sábado, 27 de fevereiro de 2016

Leitura -Pescando Tolos

Livro escrito por liberais adeptos da economia de mercado que tenta mostrar todas as pegadinhas que os tolos -que somos nos- caem nos contos do vigário da economia de mercado,
Vale a leitura para aprender e evitar as arapucas montadas pela economia de mercado que vive pescando bobos que se encontram a solta como nos e que mostra porque o livre mercado eh uma balela . E cada u8m que se vire da melhor forma para se livrar das armadilhas que vivem nos colocando



Resenha:
Quando empresários escolhem qual linha de negócios tentar – assim como onde expandir, ou contrair, seu negócio existente -, eles escolhem as melhores oportunidades. Isso cria um equilíbrio. Qualquer oportunidade para lucros incomuns é retirada rapidamente da mesa, levando a uma situação na qual tais oportunidades são difíceis de encontrar. Esse princípio, com o conceito de equilíbrio requerido, está no coração da economia.
O princípio também se aplica à pescaria de todos. Isso significa que, se tivermos uma fraqueza ou outra – algum modo de podermos ser pescados como tolos para algum lucro incomum – no equilíbrio da pescaria, alguém irá tirar vantagem disso. Entre todos os empresários que chegam olhando ao redor e decidindo onde gastar seus dólares de investimento, alguém procurará ver se existem lucros incomuns e nos pescar como tolos. E, se ele virem tal oportunidade para adquirir lucros em algum tolo, esse será escolhido, e as economias terão um equilíbrio da pescaria, no qual toda chance de lucro incomum será utilizada.

Livro -Submissao


Esta eh o 3o livro de Houellebecq que leio . Realmente provocador . Coloca em xeque a  visão da  classe media burguesa questionando sua postura submissa as questões mundanas colocando em 3o plano a questão  politica . Retrato fiel no mundo facebookeano que vivemos.


Resenha:

O novo romance do vencedor do Prêmio Goncourt Michel Houellebecq, o livro mais polêmico do ano.Uma sátira incisiva na tradição de Orwell e Huxley.
“Se há qualquer um hoje em dia, não só na literatura francesa como na mundial, que reflita sobre a enorme mutação em curso que todos nós sentimos e não sabemos como analisar, esse escritor é Houellebecq.” - Emmanuel Carrère, Le Monde.
França, 2022. Depois de um segundo turno acirrado, as eleições presidenciais são vencidas por Mohammed Ben Abbes, o candidato da chamada Fraternidade Muçulmana. Carismático e conciliador, Ben Abbes agrupa uma frente democrática ampla. Mas as mudanças sociais, no início imperceptíveis, aos poucos se tornam dramáticas.
François é um acadêmico solitário e desencantado, que espera da vida apenas um pouco de uniformidade. Tomado de surpresa pelo regime islâmico, ele se vê obrigado a lidar com essa nova realidade, cujas consequências — ao contrário do que ele poderia esperar — não serão necessariamente desastrosas.
Comparado a 1984, de George Orwell, e a Admirável mundo novo, de Aldous Huxley, Submissão é uma sátira precisa, devastadora, sobre os valores da nossa própria sociedade. É um dos livros mais impactantes da literatura atual.

Leitura - O Absoluto fragil

Este livro de Zsizek eh uma reflexao sobre nosso mundo atual e ajuda a entender a  modernidade tao confusa. Usando conceitos  filosoficos Lacanianos além de outros e pensamento marxista , as teses em determinados pontos se tornam confusas e de dificil  entendimento  para quem nao eh um profundo conhecedor de Lacan. Porem na maioria das questões da para perceber a posição sustentada.


Resenha:
O absoluto frágil, do filósofo esloveno Slavoj Žižek, mostra como o cristianismo e o marxismo podem estar lado a lado na luta contra o fundamentalismo e defende que o legado cristão teria um núcleo subversivo essencial para a constituição de uma política de emancipação universal. O filósofo traz o materialismo à luz dos dias atuais, sem perder de vista “a história espectral que assombra o espaço da tradição religiosa judaica” e a importância da filosofia de Hegel para uma análise do capitalismo contemporâneo. Um ensaio ousado, que fez com que Terry Eagleton chamasse seu autor de "um ativista intelectual frenético, que sempre parece estar em seis lugares do planeta ao mesmo tempo, como Sócrates pós-esteróides".
Conhecido pela originalidade de seu pensamento crítico, o filósofo esloveno Slavoj Žižek parte aqui de uma abordagem desafiadora para discutir o fundamentalismo e a violência praticada em nome deste. Na tentativa de entender como a espectralidade funciona na ideologia, o autor analisa as narrativas bíblicas à luz do marxismo e do cristianismo sob o argumento de que ambos “deveriam lutar do mesmo lado da barricada contra o furioso ataque dos novos espiritualismos”. Sem se submeter ao espírito de uma época que se considera pós-secular, Žižek faz uma crítica de dentro das religiões islâmica, judaica e cristã para mostrar como o conceito fenomenológico de sacrifício e a figura freudiana do Deus-Pai podem ser usados para entender os conflitos étnicos e culturais que vivemos hoje.
“Como devemos interpretar medidas administrativas como a do Estado francês, que proibiu jovens muçulmanas de usar o hijab nas escolas?” “E por que as mulheres no Islã são uma presença tão traumática, um escândalo tão ontológico, que precisam ser veladas?” Não há uma resposta fácil para essas questões ¬– daí a recusa do autor a reduzir acontecimentos como a exposição do islã à modernização ocidental ou a desintegração da Iugoslávia e a defesa do humanismo militarista à crença de que é com a tolerância que se combate o ódio.
Cruzando psicanálise lacaniana, filosofia hegeliana e exemplos que vão da arte moderna ao cinema de Lars Von Trier, Krzysztof Kie?lowski e Alfred Hitchcock, Žižek elabora em O absoluto frágil uma teoria crítica da alteridade na chamada sociedade de risco. Como diz Paulo Gajanigo no posfácio deste livro, O Absoluto Frágil pode ajudar a pensar em como grupos conservadores e o neopentecostalismo vêm galgando espaço na sociedade brasileira. Além disso, chama a atenção para maneiras de estabelecer com o Outro uma relação que não se dê pela aceitação da semelhança ou da diferença. Entender a fé no século XX pode ser, nesse sentido, uma importante ferramenta na busca pela liberdade

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Leitura- O Homem que amava os cachoros

Resisti  a esta leitura pelo tamanho do livro.Porem foi um prazer enorme encontrar Leonardo Padura e sua literatura. O romance tem estoria , romance policial e sabor humano . Por ele ouvimos a  voz dos cubanos silenciados por anos de revolução , de sua vida dificil e de uma literatura que nos mostra mais um escritor que faz juz a tradicao cubana de excelentes escritores. Um livro para se refletir sobre a historia , sobre o que move os homens e sobre nos mesmos




Resenha:
A história é narrada, no ano de 2004, pelo personagem Iván, um aspirante a escritor que atua como veterinário em Havana e, a partir de um encontro enigmático com um homem que passeava com seus cães, retoma os últimos anos da vida do revolucionário russo Leon Trotski, seu assassinato e a história de seu algoz, o catalão Ramón Mercader, voluntário das Brigadas Internacionais da Guerra Civil Espanhola e encarregado de executá-lo. Esse ser obscuro, que Iván passa a denominar 'o homem que amava os cachorros', confia a ele histórias sobre Mercader, um amigo bastante próximo, de quem conhece detalhes íntimos. Diante das descobertas, o narrador reconstrói a trajetória de Liev Davidovitch Bronstein, mais conhecido como Trotski, teórico russo e comandante do Exército Vermelho durante a Revolução de Outubro, exilado por Joseph Stalin após este assumir o controle do Partido Comunista e da URSS, e a de Ramón Mercader, o homem que empunhou a picareta que o matou, um personagem sem voz na história e que recebeu, como militante comunista, uma única tarefa - eliminar Trotski. São descritas sua adesão ao Partido Comunista espanhol, o treinamento em Moscou, a mudança de identidade e os artifícios para ser aceito na intimidade do líder soviético, numa série de revelações que preenchem uma história pouco conhecida e coberta, ao longo dos anos, por inúmeras mistificações. As duas trajetórias ganham sentido pleno quando Iván projeta sobre elas sua própria experiência na Cuba moderna, seu desenvolvimento intelectual e seu relacionamento com 'o homem que amava os cachorros'.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Leitura - O ultimo Teorema de Fermat

Muito bom este livro sobre a história da Matemática contada através da prova do Teorema de Fermat.  De alguma forma começamos a entender uma das mais férteis criações humanas eh que eh responsável por grande parte do desenvolvimento humano


Resenha:

O Último Teorema de Fermat, como ficou conhecido, tornou-se o santo graal da matemática. Vidas inteiras foram devotadas- e até mesmo sacrificadas- à busca de uma demonstração para um problema aparentemente simples. Várias pessoas tentaram demonstrá-lo mais não conseguiram até que surgiu, um professor de Princeton, Andrew Wiles, que sonhava em demonstrar o Último Teorema de Fermat desde que o vira pela primeira vez, ainda menino, na biblioteca de sua cidade. Com medo da sucessão de fracassos de seus antecessores, durante sete anos publicou artigos sobre outros assuntos, de modo a despistar os colegas, enquanto trabalhava em sua obsessão. Em 1993, passados 356 anos desde o desafio de Fermat, Wiles assombrou o mundo ao anunciar a demonstração. Mas sua luta ainda não tinha terminado. Um erro o fez voltar às pesquisas por mais quatorze meses, até que em 1995 ele ganhou as páginas de jornais do mundo inteiro e 50 mil libras da Fundação Wolfskehl. 'O Último Teorema de Fermat' é a história da busca épica para resolver o maior problema de matemática de todos os tempos. Um drama humano de grandes sonhos, brilho intelectual e extraordinária determinação.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Leitura - Boneco de Neve

2o livro de Jo Nesbo que leio, Alem do livro vi o filme Headhunters também dele .Muito bom.
Este livro eh bom como policial porem longo demais ,Se fosse mais curto seria excelente



Resenha:
Tão assustador e eletrizante quanto o silêncio dos inocentes.
Considerado seu livro mais ambicioso pelo jornal inglês The Guardian e comparado a Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris, pelo The Times, Boneco de neve é o seu livro mais arrepiante.
No dia da primeira neve do ano, na fria cidade de Oslo, o inspetor Harry Hole se depara com um psicopata cruel, que cria suas próprias regras; O terror se espalha pela cidade, pois um boneco de neve no jardim pode ser um aviso de que haverá uma próxima vítima. No caso mais desafiador da sua carreira, Hole se envolve em uma trama complexa e mortal, com final surpreendente.
O livro que transformou Jo Nesbo no maior nome do thriller nórdico na Europa.
20 milhões de livros vendidos no mundo.


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Leitura- O Hospicio eh Deus


Este eh o 2o livro que leio de Maura .
O 2o de 2 únicos livros.
Um das experiencias literárias  das melhores que tive , entre tantas que já experimentei.
Maura não tem limites nem fronteiras , talvez a sexual por imposições da época ,  no mais faz sua mente explodir em raciocínios e intelectualidade brilhantes que sobrepujava tudo mais e assim conseguia enxergar o mundo refletindo tudo numa literatura extremamente atual ( veloz , sofrega e dinâmica)  . Criança sem querer ser adulta sofreu demais.


Resenha:
Esgotados há anos, o diário Hospício é Deus (1965) e a coletânea de contos O sofredor do ver (1968), de Maura Lopes Cançado, são relançados pela Autêntica em edição especial, reunidos em uma caixa e acrescidos de um perfil biográfico, escrito pelo jornalista Maurício Meireles. Maura, que ambicionava ser a maior escritora da língua portuguesa e que já na adolescência pilotava aviões, saiu do interior de Minas Gerais para Belo Horizonte e, na década de 1950, mudando-se para o Rio de Janeiro, passou a conviver com poetas, artistas e intelectuais, sobretudo do mundo literário. Aclamada como grande revelação da literatura brasileira em seu tempo, sua obra é fortemente marcada por sua experiência como paciente de hospitais psiquiátricos em Minas e no Rio de Janeiro. Entre romances, escândalos e diversas internações, Maura Lopes Cançado publicou, na década de 1960, seus dois livros, que a tornariam uma das autoras mais comentadas da época. Internada – por vontade própria – inúmeras vezes ao longo da vida, Maura encontrou nas palavras uma maneira de se relacionar com sua doença e sua condição de paciente psiquiátrica.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Leitura- O sofredor do ver

Livro extremamente recomendado pela critica. A estoria pessoal de Maura eh única . Só pessoas assim têm  uma escrita tao forte . De personalidade difícil e desequilibrada teve uma vida plena e atribulada . Leitura para poucos



Resenha:
Esgotados há anos, o diário Hospício é Deus (1965) e a coletânea de contos O sofredor do ver (1968), de Maura Lopes Cançado, são relançados pela Autêntica em edição especial, reunidos em uma caixa e acrescidos de um perfil biográfico, escrito pelo jornalista Maurício Meireles. Maura, que ambicionava ser a maior escritora da língua portuguesa e que já na adolescência pilotava aviões, saiu do interior de Minas Gerais para Belo Horizonte e, na década de 1950, mudando-se para o Rio de Janeiro, passou a conviver com poetas, artistas e intelectuais, sobretudo do mundo literário. Aclamada como grande revelação da literatura brasileira em seu tempo, sua obra é fortemente marcada por sua experiência como paciente de hospitais psiquiátricos em Minas e no Rio de Janeiro. Entre romances, escândalos e diversas internações, Maura Lopes Cançado publicou, na década de 1960, seus dois livros, que a tornariam uma das autoras mais comentadas da época. Internada – por vontade própria – inúmeras vezes ao longo da vida, Maura encontrou nas palavras uma maneira de se relacionar com sua doença e sua condição de paciente psiquiátrica.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Leitura- Sangue na Neve

Sidnei me recomendou Garganta Vermelha de Jo Nesbo. Comprei Sangue na Neve  sobre um assassino profissional Olav , confesso que o Seminarista do Rubem Fonseca eh bem melhor




Resenha:

O mestre do thriller escandinavo está de volta. Olav tem apenas um talento: matar pessoas a sangue-frio. Não há nada que ele preze mais que ter o poder sobre a vida e a morte. Porém, sua natureza sensível é proporcional às suas habilidades como matador de aluguel. Uma vez tentou roubar bancos, mas não deu certo – ele se sentiu tão culpado que foi visitar uma das vítimas no hospital. Agenciar mulheres para prostituição, idem – Olav se apaixona muito fácil. O assassinato foi tudo que lhe restou.

Ele leva uma vida solitária em Oslo até se ver envolvido em um trabalho importante para um dos mais perigosos chefes do crime organizado na cidade, Daniel Hoffman. Ao aceitá-lo, Olav finalmente conhece a mulher da sua vida, mas logo se depara com dois problemas. O primeiro é que ela é a esposa do chefe. E o segundo é que ele foi contratado para matá-la.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Leitura- O que amar quer dizer

Este livro foi recomendado a Sílvia por uma amiga da UFF. Ambas gostam de Foucault , Deleuze, Felix Guattari entre outros filósofos franceses. Da mesma forma o autor adora Foucault por quem teve uma enorme paixão . O livro que  não me coloca duvida quanto a sua qualidade literária , mas sim ao uso de figuras famosas para se obter sucesso . Se escrevesse a mesma estoria com um filosofo sem expressão teria o mesmo sucesso, o premio  e seria editado? Não sei.Se fosse o filho de quem foi teria? Não sei . De qq forma eh um livro em sua 1a parte sobre a juventude e adolescência e a descoberta e exploração de tudo que eh possível com a vitalidade que só os jovens tem . Mostra uma visão de Foucault a partir de quem tem 24 anos , idealizada e um pouco fora do contexto de produção literária e de extenso estudo de que foi grande parte da vida do filosofo




Resenha:
Ambientado na Paris do fim dos anos 1970 e início dos 80, O que amar quer dizerrepassa os anos de convivência do jornalista cultural Mathieu Lindon com Michel Foucault (1926-1984) e a enorme influência que o filósofo teve sobre sua vida. Filho de Jérôme Lindon, fundador das Editions de Minuit e editor de Samuel Beckett e Marguerite Duras, o autor deste livro rememora as festas no apartamento de Foucault na Rue de Vaugirard em descrições bem-humoradas de sua vivência homossexual em meio a viagens de ácido e música clássica.
 
Em seguida, trata da sombra que surgiu no meio gay quando a aids, que viria a vitimar o filósofo, entrou na pauta da época. A história se desenrola ao redor dessas duas figuras masculinas: de um lado, o pai de “sorriso tímido”, objeto de um amor que não encontra a forma de se expressar; de outro, o amigo de “sorriso escancarado” que lhe ensinou a ser feliz, vivo – e grato. O que amar quer dizer foi publicado na França em 2011, ano em que obteve o Prêmio Médicis.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Leitura -Jorge Amado Essencial


Desde meu inicio de jornada pela Literatura  tinha certa cisma ruim por Jorge Amado . Não sei se por causa de Ipanema , do Pasquim  ou da elite dos críticos que o menos prezavam. O fato eh que lendo este ESSENCIAL vemos que se trata de grande escritor

Resenha:
Além de ter se tornado um dos maiores nomes da nossa literatura e o escritor brasileiro mais difundido no exterior, Jorge Amado é um verdadeiro clássico das nossas letras. Seus romances, como Jubiabá, Capitães da Areia, Terras do sem-fim, Gabriela, cravo e canela, Dona Flor e seus dois maridos, Tenda dos Milagres e Tieta do Agreste, se tornaram extremamente populares, foram traduzidos e publicados em mais de cinquenta países, viraram filmes e novelas. Seus personagens ganharam vida e construíram a imagem de um Brasil mestiço e marcado pelo sincretismo religioso, um país alegre e otimista, sem porém negar as profundas diferenças sociais e os conflitos que marcam a realidade brasileira. 
Escritor profícuo, Jorge Amado também é dono de uma das obras mais vastas da literatura brasileira. Neste Essencial Jorge Amado, o historiador Alberto da Costa e Silva realizou uma seleção a fim de oferecer ao leitor um panorama geral desta obra. Como ocorre na coleçãoPortable, da Penguin, que inspirou a série, Essencial Jorge Amado dá um giro por toda a produção do autor: são trechos de romances, reportagens, contos e uma novela completa, A morte e a morte de Quincas Berro d’Água.
Cada trecho é precedido de um comentário de Alberto da Costa e Silva, que contextualiza a obra e a aproxima do leitor de hoje. Além disso, o historiador também assina a introdução do livro. Neste texto, novos leitores de Jorge Amado encontrarão informações biográficas, análises e uma visão original sobre a obra de Amado. E os fãs de longa data poderão redescobrir, sob uma nova perspectiva, o trabalho deste que é um de nossos maiores autores.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Leitura - Mandrake- A Biblia e a Bengala

No embalo do Seminarista li mais este do Rubem Fonseca. Boa leitura para matar o tempo



Resenha:
Em "Mandrake – a Bíblia e a bengala", Rubem Fonseca homenageia a literatura policial por meio da subversão, minuciosamente controlando a tensão e o ritmo da narrativa para criar uma obra inquieta e visceral. Ao aceitar o desafio de procurar o namorado desaparecido de uma linda bibliófila, o advogado criminalista Mandrake realiza uma incursão pelo estranho mundo dos colecionadores de livros raros e, ao mesmo tempo, descobre que uma Bíblia impressa por Gutenberg foi furtada dos cofres da Biblioteca Nacional. Depois, o marido de um antigo affair é encontrado morto – e o fato de a arma do crime ser a bengala preferida de Mandrake só colabora para colocá-lo no topo da lista de suspeitos.

Leitura- O Seminarista

Reli o Seminarista de Rubem Fonseca . Nao me recordava do lvro e mais um boa leitura para ferias

Resenha:
Para o protagonista de O Seminarista, matar não causa remorso, mas também não causa prazer. É apenas seu trabalho, que lhe permite se dedicar àquilo que realmente ama: livros, filmes e mulheres. Não quer saber quem é a pessoa que será eliminada, nem mesmo lê os jornais do dia seguinte. Quando, no entanto, decide que já é hora de abandonar a profissão, descobre que não é tão imune aos efeitos de seus trabalhos e de suas escolhas como acredita ser, e tem que enfrentar fantasmas de um passado que pensa ter superado. Em seu décimo primeiro romance, Rubem Fonseca mais uma vez se mostra um dos mestres da narrativa brasileira, conciso e intenso, capaz de manter
a tensão a cada página.

domingo, 29 de novembro de 2015

Leitura - Kafka Essencial

Reler Kafka um pouco mais velho mostra que a nossa percepção da escrita e da mensagem de Kafka permanece a mesma . O que mostra a força e como se imprime em nos sua luta contra a opressão de todas as formas.


Resenha:

Aprisionado à sufocante existência burguesa a que as convenções familiares e sociais o obrigavam, Franz Kafka (1883-1924) chegou certa vez a afirmar que “tudo o que não é literatura me aborrece”. Muitas narrativas que compõem o cerne da obra kafkiana se originaram da forte sensação de deslocamento e desajuste que acompanhou o escritor durante toda a sua curta vida. Apesar de seu estado fragmentário, o espólio literário de Kafka - publicado na maior parte em edições póstumas, graças à generosa traição de Max Brod, que se recusou a destruí-lo conforme a vontade do amigo - é considerado um dos monumentos artísticos mais importantes do século XX.
Esta edição de Essencial Kafka reúne em um único volume diferentes momentos da produção do autor de O processo. As traduções consagradas de Modesto Carone, realizadas a partir dos originais em alemão, permitem que clássicos como A metamorfose,Na colônia penal e Um artista da fome sejam lidos (ou relidos) com fidelidade ao estilo labiríntico da prosa kafkiana. 
Além disso, esta edição traz 109 aforismos e uma introdução assinada por Modesto Carone, também responsável pelos comentários que antecedem os textos.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Leitura- O Filho de Mil Homens

2o livro de Walter Hugo Mãe que leio . O outro O remorso de Baltazar Serapião como este eh excelente .Walter Hugo constrói personagens com rara beleza e  uma estoria de esperança e crena nas pessoas e nas relações em contraste com o mundo atual exageradamente cibernético nas relações

Resenha:
Novo romance do escritor português Valter Hugo Mãe, O filho de mil homens narra a história do pescador Crisóstomo, “um homem que chegou aos quarenta anos e assumiu a tristeza de não ter tido um filho”. Com vontade imensa de ser pai, o protagonista conhece o órfão Camilo, que um dia aparece em sua traineira. Ao redor dos dois, outros personagens testemunham a invenção e construção de uma família em vinte capítulos, escritos com rara delicadeza. Mãe, ao falar de uma aldeia rural e dos sonhos anulados de quem vive nela, atravessa temas como solidão, preconceitos, vontades reprimidas, amor e compaixão.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Leitura- O Pai Morto


Um dos livros mais inusitados que já li.  Barthelme quebra todas as regras da Literatura. Na linha do "Dicionario Kazam"  busca novos caminhos para Literatura


Resenha:
Imenso, poderoso, frágil, atônito, surpreendente, mentor, castrador, pecador, um homem maior que todos, ou um homem como qualquer um. O fio condutor do romance de Donald Barthelme, publicado originalmente em 1975 e lançado agora pela primeira vez no Brasil, é a saga dos filhos para enterrar o Pai Morto, uma figura gigantesca, que não está totalmente convencida sobre o fim de sua existência. Revelado nos anos 1960 nas páginas da revista New Yorker, Barthelme (1931–1989) se tornou um dos expoentes do que a crítica viria a chamar de pós-modernismo. No livro, o autor, ganhador do National Book Award, exercita com maestria o senso de humor inconfundível que influenciou gerações de escritores dentro e fora dos Estados Unidos, de Salman Rusdie e David Foster Wallace a Dave Eggers

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Leitura- Uma breve historia da humanidade


Um dos melhores livros científicos que li nos últimos anos. O autor de forma surpreendente nos faz entender como evoluímos e como crenças e conceitos que achamos normais são criações do homo sapiens para desenvolver a especie . Especie esta que parece condenada a se destruir se não agir rapidamente no ajuste do meio ambiente , vital , para a continuidade da especie




Resenha:

O autor repassa a história da humanidade, ou do homo sapiens, desde o surgimento da espécie durante a pré-história até o presente, mas em vez de apenas “inventariar” os fatos históricos ele os relaciona com questões do presente e os questiona de maneira surpreendente. Além disso, para cada fato ou crença que temos como certa hoje em dia, o autor apresenta as diversas interpretações existentes a partir de diferentes pontos de vista, inclusive as muito atuais, e vai além, sugerindo interpretações muitas vezes desconcertantes. Yuval Noah Harari é professor do departamento de história da Universidade Hebraica de Jerusalém. É especialista em história mundial, medieval e militar.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Leitura - Caçando Carneiros

3o livro de Murakami que leio  .Sem duvida um excelente escritor que sabe como prender um leitor ao livro como nenhum outro.

Resenha:

Lançado originalmente no Japão em 1982, 'Caçando carneiros' é o romance que tornou Haruki Murakami conhecido mundialmente. Permeado de mitologia e mistério, a obra é um thriller literário extraordinário. O protagonista do livro é um personagem, do qual não sabemos o nome, que leva uma vida tranquila trabalhando numa agência de publicidade, convivendo com a ex-mulher e alguns amigos - todos muito comuns, ou assim parece. Mas tudo muda depois que ele recebe uma carta misteriosa e conhece pessoas inesperadas - uma modelo de orelhas sedutoras, um grupo político de direita com um chefe enigmático e, por incrível que pareça, um homem-carneiro. Lançado em uma busca fantástica, ele terá que atravessar o Japão para encontrar o único carneiro que pode trazer novamente algum sentido ao seu cotidiano. Nessa jornada, nosso narrador se verá no lugar de um excêntrico detetive que, ao mesmo tempo em que esclarece pistas, descobre um pouco mais sobre si mesmo. Murakami é um autor que sabe contar histórias extraordinárias como ninguém. Ao mesclar situações banais a fatos inexplicáveis, ele faz com que o leitor mergulhe em seu universo e se deixe levar por suas narrativas oníricas

domingo, 4 de outubro de 2015

Leitura- O Gigante enterrado



Eh o 1o livro de Ishiguro que leio. Bom escritor mas achei fraco o livro. Uma estoria montada com parábolas meio pueris e que não justifica o excesso de elogios ao livro


Resenha:
Uma terra marcada por guerras recentes e amaldiçoada por uma misteriosa névoa do esquecimento. Uma população desnorteada diante de ameaças múltiplas. Um casal que parte numa jornada em busca do filho e no caminho terá seu amor posto à prova - será nosso sentimento forte o bastante quando já não há reminiscências da história que nos une?
Épico arturiano, o primeiro romance de Kazuo Ishiguro em uma década envereda pela fantasia e se aproxima do universo de George R. R. Martin e Tolkien, comprovando a capacidade do autor de se reinventar a cada obra. Entre a aventura fantástica e o lirismo,O gigante enterrado fala de alguns dos temas mais caros à humanidade: o amor, a guerra e a memória.

“Ishiguro é um dos maiores romancistas vivos da Inglaterra.” - The Telegraph
“A obra mais estranha, arriscada e ambiciosa que o autor publicou em sua carreira de 33 anos.” - The New York Times
“Ishiguro trabalha seu material fantástico com as ferramentas de um 
mestre do realismo.” - Time Magazine

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Leitura- Waterloo

Este eh o 3o livro que leio de Bernard Cornwell . Excelente trabalho de pesquisa e de remontagem da grande batalha. Incríveis os detalhes de cada combate , impressionando a nos leitores com detalhes da carnificina ocorrida e como se davam as guerras neste período . Recomendo para quem gosta de história e personagens grandiosos

Resenha:

Em seu primeiro trabalho de não ficção, Bernard Cornwell combina suas habilidades narrativas com uma pesquisa histórica meticulosamente construída para apresentar a descrição de cada momento dramático da batalha de Waterloo, desde a fuga de Napoleão de Elba até o resultado da matança nos campos de batalha. Por meio de trechos de cartas e diários do imperador Napoleão, do duque de Wellington e de soldados e oficiais comuns, Cornwell dá vida à sensação de como foi travar as famosas batalhas. Sua riqueza de detalhes e relatos pormenorizados dos confrontos esclarecem as idas e vindas desses quatro dias. É uma história de decisões-chave e momentos de incrível bravura de ambos os lados, que mantiveram indeterminado o resultado final até o derradeiro embate.
Publicado para coincidir com o bicentenário do confronto, Waterloo é uma história tensa e emocionante de heroísmo e tragédia, e da batalha final que determinou o destino da Europa.

Leitura- O Bebedor de vinho de Palma- Amos Tutuola

RESENHA : Tido pela revista Time como um dos 100 melhores livros de literatura fantástica de todos os tempos, O bebedor de vinho de palma e ...