sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Leitura- Um Escândalo na Boêmia e outras aventuras de Sherlock Holmes - Arthur Conan Doyle

 



Resenha : O conto "um escândalo na boêmia" faz parte da coletânea de contos mais conhecida do autor e cativou a todos desde que foi apresentado ao público, tornando - se uma das histórias mais famosas do detetive. Neste livro, você encontra essa e outras aventuras.


segunda-feira, 25 de setembro de 2023

Leitura- 451 No73

 


#73


FOLHA DE ROSTO

FICHAMENTO

CRÍTICA CULTURAL

ONDE QUEREMOS VIVER

DESLEMBRAMENTOS

PERSPECTIVA AMEFRICANA

AS CIDADES E AS COISAS

DESIGUALDADES

LAUT — LIBERDADE E AUTORITARISMO

LIVROS E LIVRES

CIÊNCIAS SOCIAIS

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

MEMÓRIAS DO CHILE

LITERATURA

LITERATURA JAPONESA

LITERATURA BRASILEIRA

REBENTOS

MÚSICA

domingo, 17 de setembro de 2023

Leitura- A Volta de Sherlock Holmes - Arthur Conan Doyle

 


Como sempre excelente. 



Resenha: Depois de escapar de seu inimigo Moriarty nas cataratas de Reichenbach, na Suíça, Sherlock Holmes reaparece em Londres três anos mais tarde. Com a colaboração do fiel Watson o detetive volta a usar sua inteligência analítica na neblina densa da capital inglesa, desvendando os mistérios mais complexos no combate incansável às tramas dos criminosos. A volta de Sherlock Holmes contém, ao todo, treze aventuras, entre elas: “A casa vazia”, “Os dançarinos”, “A Escola do Priorado” e “A segunda mancha”.

Leitura - O Dia de um Opritchnik-Vladimir Sorokin

 

Excelente Livro. Crítica feroz ao governo soviético e a cultura russa. Muito bom



Resenha : Bebendo tanto nas vanguardas literárias como na cultura pop contemporânea, o russo Vladímir Sorókin é um dos escritores mais originais da atualidade. Após ter seus livros incendiados em praça pública, em Moscou, por partidários do governo, ele publicou em 2006 o romance O dia de um oprítchnik, uma espécie de Um dia na vida de Ivan Deníssovitch às avessas, pois, ao contrário de Soljenítsin, Sorókin conta sua história do ponto de vista do carrasco.

Neste livro passamos um dia em companhia de Andrei Komiága, membro graduado da Oprítchnina — a violenta guarda de elite do tsar Ivã, o Terrível —, recriada por Sorókin no ano de 2027, em uma Rússia ao mesmo tempo soviética, medieval e futurista. Em meio a execuções sumárias, negociações de suborno e orgias regadas a drogas, narradas em primeira pessoa pelo miliciano, vamos conhecendo as particularidades dessa realidade distópica, estranhamente parecida com a realidade atual, que inclui a construção de uma gigantesca muralha isolando o país da Europa (porém mantendo o fornecimento de gás), a dependência crescente da tecnologia chinesa e a vigilância constante e intimidadora de um líder autocrata, cruel e moralista.

Com verve excepcional e uma imaginação sem limites, Sorókin construiu uma narrativa ágil e enxuta, na qual cada detalhe vale por um verdadeiro mergulho na cultura russa.

terça-feira, 12 de setembro de 2023

Leitura- As Aventuras de Sherlock Holmes - Arthur Conan Doyle

 

Como sempre , como diversão , não tem erro ler Conan Doyle


Resenha : Sherlock Holmes é um detetive britânico enigmático e pedante do final do século XIX e início do século XX. Ele utiliza a metodologia científica e a lógica dedutiva para solucionar seus casos e conta com a ajuda de seu fiel amigo e parceiro dr. Watson. Observação, perspicácia e um pouco de intuição são alguns dos instrumentos usados por Sherlock Holmes para desvendar os seis curiosos casos reunidos nesta obra e narrados pelo atento doutor Watson.

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Leitura- Morra ,Amor- Ariana Harwicz

 

Livro que traz a tona os pensamentos mais subterrâneos do ser-humano e que normalmente ficam represados pelo no superego. Aqueles que tem ele mais frouxo navegam nestes mares de loucura frequentemente .


"Em uma região esquecida do interior da França, uma mulher luta contra seus demônios: ao mesmo tempo que abraça a exclusão, deseja pertencer; que almeja a liberdade, sente-se aprisionada; que anseia pela vida familiar, quer botar fogo na casa.

Casada e mãe de um bebê, ela se sente cada vez mais sufocada e reprimida, apesar de o marido aceitar seu estranho comportamento. A condição feminina, a banalidade do amor, os terrores do desejo, a maternidade e a brutalidade inexplicável “de levar seu coração com o outro para sempre” – esse romance aborda todas essas questões com uma intensidade crua e até mesmo selvagem.

É impossível sair ileso de Ariana Harwicz: em um texto corajoso que explora os efeitos desestabilizadores da paixão e da sua ausência, imerso na psique de uma protagonista feminina à beira da loucura, Morra, amor tem uma prosa irreverente e um lirismo sem remorsos, constituindo uma experiência de leitura viciante.
O livro foi adaptado para o teatro na Argentina e em Israel e teve grande reconhecimento da crítica internacional. Publicado originalmente em 2012, é a primeira parte de uma trilogia “involuntária”, chamada por Harwicz de “trilogia da paixão”, tendo em vista que os três livros exploram a relação entre mães e filhos. Dela também fazem parte os romances La débil mental [A débil mental], de 2015, e Precoz [Precoce], de 2016. Harwicz também é autora de Degenerado (2019).

Por que ler este livro?

• O livro trata com coragem um tema ainda considerado tabu pela sociedade: o sentimento de inadequação da mulher à maternidade.

• A prosa é caracterizada por violência, erotismo, ironia e crítica aos clichês que envolvem as noções de família e as relações tradicionais.

• Comparada a Virginia Woolf, Sylvia Plath, Clarice Lispector e Nathalie Sarraute, Ariana Harwicz é uma das figuras mais radicais da literatura argentina contemporânea.

• Em 2018, a versão em inglês de Morra, amor (Die, my love) foi indicada ao prestigioso Man Booker Prize."

Leitura - A Piscina ,Diário de gravidez e Dormitório - Yoko Ogawa

 

2o livro que leio de Yoko Ogawa. É um escritora competente mas nao brilhante .Porém seus livr4os trazem um que de desconforto tão importante na Literatura 



Resenha : As três novelas do volume, cada qual a seu modo, tocam em dois temas caros a Yoko Ogawa: memória e ausência.

Em A piscina, a jovem Aya precisa lidar com o amadurecimento que a deixa entre a lembrança de um passado mais simples, que fica para trás, e o vislumbre de um futuro complexo, difícil e sofrido. Amadurecer será para ela conciliar os novos sentimentos e uma época em que “não conhecia a tristeza nem a dor no coração”.

Diário de gravidez, é narrada mesmo em forma de diário pela irmã da grávida. Yoko Ogawa usa a força da sugestão para gerar algo que a um só tempo existe e não existe — uma versão literária do gato de Schrödinger, por assim dizer. Várias entradas do diário descrevem uma gravidez que parece um delírio. Mas, se é mesmo o caso, quem será que delira: a narradora, a irmã ou os leitores?

Em Dormitório, uma mulher retorna ao dormitório universitário em que viveu durante os tempos de estudante, nos arredores de Tóquio. O local, administrado por um estranho professor, aos poucos se deteriora e deixa de ser como a mulher recorda. Seu retorno é como o de alguém que vai à periferia de uma mente e lá encontra memórias que aos poucos desaparecem ou se transformam.

terça-feira, 29 de agosto de 2023

Leitura- Também guardamos pedras aqui - Luiza Romão

 



Livro de poesia extremamente curto. Vale como obra de Arte mais completa e não como poesia simplesmente pois carece de mais esforço poético .

Resenha : As pedras de Luiza Romão têm a ver menos com as pedras no bolso de Virginia Woolf, e mais a ver com as pedras jogadas pelos palestinos em Sheikh Jarrah: um ato ao mesmo tempo concreto e simbólico, de autodefesa e resistência ao neocolonialismo. As pedras de Luiza têm mais a ver com a pedra de Drummond, a de João Cabral, a pedra das canções de protesto do Clã Nordestino, de Nina Simone, de Pete Seeger, de Barbara Dane e de Selda Bağcan.

Com “também guardamos pedras aqui”, Luiza Romão consegue inserir momentos de afago e restauro existencial, sem perder uma perspectiva crítica. Isso, em 2021, é tudo que a gente quer: seguir nos aperfeiçoando, nos aprimorando, como seres humanos e sujeitos políticos, e ao mesmo tempo sentir um pouco de prazer, um pouco de alívio, que carreguem nossas de baterias, para que possamos voltar à realidade, prontas para a luta. Um livro para ir redescobrindo, à medida que ele passa. Não tenho a menor dúvida disso.

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Leitura - As Memórias de Sherlock Holmes - Conan Doyle

As estórias de Sherlock são uma benção e uma distração sem fim . Reler sempre



Resenha : Uma coleção de histórias canônicas de Sherlock Holmes, de Doyle, contendo doze contos, originalmente publicados na The Strand Magazine, entre dezembro de 1892 e novembro de1893. Em Memórias de Sherlock Holmes, os contos percorrem desde o início da vida do genial detetive, as aventuras, as singularidades das situações vividas, os problemas e as angústias de Sherlock. Ao longo das narrativas, o autor mostra a construção do personagem, sua evolução e, por que não dizer, sua humanização.

domingo, 20 de agosto de 2023

Leitura- Agua Viva- Clarice Lispector

 


Fluxo narrativo de emoções . digressões estéticas e filosóficas . Ler Clarice eh antes de tudo uma experiência estética


Resenha : Clarice Lispector tinha o hábito de dormir cedo, acordar de madrugada e ficar sentada na sua sala pensando, fumando e ouvindo a Rádio Relógio, acompanhada apenas de seu cachorro, Ulisses. Nesses momentos de solidão, nasceram muitas de suas obras, que, depois, ela escreveria com a máquina de escrever apoiada sobre as pernas. "Escrevo-te sentada junto de uma janela aberta no alto do meu ateliê", diz ela em determinado trecho do romance Água viva, em que a autora se confunde com a personagem, uma solitária pintora que se lança em infinitas reflexões sobre o tempo, a vida e a morte, os sonhos e visões, as flores, os estados da alma, a coragem e o medo e, principalmente, a arte da criação, do saber usar as palavras num jogo de sons e silêncios que se combinam, a especialidade da própria Clarice.

Água viva, longo texto ficcional em forma de monólogo, foi lançado pela primeira vez em 1973, poucos anos antes da morte de Clarice que, nessa época, já se consagrara como um dos valores mais sólidos da nossa literatura, por seu estilo único, em que a grande preocupação era a busca permanente pela linguagem.
Água viva é um desafio emocionante para quem lê ou relê Clarice Lispector. Traz uma linguagem que não se perde no tempo; ao contrário, é ricamente metafórica, em que coisas, ações e emoções do dia-a-dia se transformam em grandiosas digressões indagadoras sobre o sentido da existência e da vida. Seguindo a linha de características introspectivas de seus livros, Clarice cria uma obra singular, verdadeiro relato íntimo que projeta em flashes, como num caleidoscópio, verdadeiros resumos de estados de espírito em tom de confidência, onde a subjetividade sobrepuja o factual e a narradora é responsável pela cadência do texto.

Nova edição do de um dos livros mais conhecidos de Clarice Lispector, agora com projeto gráfico de Victor Burton e capa criada a partir de pinturas da própria Clarice. Esta edição traz posfácio do poeta Eucanaã Ferraz.

Leitura- O Fim de Eddy- Edouard Louis

 


Excelente livro sobre bullying , preconceito e identidade sexual . Mas sobretudo sobre a pobreza, ignorancia e má educação




Resenha : Uma infância no inferno: a angústia de um garoto obrigado a enfrentar a crueldade e o conservadorismo de uma comunidade no interior da França

“Todas as manhãs, enquanto me arrumava no banheiro, eu repetia a mesma frase sem parar, tantas vezes que ela terminaria por perder o sentido, passaria a não ser mais do que uma sucessão de sílabas, de sons. Eu parava e retomava a frase: Hoje eu vou ser um durão. Eu me lembro porque eu repetia exatamente aquela frase, como se faz com uma oração, com aquelas exatas palavras – Hoje eu vou ser um durão (e eu choro enquanto escrevo estas linhas: choro porque eu acho essa frase ridícula e horripilante, essa frase que, durante anos, me acompanhou e que de certa forma ocupou, não creio que haja exagero em dizer isso, o centro da minha vida).”

O fim de Eddy, romance autobiográfico de uma das mais proeminentes vozes da nova literatura francesa, desvela o conservadorismo e o preconceito da sociedade no interior da França. De forma cruel, seca e sufocante, a violência e a amargura de uma pequena cidade de operários se contrapõem à sensibilidade do despertar sexual de um garoto, estabelecendo um paralelo direto com as experiências do próprio autor.

“Esse romance, sobre crescer em meio à pobreza e à homofobia na zona rural francesa, é leitura essencial.”
THE GUARDIAN

“Sagaz... Brilhante... Um vigor emocional devastador.”
GARTH GREENWELL, THE NEW YORKER"

sábado, 19 de agosto de 2023

Leitura- 451No 72

 






MEMÓRIA
A existência transcendente de Zé Celso — Martha Nowill

FOLHA DE ROSTO
José Celso Martinez Corrêa — Renato Parada 

FICHAMENTO
Sabina Anzuategui — Iara Biderman 

CRÍTICA CULTURAL
Ninguém quis ver, de B. Mitrano — Paulo Roberto Pires

ONDE QUEREMOS VIVER
A nossa era — Djaimilia Pereira de Almeida 
Lixo da saudade — Humberto Brito 

PERSPECTIVA AMEFRICANA
O que é ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo, de D. P. de Almeida — Juliana Borges

DESLEMBRAMENTOS
A saudade é uma rua esquisita — Ondjaki 

AS CIDADES E AS COISAS
Se a cidade fosse nossa, de J. Berth — Bianca Tavolari

LAUT — LIBERDADE E AUTORITARISMO
Operação impeachment, de F. Limongi — Daniela Costanzo

DESIGUALDADES
Relational Inequalities, de D. Tomaskovic-Devey e D. Avent-Holt — Verônica Toste

LIVROS E LIVRES
Saia da frente do meu sol, de F. Charbel — Renan Quinalha
A menina que não fui, de H. Ryner — Amara Moira

CIÊNCIAS SOCIAIS
Crônicas digitais, de A. Compagnon — Antonio Mammi 

ARTE
Amazônia Touch, de S. Salgado — Maria Stockler Carvalhosa 

LITERATURA BRASILEIRA
Entrevista com Clarice Lispector — Benjamin Moser 
A testemunha involuntária — Paulo Gurgel Valente 
Reescrevivendo Macabéa — Conceição Evaristo 
Todos os diários, de L. Cardoso — Guilherme Magalhães 

LITERATURA
Entrevista com R. Montero — Iara Biderman 
Meu pai e o fim dos judeus da Bessarábia, de S. Fux e J. Fux — Thais Lancman 

LITERATURA JAPONESA
Rádio Imaginação, de S. Ito — Gabriela Mayer

MÚSICA
Rita Lee: outra autobiografia, de R. Lee — Daniel Setti 

REBENTOS
O que você vê, de A. Rampazo — Cristiane Tavares 

Leitura - O lobo Solitário 1 - O caminho do assassino -Kazuo Koike e Goseki Kojima

  Adoro mangá e este é clássico, São vários volumes. Sempre abordando Ronins e o Bushido  RESENHA :  Com o inevitável e fatídico final do du...