante do cérebro): um sistema hierárquico de reconhecimento de padrões. Ao discutir o poder da mente e a iminente criação de uma superinteligência que revolucionará o progresso tecnológico, Como criar uma mente dá outra dimensão ao debate científico, projetando um futuro impressionante para a interação entre homem e máquina nos próximos anos.

sábado, 29 de abril de 2017

Leitura- Infinitesimal

Muito boa esta leitura da estoria da  teoria da matemática que mudou o mundo e a a física. Apreciar com se desenvolve o conhecimento e o raciocínio do homem ao longo do tempo nos mostra que mesmo nas teorias ditas cientificas temos obscurantismo e censura , principalmente por conta da religião que sempre se  mostrando  aliada de impedir  qualquer avanço do pensamento humano que coloque em risco seus dogmas e princípios







Resenha:
Infinitesimal celebra o espírito de descoberta e de realização intelectual por trás da teoria que se tornaria o alicerce do cálculo e da matemática moderna, mudando para sempre o modo de olharmos para uma simples reta. Tal como um thriller, Amir Alexander revive esse capítulo fundamental da história da ciência e conta como uma discórdia em relação a um conceito matemático deu início a uma violenta disputa, cujas implicações ultrapassariam as fronteiras científicas. Estavam em jogo não só a legitimidade de papas e reis, mas a liberdade humana e o progresso do conhecimento. A alma do mundo moderno dependia dos infinitesimais.

sábado, 15 de abril de 2017

Leitura- Antrolologia do Ciborgue

Por conta da leitura de Homo Deus li este livro recomendado por Yuval .
Publicado em 2009 portanto tem 8 anos que Donna antecipou as mudanças tecnológicas e nos sujeitos que estão tao fortemente ocorrendo em 2017 . As pessoas precisam perceber o que a Tecnologia esta provocando no Homo Sapiens que já esta tendo seu sistema alterado se transformando num novo HOMO .O Homo Deus altamente ciborguiano e não apenas humano. Um livro que apesar de ser politicamente a esquerda eh de esquerda na medida humana e não na medida partidária e/ou sectária como tantas que vemos hoje .Busca reflexões acerca do mundo e da posição dos sujeitos no mundo

Resenha:
O ciborgue nos força a pensar não em termos de “sujeitos”, de átomos ou de indivíduos, mas em termos de fluxos e intensidades. O mundo não seria constituído, então, de unidades (“sujeitos”) de onde partiriam as ações sobre outras unidades, mas, inversamente, de correntes e circuitos que encontram aquelas unidades em sua passagem. Integre-se, pois, à corrente. Plugue-se. A uma tomada. Ou a uma máquina. Ou a outro humano. Ou a um ciborgue. Eletrifique-se. O humano se dissolve como unidade. É só eletricidade. Tá ligado?

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Leitura - Homo Deus

Mais um livro de Yuval com muito boas sacadas . O final eh um pouco decepcionante .Mas suas ideias fazem sentido e apontam um novo caminho para a Humanidade



Resenha : Homo Deus
Neste Homo Deus: uma breve história do amanhã, Yuval Noah Harari, autor do estrondoso best-seller Sapiens: uma breve história da humanidade, volta a combinar ciência, história e filosofia, desta vez para entender quem somos e descobrir para onde vamos. Sempre com um olhar no passado e nas nossas origens, Harari investiga o futuro da humanidade em busca de uma resposta tão difícil quanto essencial: depois de séculos de guerras, fome e pobreza, qual será nosso destino na Terra? A partir de uma visão absolutamente original de nossa história, ele combina pesquisas de ponta e os mais recentes avanços científicos à sua conhecida capacidade de observar o passado de uma maneira inteiramente nova. Assim, descobrir os próximos passos da evolução humana será também redescobrir quem fomos e quais caminhos tomamos para chegar até aqui.

domingo, 19 de março de 2017

Leitura- Quem matou Roland Barthes

O livro teve uma ótima cronica de recomendação, uma excelente ideia mas eh meio chato tal como a semiótica e questões de linguagem .Só para quem gosta muito dos herméticos franceses que são como um culto pagão intelectual. Só para iniciados.



Resenha:
Após vencer o Prêmio Goncourt com seu primeiro romance, HHhH, Laurent Binet volta a transitar pela fronteira entre ficção e realidade numa engenhosa e bem-humorada mescla de thriller histórico e farsa filosófica. A premissa é simples: e se o atropelamento que matou o crítico e semiólogo francês Roland Barthes não tivesse sido um acidente, mas sim um crime? E se o autor de Fragmentos de um discurso amoroso tivesse sido vítima de uma conspiração por estar de posse de um manuscrito contendo a sétima função da linguagem, última parte da teoria do linguista Roman Jakobson nunca revelada, capaz de convencer qualquer um de qualquer coisa? Nos meios intelectuais e políticos da Paris de então, em que transitam personagens como Foucault, Derrida, Deleuze, Althusser e Guattari, qualquer um pode ser o culpado…

terça-feira, 14 de março de 2017

Leitura- Os 10 mais belos experimentos cientificos

Muito bom este livro dos mais belos experimentos. Mistura arte e física procurando encontrar arte e diversão onde vários encontram apenas matemática e ciência aplicada




Resenha:
Em sua coluna na revista norte-americana Physics World, o conceituado filósofo e historiador da ciência Robert Crease fez uma votação entre seus leitores perguntando quais seriam os maiores experimentos do mundo. O resultado está nessa magnífica jornada, que percorre 2.500 anos de progresso na ciência, revelando os grandes experimentos que nos permitiram conhecer a realidade do nosso planeta.Ao longo do caminho vemos, entre outros, Eratóstenes, no século III a.C, medir pela primeira vez a circunferência da Terra. Encontramos Galileu Galilei calculando a velocidade de queda dos corpos. E conhecemos o pêndulo montado pro Foucault, no século XIX. "[Crease] demonstra que a beleza, para os cientistas, não é menos importante que a verdade, e que as pessoas podem se deixar arrebatar tanto por um experimento como por uma obra de arte."Oliver Sacks, autor de Um antropólogo em Marte."Divertido ... belamente urdido ... uma coletânea de ensaios de primeira linha." New Scientist"Provocador, desafiante, ... um grande livro que poderá ser desfrutado por cientistas e não-cientistas. ... Prova que a ciência também deve pertencer ao domínio da beleza." PhysicsWeb

segunda-feira, 6 de março de 2017

Leitura - De mim ja nem se lembra

Luiz Rufato : Já eh um dos maiores escritores brasileiros. Sua prosa carregada de elementos familiares nos traz a lembrança memorias também muito caras a nos . Um livro simples mas profundo


Resenha:

Luiz Ruffato ocupa um lugar único na literatura brasileira. Seu Eles eram muitos cavalos marcou época e hoje, mais de uma década depois de sua publicação, tornou-se um romance cultuado, que registrou numa prosa moderna e incomum as muitas vozes da cidade de São Paulo. O projeto Inferno provisório, saga composta de cinco volumes, tem poucos paralelos nas nossas letras: ambicioso, vasto e singular, acompanha por décadas a trajetória de vários personagens de classe média baixa. De mim já nem se lembra trata de assuntos caros ao autor: a família, o tempo, a memória. Mais uma vez, Ruffato irá transformar um pequeno episódio familiar em oportunidade para falar de seu país e de sua sociedade. Ao abrir uma pequena caixa encontrada no quarto da mãe falecida, a caixa na qual ela “abrigara seu coração esfrangalhado”, o narrador se depara com um maço de cartas cuidadosamente atadas por um cordel. Escritas pelo irmão, vitimado por um acidente automobilístico, e dirigidas à mãe, essas cinquenta cartas reconstituem um passado: ao mesmo tempo que ilustram as mudanças políticas, econômicas e culturais durante a ditadura militar brasileira, convidam o leitor a espreitar a memória de uma família com “olhos derramando saudades”.
Neste livro, o autor recupera a antiga tradição do romance epistolar, transfigurando-a - em vez de uma troca de correspondência ordenada cronologicamente, em De mim já nem se lembra há apenas uma voz, no espaço e tempo imprecisos da ausência.


quinta-feira, 2 de março de 2017

Leitura - A sexta extinção

Excelente este livro de Elisabeth Kolbert. Nos faz refletir sob as ações humanas e o que estamos produzindo no mundo . Acabamos convencidos que somos mesmo um perigo a vida na terra.



Resenha:
Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco brutais extinções em massa, nas quais sua biodiversidade caiu de maneira abrupta. Dessas, a mais conhecida foi a que eliminou, entre outros seres vivos, os dinossauros, quando um asteroide colidiu com o planeta há 65 milhões de anos. Atualmente, vem sendo monitorada a sexta extinção, que tem potencial para ser a mais devastadora da história da Terra. Mas, dessa vez, a causa não é um asteroide ou algo semelhante. Nós somos a causa. 

Em A sexta extinção, a jornalista Elizabeth Kolbert explica de que maneira e por que o ser humano alterou a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie o fizera até hoje. Para isso, a autora lança mão de trabalhos de dezenas de cientistas nas searas mais diversas e vai aos lugares mais remotos em busca de respostas: de ilhas quase inacessíveis na Islândia até a vastidão da cordilheira dos Andes. 

Neste livro, Kolbert apresenta ao leitor doze espécies — algumas desaparecidas, outras em vias de extinção — e, partir daí, chega à conclusão assustadora de que uma quantidade inigualável de animais está desaparecendo bem diante de nossos olhos. Ao mesmo tempo, a jornalista traça um panorama de como a extinção tem sido entendida pelo homem nos últimos séculos, desde os primeiros artigos sobre o tema, do naturalista francês Georges Cuvier, passando por Charles Lyell e Charles Darwin, até os dias de hoje. Kolbert mostra que a sexta extinção corre o risco de ser o legado final da humanidade e nos convida a repensar uma questão fundamental: o que significa ser humano? 

•Os debates sobre a interferência do homem na natureza nunca foram tão variados, e este livro é uma bela contribuição para quem quer se inteirar do assunto.
•A sexta extinção está na lista dos dez melhores livros do ano do New York Times Book Review.
•Elizabeth Kolbert trata de temas complexos de maneira simples e acessível. Seus livros são indicados tanto para iniciantes quando para estudiosos.

“Poderoso. Uma contribuição inestimável ao nosso conhecimento.”
Al Gore

“Cientistas mostram que houve cinco grandes extinções ao longo da história da Terra (pense nos asteroides que dizimaram os dinossauros), e Elizabeth Kolbert revela, de maneira bastante convincente, que a atividade humana está levando o planeta para a sexta.”
Bill Gates

“O novo e surpreendente livro de Kolbert é um modelo de jornalismo ao abordar teorias e hipóteses muito complexas de maneira acessível até para os leitores mais leigos.”
The New York Times

“O excepcional no texto de Elizabeth Kolbert é a combinação entre rigor científico e humor ácido que prende o leitor a cada página.”
National Geographic

Leitura- O Bebedor de vinho de Palma- Amos Tutuola

RESENHA : Tido pela revista Time como um dos 100 melhores livros de literatura fantástica de todos os tempos, O bebedor de vinho de palma e ...