#76
#76
Comprei o livro de contos indígenas para Magali e já havia lido o de Marcelo Da `Salete : Mutanda Tiodora e Paraíso de Gurnah e vou comprar o de Sarr que já esta na lista
Muito recomendado e uma excelente surpresa. Prosa poesia ou poesia prosa. Multi-arte ? Aline consegue transmitir pela poesia fotos e recortes uma visão de suas raízes e conta sua estória muito sofrida de uma forma extremamente criativa
Resenha : Entre palavra e imagem, entre arquivo e fabulação, A água é uma máquina do tempo, de Aline Motta, reúne diversas linguagens artísticas e reconfigura memórias ao se valer de uma percepção não-linear do tempo.
Construindo um mosaico fluido de épocas a partir de documentos históricos, a artista-escritora cruza diversos planos entre si, num percurso que passa pelo luto por sua mãe e vai até o Rio de Janeiro de fins do século XIX, através dos fragmentos que reconstroem as vidas de Ambrosina e Michaela, antepassadas da autora.
Ao aliar criação e pesquisa, Aline Motta expõe as várias formas de rasura que a herança colonial impõe à nossa história. Na orelha do livro, Ricardo Aleixo escreve: “No afã de dar corpo a esse ‘tentar narrar’ o talvez inenarrável – as lacunas, fendas, dobras, os invisíveis liames, os desvãos da história –, Aline nos oferta uma obra que, em suas palavras, resulta de um processo de criação tão obsessivo e extenuante que bem pode ser definido como uma espécie de possessão”.
Comovente e contundente, A água é uma máquina do tempo funde o poético e o documental e faz da imaginação um ato político de transformação.
Excelentes crônicas de Sergio Porto; Conhecia mais suas estórias sobre politica e outros de forma satírica .Porém suas crônicas mais digamos sérias são de um grande escritor.
Resenha : Um dos mais divertidos de nossos cronistas, numa seleção com textos engraçados, líricos ou francamente debochados. Eis a receita que, até hoje, faz do carioca Sérgio Porto (1923-1968) ser reconhecido como um dos mestres desse tipo de texto leve que fala do cotidiano de todos nós. E sua escrita vai além: a linguagem das ruas, as situações inusitadas do dia-a-dia, a comédia da vida privada, as transformações dos costumes nas grandes cidades brasileiras, as mentiras que contamos para os outros, a convivência com os vizinhos. Tudo isso vem recuperado numa prosa deliciosa, que demonstra um ouvido apurado para capturar a realidade, transformando-a em literatura e em diversão.
Adoro mangá e este é clássico, São vários volumes. Sempre abordando Ronins e o Bushido RESENHA : Com o inevitável e fatídico final do du...