domingo, 4 de dezembro de 2016

Leitura- Mascaras

Mais um livro policial de Leonardo Padura . Muito legam conhecer Cuba através dos livros de Padura bem como pelos de Pedro Luiz Gutierez. Excelente livro policial

Resenha:

Afastado de suas atividades por indisciplina, o detetive Mario Conde volta à ativa para investigar o caso de um travesti assassinado num bosque de Havana. Tarimbado, pessimista e grande consumidor de rum, Conde irá confrontar seu machismo provinciano e visceral com um suspeito que é em tudo o seu oposto: Alberto Marqués, velho dramaturgo que já foi acusado de pequeno-burguês e protetor de gays extraviados, e hoje considerado o pai do pós-modernismo crioulo.

Mesmo com vidas e mentalidades tão distantes, investigador e suspeito se aproximam - e não demora para o desprezo de Conde transformar-se em fascínio irresistível. Os dois, então, se envolvem numa investigação delicada cujas pistas passam pelos subterrâneos de uma Havana decadente, com suas festas e seu mercado negro de cervejas, dólares, contrabandistas e burocratas devassos.

É nesse mundo sensual e transgressor que os mistérios vão se revelando, num retrato ao mesmo tempo risonho e sinistro das misérias e grandezas da Cuba atual. Prêmio Café Gijon em 1995, Máscaras faz parte de "As quatro estações", série de quatro romances de Leonardo Padura Fuentes protagonizados pelo tenente Mario Conde.

sábado, 26 de novembro de 2016

Leitura - Lord Jim

Mais uma leitura de Conrad . Lord Jim nos apresenta  uma alma atormentada pela vida inteira por conta de episodio que todos uma vez ou outra são passiveis de ocorrer .Tomar decisões  em momentos críticos e difíceis  ,as vezes sem reflexão e que nos marcam para sempre. O ténue equilíbrio entre a posicao ética e moral e o pragmatismo muitas vezes levam o ser humano ser marcado para sempre pela historia e atormentado por si mesmo . Eh neste tema que Conrad desenvolve a magnifica obra

Resenha:
Nas palavras da tradutora Julieta Cupertino, ´com Jim, Joseph Conrad deu-nos um jovem preso a seus sonhos de dignidade e heroísmo, a ideais fundamentados em uma educação esmerada e em um meio familiar muito austero. O destino o levou a se tornar um marinheiro, nos mares do Sul do Pacífico, e a um incidente infeliz, que o deixa para o resto da vida escravo de um sentimento de honra machucado. O magnífico talento de Conrad nos conduz através de sua história dramática, ao mesmo tempo que nos transporta para a extraordinária riqueza natural do meio em que ele vivia - no mar ou em terra - e para mil aventuras de grande intensidade humana.´


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Leitura- A rua das ilusões perdidas


Excelente este livro de Steinbeck , lembra Érico Veríssimo na sua forma de desenhar as pessoas e suas características . Porem Steinbeck tem um que de diferente e aborda pontos inusitados do cotidiano de forma poética como a existência de um furão num tereno baldio. Sensacional. A tradução do titulo nao condiz com o que Steinbeck pretende passar : simplesmente Rua Cannery eh um retrato da Rua e seus moradores. A questao das ilusões perdidas fica por conta da pobreza de analise do tradutor.


Resenha:Romance de um dos maiores escritores do século XX
Em Cannery Row, na cidade imaginária de Monterey, Califórnia, reúnem-se os mais variados personagens da boemia. Lá vivem Lee Chong, um chinês inflexível com seus clientes endividados; Dora, madame que administra um bordel que todos frequentam e maior benfeitora do bairro; Mack e sua turma de rapazes, que trabalham para ganhar apenas o suficiente para algumas bebidas; e Doc, biólogo marinho, respeitado por todos e bem generoso. Este romance de extraordinária beleza, com personagens pitorescos e contraditórios, é uma ode à vida simples desses indivíduos, todos frequentadores da rua das ilusões perdidas.
John Steinbeck (1902-1968) construiu um lugar significativo na literatura americana como um escritor compromissado com as questões de seu país. Trabalhadores, pessoas comuns e os dramas sociais que os cercam sempre foram o tema de sua literatura. Tornou-se célebre por seus textos de teor social e pela delicadeza com que tratou temas difíceis, como a pobreza durante a depressão dos anos 1930.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Leitura - Maximas e Minimas do Barao de itarare

O Barão era muito engraçado . Porem ao se completar quase 100 anos de algumas máximas e minimas você que hoje em dia o Barão seria execrado como machista , homofóbico , segregacionista, racista e outros mais . O que percebemos que que certo tipo de humor fica no tempo e morre nele . Outro sobrevive exemplo  as Memorias de Grocho Marx que continuam atuais. Tem boas tiradas e piadas

Resenha:

Nihil


Leitura - Holywood

Sensacional este livro de Bukowski. Vou partir para o 3o livro que leio dele . Bons escritores são difíceis de encontrar . Bukowski e Fante são primos irmãos da mesma brilhante Literatura americana.



Resenha:
"Este livro é a obra-prima de Bukowski e, provavelmente, o mais próximo do Grande Romance Americano que qualquer escritor poderá criar."
The New York Times
Charles Bukowski (1920-1994) nasceu na Alemanha, veio para a América com dois anos e tornou-se um dos maiores poetas e ficcionistas dos Estados Unidos. Santo padroeiro dos bêbados escritores, escreveu, entre outros clássicos, Crônica de um amor louco, Notas de um velho safado, Fabulário geral do delírio cotidiano e Pulp.
A diferença entre Bukowski e outros malditos é que ele não é um mártir, nem um anjo caído. Às vezes, quando cai, cai atirando, sem autopiedade. Alguns de seus diálogos são memoráveis e a violência de sua linguagem geralmente oculta uma indisfarçável ternura pelos perdedores e excluídos.
Este Hollywood foi escrito a partir da experiência de Bukowski ao fazer o argumento para o filme Barfly (direção de Barbet Schroeder, com Mickey Rourke e Faye Dunaway), no qual ele narra a história de um escritor que ganha um bom dinheiro para escrever um roteiro para o cinema.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Leitura- A mulher mais linda da cidade e outras estorias

Mais um Bukowski .Desta vez um bem curto e para variar muito bom.


Resenha
"A mulher mais linda da cidade' é uma coletânea de contos. Nela, pode-se conferir uma jornada pelo universo infernal e onírico do velho e safado Buk, seus personagens desvalidos, seus quartos imundos de hotéis baratos; homens e mulheres que se movem num mundo estranho e brutal, perdedores que contracenam num mundo real, perverso. O sonho americano reduzido a trapos nas ruas desertas da madrugada voraz de Los Angeles. Traz narrativas como - 'O Assassinato de Ramon Vasquez', 'Adeus, Watson', 'Dei um tiro num cara lá em Reno' e o conto que dá título ao livro.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Livro- Simpatia pelo Demonio

Este deve ser o 2o ou 3o livro que leio de Bernardo Carvalho escritor que gosto bastante. Porem este livro que versa sobre o amor perverso não foi dos que mais gostei. Achei repetitivo em varias partes na exploração da paixão perversa que sempre assombra parceiros de alguma forma,  


Resenha:
O funcionário de uma agência humanitária é designado para levar o resgate que libertará o jovem refém de um grupo extremista islâmico. Enquanto espera para travar contato com os terroristas, o personagem revê o mais tortuoso episódio de paixão de sua vida: seu caso com um estudante mexicano em Berlim.
É no espaço entre a vivência do terrorismo contemporâneo e a aceitação do mundo sem regras criado por um relacionamento desigual que Simpatia pelo Demônio se equilibra com maestria, fazendo do romance um dos grandes acontecimentos literários brasileiros. Um livro profundo e cativante, em que política, humanidade e desejo compõem uma grande odisseia pessoal.

Livro- Simpatia pelo Demonio

Este deve ser o 2o ou 3o livro que leio de Bernardo Carvalho escritor que gosto bastante. Porem este livro que versa sobre o amor perverso não foi dos que mais gostei. Achei repetitivo em varias partes na exploração da paixão perversa que sempre assombra parceiros de alguma forma,  


Resenha:
O funcionário de uma agência humanitária é designado para levar o resgate que libertará o jovem refém de um grupo extremista islâmico. Enquanto espera para travar contato com os terroristas, o personagem revê o mais tortuoso episódio de paixão de sua vida: seu caso com um estudante mexicano em Berlim.
É no espaço entre a vivência do terrorismo contemporâneo e a aceitação do mundo sem regras criado por um relacionamento desigual que Simpatia pelo Demônio se equilibra com maestria, fazendo do romance um dos grandes acontecimentos literários brasileiros. Um livro profundo e cativante, em que política, humanidade e desejo compõem uma grande odisseia pessoal.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Leitura -Pulp

Ainda estou lendo uma coletânea de Textos Autobiográficos de Bukowski quanto no aeroporto vi este Pulp. O livro eh sensacional , extremamente engraçado e tem tudo destes detetives noir americanos com muito mas muito humor. Nada como ter um excelente escritor a mão e ler tudo de um folego só .Recomendo demais



Resenha:
29/03/2009

Pulp: o último suspiro de Charles Bukowski

Por L&PM Editores
Em seus derradeiros anos de vida, Charles Bukowski escreveu duas obras, ambas publicadas postumamente: Pulp e O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio. Em O capitão saiu para o almoço – trechos de seu diário de agosto de 1991 até fevereiro de 1993 – Bukowski faz referência a outro livro que estava escrevendo:
"Estou preocupado com minha novela. É sobre um detetive. Mas eu fico colocando-o em situações quase impossíveis e daí tenho que tirá-lo delas. Às vezes, penso numa solução quando estou no hipódromo. Sei que meu editor está curioso. Talvez ele ache que o texto não seja literário. Digo que qualquer coisa que faço é literária. Ele já deveria confiar em mim. Bem, se ele não quiser o texto, vou despejá-lo em outro lugar. Vai vender tão bem quanto qualquer coisa que escrevi, não porque é melhor, mas porque é tão bom quanto antes e meus leitores malucos estão prontos para ele".
Pulp, publicado pela Coleção L&PM Pocket, é sua última obra, a única que não é explicitamente autobiográfica, embora a ainda narrada em primeira pessoa. Porém, o livro apresenta pistas importantes para quem demonstra interesse na biografia do autor, especialmente nas sutilezas de sua personalidade. Como nos velhos livros policiais de papel, nesta obra, Bukowski adota o estilo pulp fiction e a dedica à subliteratura – o que reafirma a condição marginal a que sempre esteve submetido.
Em Pulp, Bukowski narra os episódios da vida de Nick Belane, um detetive particular de Los Angeles. Um cara durão, mas azarado, que divide o seu escritório com as moscas e as baratas, sempre atrasando o aluguel.
Em um dia insuportavelmente quente, Belane é surpreendido por uma mulher sexy, de longas pernas, "um glorioso barato de carne", que chega ao seu escritório. Seu nome é Dona Morte. Ela tem um trabalho para o detetive: encontrar Celine, um escritor francês que está morto há 32 anos, mas que ela insiste em dizer que avistou em uma livraria de Los Angeles. Na busca por Celine, Belane também investiga outros estranhos casos, todos envolvendo vigaristas dos mais variados tipos, perseguições, assassinatos, brigas de bar e até uma conspiração alienígena.
Dona Morte, uma mulher inacreditavelmente fatal, é a personificação do sentimento que acompanhava Bukowski no período em que escreveu a obra, o de estar vivendo os seus últimos dias. Pulp foi escrito em 1993, nos intervalos entre as sessões de quimioterapia a que Bukowski se submeteu devido à leucemia que o mataria meses mais tarde.
Charles Bukowski nasceu em Andernach, na Alemanha, a 16 de agosto de 1920, filho de um soldado americano e de uma jovem alemã. Aos três anos de idade, foi levado aos Estados Unidos pelos pais. Criou-se em meio à pobreza de Los Angeles, cidade onde morou por cinqüenta anos, escrevendo e embriagando-se. Publicou seu primeiro conto em 1944, aos 24 anos de idade. Só aos 35 anos é que começou a publicar poesias. Foi internado diversas vezes com crises de hemorragia e outras disfunções geradas pelo abuso do álcool e do cigarro. Durante a vida, ganhou certa notoriedade com contos publicados pelos jornais alternativos Open City e Nola Express, mas precisou buscar outros meios de sustento: trabalhou durante quatorze anos nos Correios. Casou, se separou e teve uma filha. É considerado o último escritor “maldito” da literatura norte-americana, uma espécie de autor beat honorário, embora nunca tenha se associado com outros representantes beat, como Jack Kerouac e Allen Ginsberg.
Sua literatura é de caráter extremamente autobiográfico, e nela abundam temas e personagens marginais, como prostitutas, sexo, alcoolismo, ressacas, corridas de cavalos, pessoas miseráveis e experiências escatoló­gicas. De estilo extremamente livre e imediatista, na obra de Bukowski não transparecem demasiadas preocupações estruturais. Dotado de um senso de humor ferino, auto-irônico e cáustico, ele foi comparado a Henry Miller, Louis-Ferdinand Céline e Ernest Hemingway.
Bukowski morreu de pneumonia, decorrente de um tratamento de leucemia, na cidade de San Pedro, Califórnia, no dia 9 de março de 1994, aos 73 anos de idade, pouco depois de terminar Pulp.
Livros do autor publicados pela L&PM Editores:

domingo, 23 de outubro de 2016

Leitura - Caixa Fechado

Fui a busca da Agatha Christie mas achei Sophie Anna . O livro eh bem chato repetitivo e tenta se igualar as tramas da rainha do misterio mas fica só na tentativa.



Resenha:
No ano do centenário do detetive Hercule Poirot, a autora best-seller do The New York Times Sophie Hannah lança mais uma obra inspirada na genialidade de Agatha Christie, a escritora que mais vendeu livros na história da literatura. Depois do sucesso de Os crimes do monograma, lançado em 2014 e publicado no Brasil pela HarperCollins, chega agora às livrarias Caixão fechado, a segunda publicação inspirada na Rainha do Crime e autorizada pelos herdeiros de Agatha. Dessa vez, Poirot enfrenta um mistério diabólico, mergulhado em uma atmosfera sombria e cheia de suspense e perigo. Segundo Hilary Strong, presidente da Agatha Christie Ltd, “a publicação de Os crimes do monograma abriu um novo público para o trabalho de Christie. E Caixão fechado é mais uma peça chave da nossa estratégia para manter seu legado atual e vivo”.

Leitura - Caixa Fechado

Fui a busca da Agatha Christie mas achei Sophie Anna . O livro eh bem chato repetitivo e tenta se igualar as tramas da rainha do mesterio mas fica só na tentativa.



Resenha:
No ano do centenário do detetive Hercule Poirot, a autora best-seller do The New York Times Sophie Hannah lança mais uma obra inspirada na genialidade de Agatha Christie, a escritora que mais vendeu livros na história da literatura. Depois do sucesso de Os crimes do monograma, lançado em 2014 e publicado no Brasil pela HarperCollins, chega agora às livrarias Caixão fechado, a segunda publicação inspirada na Rainha do Crime e autorizada pelos herdeiros de Agatha. Dessa vez, Poirot enfrenta um mistério diabólico, mergulhado em uma atmosfera sombria e cheia de suspense e perigo. Segundo Hilary Strong, presidente da Agatha Christie Ltd, “a publicação de Os crimes do monograma abriu um novo público para o trabalho de Christie. E Caixão fechado é mais uma peça chave da nossa estratégia para manter seu legado atual e vivo”.

Leitura - Caixa Fechado

Fui a busca da Agatha Christie mas achei Sophie Anna . O livro eh bem chato repetitivo e tenta se igualar as tramas da rainha do misterio mas fica só na tentativa.



Resenha:
No ano do centenário do detetive Hercule Poirot, a autora best-seller do The New York Times Sophie Hannah lança mais uma obra inspirada na genialidade de Agatha Christie, a escritora que mais vendeu livros na história da literatura. Depois do sucesso de Os crimes do monograma, lançado em 2014 e publicado no Brasil pela HarperCollins, chega agora às livrarias Caixão fechado, a segunda publicação inspirada na Rainha do Crime e autorizada pelos herdeiros de Agatha. Dessa vez, Poirot enfrenta um mistério diabólico, mergulhado em uma atmosfera sombria e cheia de suspense e perigo. Segundo Hilary Strong, presidente da Agatha Christie Ltd, “a publicação de Os crimes do monograma abriu um novo público para o trabalho de Christie. E Caixão fechado é mais uma peça chave da nossa estratégia para manter seu legado atual e vivo”.

sábado, 15 de outubro de 2016

Leitura-Loney

Com traços de Coração nas trevas de Conrad e a volta do parafuso  este terror gotico nos prende , Este livro deixa no ar e deixa para o leitor tirar as conclusoes .Muito bom .Escrita e literatura de boa qualidade


Resenha:
Quando os restos mortais de uma criança são descobertos durante uma tempestade de inverno numa extensão da sombria costa da Inglaterra conhecida como Loney, Smith é obrigado a confrontar acontecimentos terríveis e misteriosos ocorridos quarenta anos antes, quando ainda era criança e visitou o lugar.

À época, a mãe de Smith arrastou a família para aquela região numa peregrinação de Páscoa com o padre Bernard, cujo antecessor, Wilfred, morrera pouco tempo antes. Cabia ao jovem sacerdote liderar a comunidade até um antigo santuário, onde a obstinada sra. Smith crê que irá encontrar a cura para o filho mais velho, um garoto mudo e com problemas de aprendizagem. 

O grupo se instala na Moorings, uma casa fria e antiga, repleta de segredos. O clima é hostil, os moradores do lugar, ameaçadores, e uma aura de mistério cerca os desconhecidos ocupantes de Coldbarrow, uma faixa de terra pouco acessível, diariamente alagada na alta da maré. A vida dos irmãos acaba se entrelaçando à dos excêntricos vizinhos com intensidade e complexidade tão imperativas quanto a fé que os levou ao Loney, e o que acontece a partir daí se torna um fardo que Smith carrega pelo resto da vida, a verdade que ele vai sustentar a qualquer preço.

Com personagens ricos e idiossincráticos, um cenário sombrio e a sensação de ameaça constante, Loney é uma leitura perturbadora e impossível de largar, que conquistou crítica e público. Uma história de suspense e horror gótico, ricamente inspirada na criação católica do autor, no folclore e na agressiva paisagem do noroeste inglês.

domingo, 2 de outubro de 2016

Leitura-No Sufoco

Este eh o 1o livro que leio de Palahniuk. Eh bastante heavy a escrita , bem no estilo do Clube da Luta . Estilo um pouco dificil de se acompanhar mas a leitura acaba sendo boa . Pretende chocar e acaba conseguindo isto e  nao eh uma leitura agradavel mas bem interessante.



Resenha:

Victor Mancini concebeu um golpe complexo para pagar as contas na casa de repouso da mãe: vá a um restaurante grã-fino, finja que se engasga comendo e deixe uma pessoa “salvá-lo”; ela vai sentir-se responsável por você, até financeiramente, pelo resto da vida. Multiplique isso umas cem vezes que os cheques vão chegar pelo correio em fluxo constante. Victor também trabalha num parque temático com um bando de figuras medíocres, ronda grupos de viciados em sexo para curtir as viciadas e visita a mãe convalescente, cujo Alzheimer esconde um segredo fantástico sobre sua concepção.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Leitura - A Vida nao tem Cura


Este eh um livro que expoe o desespero e a desesperança . Eh  um entregar tresloucado numa queda num poco que nao tem fim  num simulacro de uma vida com rumo proprio no sentido da destruição de qq valor e total descontrole . Livro que mexe conosco



Resenha :
Após uma adolescência idílica, regada a canções de Renato Russo e All Stars vermelhos, Luís Guilherme, o protagonista desse novo romance de Marcelo Mirisola, tem que encarar a monstruosa vida adulta. E não dá outra: o inocente professorzinho particular de matemática é feito de gato e sapato por sua musa, a mulher-belzebu Natasha, cai de boca na Boca do Lixo paulistana e termina procurando a cura gay na Igreja Country da Eterna Graça de Deus. Conclusão: de protagonista, Gui não tem nada - e a vida, caros leitores, não tem cura.

sábado, 17 de setembro de 2016

Leituras- Vozes de Chernobil

Se este livro eh ou não literatura , uma vez que eh feito de relatos de pessoas comuns que vivenciaram a tragedia , eh um outra questão  a se discutir . Porem não resta duvida que eh um livro impressionante e que mostra outro tipo de estoria , aquela contada pelos  que viveram e não pelos que estudaram ou romantizaram. Um excelente livro que nos faz refletir sobre os aspectos relativos a postura das pessoas em eventos similares e o reflexo destas atitudes nas vidas de todos




Resenha:

Em 26 de abril de 1986, uma explosão seguida de incêndio na usina nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia - então parte da finada União Soviética -, provocou uma catástrofe sem precedentes em toda a era nuclear: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera da URSS e em boa parte da Europa. Em poucos dias, a cidade de Prípiat, fundada em 1970, teve que ser evacuada. Pessoas, animais e plantas, expostos à radiação liberada pelo vazamento da usina, padeceram imediatamente ou nas semanas seguintes.
Tão grave quanto o acontecimento foi a postura dos governantes e gestores soviéticos (que nem desconfiavam estar às vésperas da queda do regime, ocorrida poucos anos depois). Esquivavam-se da verdade e expunham trabalhadores, cientistas e soldados à morte durante os serviços de reparo na usina. Pessoas comuns, que mantinham a fé no grande império comunista, recebiam poucas informações, numa luta inglória, em que pás eram usadas para combater o átomo. A morte chegava em poucos dias. Com sorte, podia-se ser sepultado como um patriota em jazigos lacrados.
É por meio das múltiplas vozes - de viúvas, trabalhadores afetados, cientistas ainda debilitados pela experiência, soldados, gente do povo - que Svetlana Aleksiévitch constrói esse livro arrebatador, a um só tempo, relato e testemunho de uma tragédia quase indizível. Cenas terríveis, acontecimentos dramáticos, episódios patéticos, tudo na história de Tchernóbil aparece com a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. Eis uma obra-prima do nosso tempo.


Leituras- Vozes de Chernobil

Se este livro eh ou não literatura , uma vez que eh feito de relatos de pessoas comuns que vivenciaram a tragedia , eh um outra questão  a se discutir . Porem não resta duvida que eh um livro impressionante e que mostra outro tipo de estoria , aquela contada pelos  que viveram e não pelos que estudaram ou romantizaram. Um excelente livro que nos faz refletir sobre os aspectos relativos a postura das pessoas em eventos similares e o reflexo destas atitudes nas vidas de todos




Resenha:

Em 26 de abril de 1986, uma explosão seguida de incêndio na usina nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia - então parte da finada União Soviética -, provocou uma catástrofe sem precedentes em toda a era nuclear: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera da URSS e em boa parte da Europa. Em poucos dias, a cidade de Prípiat, fundada em 1970, teve que ser evacuada. Pessoas, animais e plantas, expostos à radiação liberada pelo vazamento da usina, padeceram imediatamente ou nas semanas seguintes.
Tão grave quanto o acontecimento foi a postura dos governantes e gestores soviéticos (que nem desconfiavam estar às vésperas da queda do regime, ocorrida poucos anos depois). Esquivavam-se da verdade e expunham trabalhadores, cientistas e soldados à morte durante os serviços de reparo na usina. Pessoas comuns, que mantinham a fé no grande império comunista, recebiam poucas informações, numa luta inglória, em que pás eram usadas para combater o átomo. A morte chegava em poucos dias. Com sorte, podia-se ser sepultado como um patriota em jazigos lacrados.
É por meio das múltiplas vozes - de viúvas, trabalhadores afetados, cientistas ainda debilitados pela experiência, soldados, gente do povo - que Svetlana Aleksiévitch constrói esse livro arrebatador, a um só tempo, relato e testemunho de uma tragédia quase indizível. Cenas terríveis, acontecimentos dramáticos, episódios patéticos, tudo na história de Tchernóbil aparece com a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. Eis uma obra-prima do nosso tempo.


domingo, 11 de setembro de 2016

Leitura - O Senhos das Moscas

Li este clássico a partir de resenhas sobre Golding. Eh um bom livro mas nada especial. Vale mais para colocar um clássico nas minhas leituras



Resenha:
Publicado originalmente em 1954, 'Senhor das Moscas' é um dos romances essenciais da literatura mundial. Adaptado duas vezes para o cinema, traduzido para 35 idiomas, o clássico de William Golding - que já foi visto como uma alegoria, uma parábola, um tratado político e mesmo uma visão do apocalipse - vendeu, só em língua inglesa, mais de 25 milhões de exemplares. Durante a Segunda Guerra Mundial, um avião cai numa ilha deserta, e seus únicos sobreviventes são um grupo de meninos em idade escolar. Eles descobrem os encantos desse refúgio tropical e, liderados por Ralph, procuram se organizar enquanto esperam um possível resgate. Mas aos poucos - e por seus próprios desígnios - esses garotos aparentemente inocentes transformam a ilha numa visceral disputa pelo poder, e sua selvageria rasga a fina superfície da civilidade, que mantinham como uma lembrança remota da vida em sociedade. Ao narrar a história de meninos perdidos numa ilha paradisíaca, aos poucos se deixando levar pela barbárie, Golding constrói uma história eletrizante, ao mesmo tempo uma reflexão sobre a natureza do mal e a tênue linha entre o poder e a violência desmedida. A nova tradução para o português mostra como Senhor das Moscas mantém o mesmo impacto desde o seu lançamento - um clássico moderno; um livro que retrata de maneira inigualável as áreas de sombra e escuridão da essência do ser humano.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Leitura- Historia das ciencias

Novo livro sobre ciência que aborda os principais atores da criação da ciência e textos originais

Resenha:
Esta antologia de textos sobre filosofia e história das ciências tem como objetivo pôr o estudante em contato direto com as ideias dos grandes expoentes da Revolução Científica. Em vez de "ouvir falar" ou "ler sobre" o que eles pensam, o leitor terá oportunidade de lidar diretamente com os textos de Copérnico, Da Vinci, Galileu, Newton e muitos outros.

Com a experiência de mais de 30 anos de magistério, o professor Danilo Marcondes defende uma interpretação mais abrangente da Revolução Científica, incluindo ao lado dos habituais campos da física e da astronomia também a geografia, a linguagem, a medicina, as artes... Indo além nessa visão inovadora, afirma ainda que, sob muitos aspectos, a Revolução começou de fato com os desafios ao conhecimento tradicional lançados pelas grandes navegações, e sobretudo pelo descobrimento do Novo Mundo.

sábado, 3 de setembro de 2016

Leitura-Stoner

Este eh o 2o livro de John Willians que leio em  sequencia. Não  conhecia Willians mas se trata de um dos melhores escritores contemporâneos. O livro eh sensacional e um dos que mais gostei dentre tantos que li. Stoner traça o retrato da vida de todos nos simples mortais de uma maneira sublime e transforma Stoner num dos grandes tipos literários . Estupendo

Resenha:

William Stoner, filho de humildes camponeses, destinado a trabalhar a terra como seus antepassados, quase por acaso acaba tomando um caminho diferente e, motivado por sua paixão pela literatura, torna-se professor universitário. Ele casa, tem uma filha, passa pelos altos e baixos da vida, adoece, morre.

Os cinquenta anos da vida de William Stoner são narrados com grande precisão e sensibilidade através de um estilo simples e elegante. São descritos seu progressivo e doloroso afastamento da família, as relações complicadas com os colegas, as amizades tragicamente marcadas pela guerra, a difícil vida conjugal, o intenso e impossível amor clandestino com uma professora mais jovem. Stoner reage às provações da vida com aparente impassibilidade e silencioso estoicismo, emergindo como um inesquecível e improvável heroi da vida cotidiana.



Leitura- O Bebedor de vinho de Palma- Amos Tutuola

RESENHA : Tido pela revista Time como um dos 100 melhores livros de literatura fantástica de todos os tempos, O bebedor de vinho de palma e ...