sexta-feira, 19 de agosto de 2022
quarta-feira, 17 de agosto de 2022
Leitura-Crônica dos Leais Guerreiros Satsuma -Vol 1
Resenha :
A maior e mais consagrada obra do grande mestre dos mangás de samurai, Hiroshi Hirata, chega ao Brasil numa coleção de três volumes. Se você já gostou de O Preço da Desonra: Kubidai Hikiukenin, saiba que foi em Satsuma Gishiden que Hirata encontrou seu auge como artista, entregando uma trama épica, com arte arrebatadora. A época dos samurais é repleta de histórias de grandes proezas em batalha e sistemas profundamente arraigados na honra e disciplina, mas, por trás desse rígido código de conduta havia uma sociedade se despedaçando. Com o longo período de paz trazido pelo resultado da Batalha de Sekigahara, em 1600, conflitos nos sistemas de classes e a necessidade de uma nação unida acabaram com os velhos modos de combater dos samurais, que perderam seu propósito de vida de uma hora para outra. Agora, eles diariamente se digladiam com o severo código de honra que norteia suas vidas, enquanto tentam se adequar aos novos tempos. E nenhuma província tinha mais samurais treinados para a guerra do que Satsuma, o que faz dela a região mais temida pelo Xogunato. Lá, o clima de apreensão ganha ares de rebelião quando uma ordem expressa do governo demanda a realização de uma obra quase impossível de ser executada, o que só pode significar que as autoridades buscam a derrocada do clã. O acirramento dos ânimos desses homens levará a desdobramentos que poderão tanto glorificá-los pela eternidade como decretar sua desgraça de uma vez por todas. Satsuma Gishiden é um clássico gekigá (mangá de temática realista) sobre o começo do fim da era dos samurais. Publicado originalmente no Japão de 1979 a 1982, ele agora é apresentado aos leitores brasileiros em uma coleção fechada de três volumes, com sobrecapa com verniz localizado de alto relevo, papel de alta gramatura, miolo colado e costurado para o melhor manuseio na leitura, e um marcador de páginas diferente em cada edição.
Leitura- Os Amnésicos- Geraldine Schwarz
Excelente livro que aborda a questão daqueles que simplesmente passam quanto nos deparamos com situações importantes na vida .Enfoca a questão da adesão e não tomada de posição a favor dos judeus antes de durante a 2a guerra e como os europeus se posicionaram quanto aos julgamentos de nazistas e adesistas.
Resenha :Agora que as testemunhas já morreram, tanto as vítimas como os algozes, resta a lembrança de suas palavras e de seu rosto, os monumentos e os livros. Eu quis tecer os fios da grande história com os da pequena, até que emergisse um quadro do mundo de outrora, com suas porções de sombra e de luz, com suas vidas destruídas pela megalomania dos homens, com a vida de Lydia e Karl Schwarz, que tiveram a infelicidade de nascer no limiar de um século maldito.» Na descoberta das conciliações de seu avô alemão com o regime nazista, Géraldine Schwarz revela a responsabilidade dos Mitläufer em uma ditadura: aqueles, tão numerosos, que «se deixam levar pela corrente». Acompanhando três gerações de sua família, ela reconstitui o trabalho de memória empreendido na Alemanha e que é a força de sua democracia. Ao compará-lo com as lacunas memoriais na França e em outras partes da Europa, ela suscita uma questão crucial: fazer dos cidadãos vítimas da História em vez de responsabilizá-los não teria aberto caminho para o populismo e fragilizado as nossas democracias?
terça-feira, 9 de agosto de 2022
Leitura - A Luta Inglória do Padre Antônio Vieira - Anita Novinsky
Pretendia comprar uma biografia do Padre Antônio Vieira , Não um libelo forçado quase transformando o Padre num judeu. Ignorando todas as questões politicas e econômicas da época constrói uma tese pouco consistente não entendendo o papel diplomático de Vieira para Portugal.
Junto com esta tese defende Raposo Tavaves como um grande brasileiro , se esquecendo também das questões econômicas e politicas da éoca ignorando sua natureza cruel e seus motivos pessoais .Fato que na ajudou o Brasil a crescer suas fronteiras porém foi responsável por genocídio de índios e de uma crueldade atroz. Que hoje entendemos como uma natureza de grande parte do povo brasileiro
Resenha :
Não há diferença alguma entre a dinamitação dos Budas de Bamiyan pelos Talibãs, da destruição do museu de Mosul e de Palmira pelo Estado Islâmico, e a onda de vandalismo e terrorismo cultural que parece ter agora chegado a Portugal pela mão covarde de uma certa extrema-esquerda que não dá a cara”, disse o político português Francisco Rodrigues dos Santos diante da vandalização de monumentos históricos como a estátua do padre Antônio Vieira, em Lisboa. E em nome de que? Da descolonização. O leva a perguntar: o quão merecedor deste tratamento o padre Vieira foi? Qual foi o seu papel histórico? Quem era ele? Fugindo do anacronismo evidente nessas ações, para nos ajudar a entender esta personagem histórica, uma das maiores historiadoras brasileiras Anita Novinsky traz uma nova interpretação sobre a mentalidade de um dos mais influentes políticos do seu tempo: o jesuíta padre Antônio Vieira. Não conhecemos a origem do padre Vieira. Há notícias de que era descendente de negros e talvez por isso que as questões de miscigenação o interessavam tanto. Há apenas suspeitas de que era cristão novo. Não temos elementos de prova, mas o judaísmo e a questão judaica foram centro de suas preocupações, inspirando os seus escritos. No seu novo e último livro, A Luta Inglória do Padre Antônio Vieira, Anita pretende desvendar esse jesuíta que lutou contra a sua inclinação pelo judaísmo e com ideias que levaram o próprio Vieira a ver o mundo de maneira bem diferente dos velhos cristãos.
terça-feira, 2 de agosto de 2022
Leitura- Angola Janga - Marcelo D'salete
terça-feira, 26 de julho de 2022
Leitura- O Plantador de Abóboras- Luís Cardoso
Resenha: Escrito num fluxo poético de memória e tragédia, reminiscências e episódios históricos, este é um romance único e poderoso. Na prosa hipnotizante de Luís Cardoso, uma mulher — que por mais de duas décadas espera o retorno do noivo durante a ocupação indonésia no Timor — relata (a um interlocutor misterioso) a história de seu país. Vivendo em Lisboa, Cardoso retornou ao Timor numa viagem com José Saramago. No meio das ruínas da guerra, os dois escritores encontraram uma mulher que se pôs a falar sobre o país.
Este livro é uma meditação sobre a criação do Timor e sobre todas as violências possíveis (o racismo, o comércio predatório, a exploração do homem, o preconceito, as invasões e o machismo). Belo e intenso, é construído a partir de episódios históricos, lendas e tragédias políticas. Timor, cenário mítico, não voltará a ser o mesmo depois desta viagem em que o concreto e o lendário, Sancho Pança e Chibanga, as rosas e o café, o cavalo e o ganso, o Império Colonial e o Oriente, a espera pelo amor e os dias vertiginosos da guerra são chamados à cena.Ou, como diz a própria personagem desse romance absolutamente singular e encantatório: "Numa guerra ninguém faz considerações morais: ou se mata ou se morre. Mata-se e pronto. Mataste quantas pessoas, antes de entrares nesta casa para me dizeres que gostarias de plantar abóboras?".
segunda-feira, 25 de julho de 2022
Leitura- 451No #59
Indice : #59
FOLHA DE
ROSTO
A FEIRA
DO LIVRO
Um grande dia em São Paulo — Giovana
Madalosso, Natalia Timerman e Paula Carvalho
FICHAMENTO
COLUNAS
Angolanês [Um benguelense em Berlim] — Kalaf
Epalanga
O grito [Tema livre] — Djaimilia Pereira de Almeida
Movimento LGBTI+, de
R. Quinalha [As cidades e as coisas] — Bianca Tavolari
A cidade desloca a retina [As cidades e as coisas] — Tacio Russo
LAUT —
LIBERDADE E AUTORITARISMO
Revolução conservadora,
de L. Rosenfield — Emilio Peluso Meyer
DESIGUALDADES
Invisíveis, de F.
da Escóssia — Cláudio Machado
LITERATURA
EM LÍNGUA PORTUGUESA
O encantamento da língua portuguesa — Redação Quatro
Cinco Um
Entrevista com Isabel Lucas — Beatriz
Muylaert
Mensagem, de F.
Pessoa — Carlos Adriano
As doenças do Brasil,
de V. H. Mãe — Pedro Jaime e Celso Cruz
O plantador de abóboras,
de L. Cardoso — Paula Sperb
Flecha, de M.
Campilho — Olívia Nicoletti
A poesia de Maria do Rosário Pedreira — Itamar
Vieira Junior
Eliete, de D. M.
Cardoso — Fabiane Secches
Listão de literatura lusófona —
LITERATURA
JAPONESA
O marinheiro que perdeu as graças do mar, de Y. Mishima — Bernardo Carvalho
TEATRO
Diatribe de amor contra um homem sentado, de G. G. Márquez — Sérgio Roveri
REBENTOS
Gente legal está em todo lugar, de A. Walker — Kelly Ribeiro
domingo, 24 de julho de 2022
Leitura - Retalhos - Craig Thompson
Outra graphic novel de alto nível. Excelente retrato da juventude de jovem cristão
Resenha : Uma das graphic novels mais premiadas dos últimos tempos, Retalhos é um relato autobiográfico da vida no Meio Oeste americano. Thompson retrata sua própria história, da infância até o início da vida adulta, numa cidadezinha de Wisconsin, no centro dos Estados Unidos, que parece estar sempre coberta pela neve. Seu crescimento é marcado pelo temor a Deus — transmitido por sua família, seu colégio, seu pastor e as trágicas passagens bíblicas que lê —, que se interpõe contra seus desejos, como o de se expressar pelo desenho.
Ao mesmo tempo Thompson descreve a relação com o irmão mais novo, com quem ele dividiu a cama durante toda a infância. Conforme amadurecem, os irmãos se distanciam, episódio narrado com rara sensibilidade pelo autor.
Com a adolescência, seus desejos se expandem e acabam tomando forma em Raina — uma garota vivaz, de alma poética e impulsiva, quase o oposto total de Thompson —com quem começa a relação que mudará a visão que ele tem da família, de Deus, do futuro e, enfim, do próprio amor. Retalhos traz as dores e as paixões dos melhores romances de formação — mas dentro de uma linguagem gráfica própria e extremamente original.
Leitura - Persépolis- Marjane Satrapi
Livro premiado com razão .Uma representação forte do crescimento durante período difícil da vida no Irã.
Resenha : Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita — apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa.
Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama — e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.
Leitura -Memorial de Maria Moura- Rachel de Queiroz
Excelente romance de Rachel . Capta as características sociais da virada do século no Nordeste
Resenha: Romance maduro de Rachel de Queiroz, Memorial de Maria Moura traz em si todas as características literárias que consagraram a escritora, a primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras. Narrado no Brasil rural do século XIX, o livro conta a saga de Maria Moura, personagem forte e sertaneja.
Ainda nova, Maria Moura passa por experiências dolorosas. Perde o pai e depois a mãe. O padrasto a alicia e a violenta. E mais: sua terra, herdada, se encontra sob ameaça de primos inescrupulosos. O agreste, a seca e a solidão poderiam ser os únicos companheiros dessa jornada. Maria, porém, é um retrato da vontade e do desejo da mulher nordestina, que entende o lugar de submissão em que a sociedade e a família querem colocá-la, mas não aceita se contentar com ele. À sua volta reúnem-se personagens apaixonados e leais, que clamam por participar de sua luta por justiça.
O sertão, a liberdade, a violência, a disputa por terras, a religiosidade, a vontade e a emancipação feminina, a amizade e o amor são grandes temas de Rachel de Queiroz, todos tratados nessa obra-prima, escrita quando a autora já contava com 82 anos. Não por menos, Memorial de Maria Moura ganhou o Prêmio Jabuti de Ficção do ano de 1993 e, no seguinte, foi adaptada para uma minissérie homônima na Rede Globo, com Glória Pires no papel da protagonista.
Rachel de Queiroz foi uma mulher extraordinária. Escritora, jornalista, militante contra a ditadura Vargas e porta-voz do Nordeste brasileiro, nunca consentiu ser enclausurada em categorias. Dizia-se “não feminista”, permitia-se a contradição. Nas palavras de Heloisa Buarque de Hollanda, Rachel é “nossa grande literatura feminista […] avant la lettre.”
O livro é ilustrado pelo grande gravurista Ciro Fernandes.
terça-feira, 12 de julho de 2022
Leitura- Memorial de Maria Moura - Raquel de Queiroz
Aclamada obra de Rachel de Queiroz, Memorial de Maria Moura retorna às livrarias com capa nova.
Romance maduro de Rachel de Queiroz, Memorial de Maria Moura traz em si todas as características literárias que consagraram a escritora, a primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras. Narrado no Brasil rural do século XIX, o livro conta a saga de Maria Moura, personagem forte e sertaneja.
Ainda nova, Maria Moura passa por experiências dolorosas. Perde o pai e depois a mãe. O padrasto a alicia e a violenta. E mais: sua terra, herdada, se encontra sob ameaça de primos inescrupulosos. O agreste, a seca e a solidão poderiam ser os únicos companheiros dessa jornada. Maria, porém, é um retrato da vontade e do desejo da mulher nordestina, que entende o lugar de submissão em que a sociedade e a família querem colocá-la, mas não aceita se contentar com ele. À sua volta reúnem-se personagens apaixonados e leais, que clamam por participar de sua luta por justiça.
O sertão, a liberdade, a violência, a disputa por terras, a religiosidade, a vontade e a emancipação feminina, a amizade e o amor são grandes temas de Rachel de Queiroz, todos tratados nessa obra-prima, escrita quando a autora já contava com 82 anos. Não por menos, Memorial de Maria Moura ganhou o Prêmio Jabuti de Ficção do ano de 1993 e, no seguinte, foi adaptada para uma minissérie homônima na Rede Globo, com Glória Pires no papel da protagonista.
Rachel de Queiroz foi uma mulher extraordinária. Escritora, jornalista, militante contra a ditadura Vargas e porta-voz do Nordeste brasileiro, nunca consentiu ser enclausurada em categorias. Dizia-se “não feminista”, permitia-se a contradição. Nas palavras de Heloisa Buarque de Holanda, Rachel é “nossa grande literatura feminista […] avant la lettre.”
O livro é ilustrado pelo grande gravurista Ciro Fernandes.
Leitura- Getúlio Vargas -Boris Fausto
Bom perfil de Getúlio .Importante para conhecer os movimentos políticos de sua vida
Resenha :
Nesta obra, Boris Fausto, retrata Getúlio Vargas como quem fala de um velho conhecido. Não é para menos, desde os tempos de escola, quando se acostumou a ver o retrato do líder pendurado na sala de aula, até hoje, a carreira intelectual do historiador tem sido sempre atada à memória de Getúlio.
sábado, 9 de julho de 2022
Leitura- Coluna Prestes - José Augusto Drumond
Bom livro sobre a Coluna . Bem resumido que dá uma boa visão do movimento para quem for se aprofundar na leitura
Resenha: Importante capítulo do movimento tenentista, a Coluna Prestes foi mais uma das manifestações do crônico intervencionismo militar na vida política brasileira.
Acreditando-se supremos representantes dos interesses nacionais, os jovens oficiais do Exército que dela participaram percorreram mais de 25.000 km do país em 27 meses, arrebanhando simpatizantes e enfrentando tropas regulares do Exército, de polícias militares e de grupos civis armados. Quais seus reais significados e interesses? Que importância teve na nossa história política e social?Leitura- Gregorio de Matos - Biografia - Maria de Lourdes Teixeira
Muito ruim esta biografia .De biografia não tem nada. Pouco ou quase nenhuma informação e pesquisa relevante sobre o Poeta . No mais são impressões eivadas de preconceito e opiniões sem menor valor .
Resenha :
Biografia de Matos
quarta-feira, 6 de julho de 2022
Leitura- Filosofias Africanas - Nei Lopes e Luiz Antonio Simas
Na tentativa de entender e ver a possibilidade de uma filosofia brasileira , fui ler esta afri8cana. Eh um introdução mas a meu ver , apesar de criar os termos de-colonianismo e preconceito cientifico ainda não se trata de esboçar uma Filosofia LIVRE dos preconceitos Eurocêntricos , isto é construído sob outros pilares científicos e baseados nos entes encantados e ditos populares sem o viés universitário
Filosofias africanas é uma viagem ao pensamento africano pelos ganhadores do Prêmio Jabuti – Livro do ano.
Resenha : Num sentido amplo, o termo “filosofia” designa a busca do conhecimento iniciado quando os seres humanos começaram a tentar compreender o mundo por meio da razão. O termo pode também definir o conjunto de concepções, práticas ou teóricas, acerca da existência, dos seres, do ser humano e do papel de cada um no Universo. Na prática acadêmica, é usado para designar o “conjunto de concepções metafísicas (gerais e abstratas) sobre o mundo”.
A grande crítica que se faz às tentativas de caracterizar o pensamento tradicional africano como filosofia é a de que, na África, os nativos, defrontados com a grande incógnita que é o Universo, seriam incapazes de ir além do temor e da reverência, próprios das mentes ditas “primitivas”.
A partir daí, o chamado “racismo científico”, um dos pilares do colonialismo no século XIX – desqualificando as fontes do saber africano conhecidas desde a Antiguidade –, negou a possibilidade de os africanos produzirem filosofia. Então, o reconhecimento como filósofos, no sentido estrito do termo, de pensadores nascidos na África e de uma linha filosófica deles originada só ocorreu a partir do século XX.
Filosofias africanas trata tanto dos saberes ancestrais africanos, sua essência preservada nos provérbios, na diversidade multicultural e nos ensinamentos passados durante gerações por meio da oralidade, quanto da contribuição de filósofos africanos e afrodescendentes contemporâneos na atualização desses saberes, muitos dos quais pautados no decolonialismo. Nei Lopes e Luiz Antonio Simas, de maneira didática, mais uma vez escreveram uma obra que evidencia a complexidade, sofisticação e profundidade do pensamento africano e das perspectivas de mundo que sua filosofia provoca.
terça-feira, 5 de julho de 2022
Leitura ´Padre Cicero -Lira Neto
Nada como ler a biografia de grandes brasileiros para entender nossa nação e os conceitos históricos , sociais e culturais da época. Lira Neto eh um grande pesquisador e o livro excelente por ir a detalhes que nos fazem entender todo clima politico da época tanto sob aspecto religioso como civil
Resenha : Padre Cícero é o resultado de dez anos de pesquisa de Lira Neto, autor de livros como O Inimigo do Rei: Uma biografia de José de Alencar e Maysa: só numa multidão de amores, que deu origem à minissérie da tv Globo. Nesta biografia, uma das mais aguardadas do ano, o autor se debruça sobre a vida do mais amado e controvertido líder religioso que o Brasil já teve: Cícero Romão Batista, o Padim Ciço dos romeiros e fiéis.
Baseado em documentos raros e inéditos, o autor reconta, com riqueza de detalhes, os noventa anos de vida do sacerdote, desde seu nascimento no sertão cearense até a consagração como líder popular. Santo para alguns, impostor para outros, nesta biografia o padre Cícero é alvo de um olhar preciso, que desfaz equívocos históricos e ajuda a enxergar o homem por trás do mito.
É sobre essa vida rica e atribulada que se debruça Padre Cícero. Em um momento em que, acuada diante do avanço evangélico, a Igreja Católica avalia a reabilitação canônica do padre, esta biografia permite compreender a verdadeira dimensão de um dos personagens mais fascinantes da nossa história — e também resgata algumas das inquietações políticas e sociais que ajudaram a moldar o Brasil do século XX.
Leitura - O lobo Solitário 1 - O caminho do assassino -Kazuo Koike e Goseki Kojima
Adoro mangá e este é clássico, São vários volumes. Sempre abordando Ronins e o Bushido RESENHA : Com o inevitável e fatídico final do du...
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Bons os artigos sobre Guimaraes e adicionei o livro de Tatiana Salem sobre livros em minha lista















