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Comprei o livro de contos indígenas para Magali e já havia lido o de Marcelo Da `Salete : Mutanda Tiodora e Paraíso de Gurnah e vou comprar o de Sarr que já esta na lista
Muito recomendado e uma excelente surpresa. Prosa poesia ou poesia prosa. Multi-arte ? Aline consegue transmitir pela poesia fotos e recortes uma visão de suas raízes e conta sua estória muito sofrida de uma forma extremamente criativa
Resenha : Entre palavra e imagem, entre arquivo e fabulação, A água é uma máquina do tempo, de Aline Motta, reúne diversas linguagens artísticas e reconfigura memórias ao se valer de uma percepção não-linear do tempo.
Construindo um mosaico fluido de épocas a partir de documentos históricos, a artista-escritora cruza diversos planos entre si, num percurso que passa pelo luto por sua mãe e vai até o Rio de Janeiro de fins do século XIX, através dos fragmentos que reconstroem as vidas de Ambrosina e Michaela, antepassadas da autora.
Ao aliar criação e pesquisa, Aline Motta expõe as várias formas de rasura que a herança colonial impõe à nossa história. Na orelha do livro, Ricardo Aleixo escreve: “No afã de dar corpo a esse ‘tentar narrar’ o talvez inenarrável – as lacunas, fendas, dobras, os invisíveis liames, os desvãos da história –, Aline nos oferta uma obra que, em suas palavras, resulta de um processo de criação tão obsessivo e extenuante que bem pode ser definido como uma espécie de possessão”.
Comovente e contundente, A água é uma máquina do tempo funde o poético e o documental e faz da imaginação um ato político de transformação.
Excelentes crônicas de Sergio Porto; Conhecia mais suas estórias sobre politica e outros de forma satírica .Porém suas crônicas mais digamos sérias são de um grande escritor.
Resenha : Um dos mais divertidos de nossos cronistas, numa seleção com textos engraçados, líricos ou francamente debochados. Eis a receita que, até hoje, faz do carioca Sérgio Porto (1923-1968) ser reconhecido como um dos mestres desse tipo de texto leve que fala do cotidiano de todos nós. E sua escrita vai além: a linguagem das ruas, as situações inusitadas do dia-a-dia, a comédia da vida privada, as transformações dos costumes nas grandes cidades brasileiras, as mentiras que contamos para os outros, a convivência com os vizinhos. Tudo isso vem recuperado numa prosa deliciosa, que demonstra um ouvido apurado para capturar a realidade, transformando-a em literatura e em diversão.
Resenha : Sérgio Porto atacava em todas: TV, rádio, teatro, shows, cinema. Mas sobretudo deixou algumas das mais hilariantes e afiadas crônicas da literatura brasileira. Seu olhar para captar o humor nas relações sociais, sua habilidade em desnudar — sempre com riso — as imposturas de nossos políticos e seu ouvido para captar as irresistíveis expressões inventadas no dia a dia do Rio de Janeiro dos anos 1950 e 1960 o entronizaram no panteão de nosso melhor humor literário.
O homem ao lado reúne crônicas com as melhores características de um autor que foi campeão de audiência: desde pequenas ficções sobre personagens e situações do Brasil e escrachos sobre personagens da História até um lado mais nostálgico e lírico. O conjunto é impressionante ao mostrar as diferentes e criativas maneiras do carioca de construir seus textos.
Midas do humor, Sérgio Porto injetava graça em tudo o que tocava. Suas crônicas eram comentadas quando saíam nos jornais e, suprema glória para um autor, faziam parte da conversa cotidiana de brasileiros de todas as classes sociais. Agora, com o início da reedição de sua obra pela Companhia das Letras, novas gerações de leitores poderão se deliciar com essa escrita irresistível.
è fácil perceber um verdadeiro Literato .Murakami passeia pelo texto , brinca com leitor e mostra como deve ser a Literatura : um viagem sem fim....
Resenha: Toru Okada é um jovem casado e sem filhos, que leva uma vida banal em Tóquio. Quando seu gato desaparece, ele vê seu cotidiano se transformar. A partir disso, personagens cada vez mais estranhos começam a aparecer, transformando a realidade em algo digno de sonho. Com seus fantasmas invadindo o mundo real, Toru Okada é obrigado a enfrentar os problemas que carregou consigo por toda a vida.
Conjugando os elementos mais marcantes da obra de Haruki Murakami, Crônica do Pássaro de Corda fala sobre a efemeridade do amor, a maldade que permeia a sociedade moderna e o legado violento que o Japão trouxe de suas guerras. Cativante, profético, cômico e impressionante, é um tour de force sem paralelos na literatura atual.
Umas das mentes mais brilhantes da literatura americana contemporânea. Vale tudo que foi escrito. Uma viagem na mente de um crítico da vida burguesa de todos nós
A ficção trata do que é ser uma p*rr@ de um ser humano, afirma David Foster Wallace (1962-2008) — romancista, ensaísta, ironista e mago da vertiginosa autoconsciência —, em um momento de suas investigações sem fim sobre o ofício de escrever. E o leitor deste Antídoto poderá acompanhar muitos outros momentos assim, conduzidos por mentes intrigadas e ávidas por desvendar o pensamento de um dos autores norte-americanos mais talentosos da virada do século. Assim como a sua prosa, trazida à luz em The Broom of the System, de 1987, e amplificada com o monumental Graça infinita, de 1996, suas ideias captam e tentam organizar a profusão de ruídos aos quais estão expostos os habitantes do novo milênio. As entrevistas acompanham os lançamentos literários de Wallace e à medida que passam os anos, e as páginas, é possível perceber respostas mais reflexivas, mais precisas, mais comoventes — como se o autor fosse abandonando a ironia, marca de sua geração, para alcançar aquilo que nos identifica e nos une. David Foster Wallace foi um autor avesso à exposição de sua vida pessoal, o que gerava ainda mais curiosidade no público leitor, e essas linhas funcionam como vias de acesso a uma intimidade inquieta, a uma solidão profunda em busca de qualquer coisa que a espante ou suavize.
Adoro mangá e este é clássico, São vários volumes. Sempre abordando Ronins e o Bushido RESENHA : Com o inevitável e fatídico final do du...