terça-feira, 8 de maio de 2018

Leitura- Sonhos de Einstein

Muito bacana este livro que nos mostra as leis da física em prosa. Vivenciamos cada lei como se estivéssemos num mundo particular . Leitura curta mas interessante

Resenha:
Corre o fim da primavera e o início do verão de 1905. Em Berna, cidade suíça à sombra dos Alpes, pacata e sistemática como um relógio, vive um jovem de 26 anos chamado Albert Einstein. Este simples funcionário do Escritório Suíço de Patentes vem tendo sonhos perturbadores, todos eles ligados aos mistérios do tempo e do espaço. Num deles, por exemplo, o tempo transcorre todo num único dia — nascimento, vida e morte. Em outro, não existe futuro. E há também o sonho em que causa e efeito ligam-se de maneira imprevisível, desvinculando os atos de suas consequências...
Nesses verdadeiros poemas em prosa que são os trinta sonhos do jovem Einstein, Alan Lightman nos oferece a própria condição humana, propondo uma aventura encantadora entre a lógica e a poesia, entre o abismo da contemplação existencial e a ironia bem-humorada.
Traduzido para mais de trinta línguas, o romance foi fonte de inspiração para dramaturgos, bailarinos, músicos e outros artistas do mundo inteiro.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Leitura - Pedro Paramo

Apos tentativas de leitura deste livro na decada de 80 finalmente li esta Obra Prima. O curioso eh que me chamou a atenção a semelhança com o livro que ganhou o Booker Prize de 2017 "Lincoln no Bardo"  que acabei de ler . Ambos excelentes mas me parece que Pedro Paramo inspirou este livro o que nao tira seu merito.


Resenha: 
"Pedro Páramo" (BestBolso) é o primeiro de dois livros lançados em toda a vida de Juan Rulfo. O enredo, simples, trata da promessa feita por um filho à mãe moribunda, que lhe pede que saia em busca do pai, Pedro Páramo, um malvado lendário e assassino.
Juan Preciado, o filho, não encontra pessoas, mas defuntos repletos de memórias, que lhe falam da crueldade implacável do pai. Vergonha é o que Juan sente. Alegoricamente, é o México ferido que grita suas chagas e suas revoluções, por meio de uma aldeia seca e vazia onde apenas os mortos sobreviveram para narrar os horrores da história.
O realismo fantástico como hoje se conhece não teria existido sem esse livro, é dessa fonte que beberam o colombiano Gabriel García Márquez e o peruano Mario Vargas Llosa, que também narram odisséias latino-americanas.
O romance mais aclamado da literatura mexicana faz parte da lista dos cem melhores livros de ficção do século 20, votação organizada pelo caderno "Mais!" da Folha em 1999.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Leitura- A Mente Organizada

Para minha frustração o livro trata mais de raciocínio estatístico do que como realmente funciona a mente . Vários formas de interpretação via neurociência do funcionamento do cérebro recaem em estatística e probabilidade por ser a forma mais racional de se tomar decisões e recuperar informações . E o livro simplesmente nos ensina a raciocinar probalisticamente , o que para um estatístico já eh um fato . Pouco acrescenta


Resenha:
Poderia a boa e velha organização ser o segredo fundamental para se navegar no mar de informações do mundo moderno? Enquanto notícias, textos, contas e aplicativos invadem nosso cotidiano, espera-se que tomemos rapidamente decisões cada vez maiores. Em capítulos instigantes sobre temas que vão desde a gaveta bagunçada da cozinha até cuidados com a saúde, David Levitin apresenta avanços recentes nos estudos sobre o cérebro e mostra métodos que podemos aplicar no dia a dia para adquirir uma sensação de controle sobre a maneira como organizamos nossos lares, nossos ambientes de trabalho e nossas vidas.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Leitura - Contos da Tartaruga Dourada


Livro importante para se entender a cultura Coreana. Através de sua prosa aprendemos um pouco da formação dos valores e etica coreanos , da historia da formação do Pais  de como se moldou o povo e sua visão de mundo , tão diferente e distante da nossa .Além de tudo apresenta uma prosa que se aproxima da Literatura Fantástica.



Resenha:
O conjunto dos "Contos da Tartaruga Dourada", escrito no século XV, é considerado o ponto fundador da prosa coreana. Conectadas por ideias sobre o amor romântico, a interação entre o mundo dos vivos e o dos mortos e comentários sobre política e religião, as histórias forneceram um modelo de romance que seria usado em séculos por vir. O livro, recheado de referências aos clássicos chineses, combina a prosa às poesias e canções, a literatura fantástica à filosofia, a erudição à sensualidade. A qualidade lírica das frases e a descrição sensível dos eventos rendem ao conjunto a sofisticação de um romance. Outro ponto de interesse no estilo narrativo de Kim Si-seup é o sincretismo entre elementos xamânicos, budistas, taoístas e neoconfucionistas. "Um jogo de varetas no Templo das Mil Fortunas" traz um protagonista que desafia o Buda pela promessa de um amor eterno. Em "Yi espreita por cima da mureta", a união improvável de um casal é atravessada pela turbulência da guerra. "Embriaguez e Deleite no Pavilhão Azul" mostra o encontro extranatural de um poeta com uma descendente da realeza. "Visita à Terra Flutuante das Chamas do Sul" tem como centro um embate de ideias filosóficas e religiosas entre um estudioso e um rei do submundo. Já "O banquete esvanecido do palácio do Fundo das Águas" conclui e arremata a reunião revisitando temas das histórias anteriores e mostrando um personagem em caminho de iluminação. As histórias se passam em diversos locais dos reinos coreanos e os protagonistas se veem imersos em experiências fantasmagóricas inexplicáveis a eles e alienantes para aqueles que os rodeiam. Em meio às aventuras sobrenaturais, o autor também oferece detalhes da sociedade da época e dos modos de vida considerados louváveis - que os personagens apresentados nunca conseguem atingir e com os quais se chocam na busca pelos seus desejos. O encontro entre o real e o irreal marca um descompasso entre as formas de realização pessoal e a estrutura política e simbólica vigente, conflito comum em épocas de ruptura, como a que os reinos coreanos viviam. Estes fios condutores podem permitir também que o livro seja lido como a história caleidoscópica de um só personagem.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Leitura- Lincoln no Limbo

George Saunders ganhador do Man Booker Prize de 2017 consegue escreve sobre fantasmas e espiritismo sem ser piegas e religioso . Um livro que mostra que existe beleza e pura literatura em temas que poderiam resvalar para reforçar visões de religiosidade . Uma descoberta

Resenha:
Com a morte do filho ainda na infância, Abraham Lincoln, o presidente mais importante da história da democracia, vê seu mundo desmoronar. Em plena Guerra Civil, Lincoln esquece o país em conflito para lamentar, no limite da loucura, a morte do filho. Noite após noite, dirige-se à capela do cemitério para abraçar o cadáver do jovem Willie.
A partir desse acontecimento histórico, o escritor George Saunders rejeita as convenções literárias realistas e compõe uma narrativa passada no além — no limbo do título, ou melhor, no “bardo” do budismo tibetano, o estágio intermediário entre a morte e o renascimento. Lá, acompanhamos a jornada do jovem Willie, incapaz de aceitar que está morto. Um romance surpreendente, que reinventa o gênero de forma radical. 
Alternando registro metafísico e documentos históricos e sem medo de abraçar o experimentalismo, Saunders coloca em movimento questões existenciais, históricas e políticas e cria uma obra absolutamente única no cenário contemporâneo.

“Nunca antes eu havia lido um romance desse jeito, em permanente estado de eletrização, com os olhos marejados e um nó na garganta do começo ao fim. Lincoln no limbo não dá trégua ao encanto do leitor. Uma preciosidade.” — Bernardo Carvalho

“Um livro que transforma a literatura tal como a conhecemos, que modifica nossa maneira de ler e de escrever. É uma história de fantasmas recontada com brilhantismo, uma narrativa sobre a fragilidade do ser humano e sobre tudo aquilo que está além deste mundo.” — Lila Azam Zanganeh

domingo, 1 de abril de 2018

Leitura - O Vendido


Não tem erro ganhou o Man Booker Prize : livro bom . Se o escritor eh bom só iremos ver mais tarde pela continuidade.
Paul Beatty faz uma critica por demais acida da sociedade americana e do racismo . Além disto tem um humor corrosivo. Excelente livro




RESENHA:
Nascido em Dickens, no subúrbio de Los Angeles, Eu, o narrador de O vendido, passou a maior parte da juventude como cobaia para estudos raciais realizados por seu pai, um polêmico sociólogo. Quando o pai é subitamente morto em um tiroteio com a polícia e é anunciado que Dickens será varrida do mapa da Califórnia por motivos políticos e econômicos, Eu tenta salvar a cidade através de um controverso experimento social: instalar uma segregação racial às avessas. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, O vendido é uma critica mordaz a respeito de questões raciais ainda tão presentes – nos Estados Unidos, mas também no Brasil de nossos dias.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Leitura -Manual da Faxineira

Um dos melhores livros de ficção que li nos últimos tempos. Lucia Berlin transforma sua vida numa literatura criativa misto de experiencia vivida com ficção .Sensacional

Resenha:
Lucia Berlin teve uma vida repleta de eventos e reviravoltas. Aos 32 anos, já havia vivido em diversas cidades e países, passado por três casamentos e trabalhado como professora, telefonista, faxineira e enfermeira para sustentar os quatro filhos. Lutou contra o alcoolismo por anos antes de superar o vício e tornou-se uma aclamada professora universitária em seus últimos anos de vida. Desse vasto repertório pessoal, Berlin tira inspiração para escrever os contos que a consagraram como uma mestre do gênero. Com a bravura de Raymond Carver, o humor de Grace Paley e uma mistura de inteligência e melancolia, Berlin retrata milagres da vida cotidiana, desvendando momentos de graça em lavanderias, clínicas de desintoxicação e residências de classe alta da Bay Area.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Leitura- Requiem para o Sonho Americano


Muito legal esta leitura de Noam Chomski . Baseada num filme que esta disponível na Netflix faz uma critica as desigualdades e as razoes que levam a ela . e da 10 motivos para a concentração de riquesa e poder .Teses parecidas com as de Jessé Souza em a Elite do Atraso . No caso o que mudam nas teses são as raízes culturais de cada Pais porem as motivações de dominação do povo são as mesmas em ambos




Resenha:
Noam Chomsky lança a luz sobre a questão da ideologia utópica do neoliberalismo 
Em seu primeiro livro sobre a desigualdade de renda, Noam Chomsky faz uma análise crítica dos princípios fundamentais do neoliberalismo e lança seu olhar sobre os fatos econômicos da vida. Quais são os princípios de concentração de riqueza e poder operantes na América? Em Réquiem para o sonho americano, Chomsky dedica um capítulo a cada um desses princípios e acrescenta leituras de alguns dos principais textos que influenciaram seu pensamento para reforçar seus argumentos. O livro mais sucinto e bem-amarrado da longa carreira de Chomsky, Réquiem para o sonho americano se mostra um belo veículo para sua visão corajosa e intransigente, sua perspectiva sobre a realidade econômica e seu impacto no bem-estar político e moral dos Estados Unidos.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Leitura- O Avesso e o Direito

2o livro de Albert Camus que leio .O 1o foi na juventude e me marcou bastante . Ainda nos sentimos estrangeiros em relação a vida em eterno desassossego. Sua prosa eh poética e altamente filosófica e nos coloca frente a solidão de ser humano



Resenha:
Albert Camus tinha apenas 22 anos quando publicou, na Argélia, O avesso e o direito, conjunto de cinco peças que ele classificou como “ensaios literários”. Já estão ali o estilo poético que é sua marca registrada e a preocupação com alguns temas essenciais, como o amor ao Mediterrâneo, a solidão do homem em meio ao abandono e o absurdo da condição humana. Francês da Argélia, Camus recebeu a luz do Mediterrâneo como um dom de vida, expressa numa escrita nobre, um pouco à espanhola, mas com registro variado. Mais do que negar Deus, naqueles anos de juventude, desinteressou-se dele. Quando amadureceu na reflexão, compreendeu que o homem é o valor capital e relegou Deus às ideias-fábulas dos poetas. Mais tarde, ao romper com os existencialistas, denunciou os regimes totalitários (sobretudo os de esquerda) e proclamou, no Discurso da Suécia, ao receber o prêmio Nobel, que “o escritor não pode se colocar a serviço daqueles que fazem a História; ele está a serviço daqueles que a sofrem”. O avesso e o direito é uma leitura fundamental para uma compreensão mais abrangente da vida e da obra de Camus.

Leitura- Outubro

Sensacional esta obra de China Mieville . Mostra que além de tremendo escritor eh excelente pesquisador. A despeito de ser declaradamente de esquerda sua narrativa eh carregada de emoção e de fatos que deixam o leitor livre para tirar suas conclusões



Resenha:
Em fevereiro de 1917, a Rússia era uma monarquia atrasada e autocrática chafurdada em uma guerra impopular. Em outubro, depois não apenas de uma, mas de duas revoluções, ela havia se tornado o primeiro Estado de trabalhadores do mundo, empenhando-se para estar na vanguarda da revolução global. Como se deu essa transformação inimaginável? Fazendo um giro panorâmico que nos leva de São Petersburgo e Moscou às vilas mais remotas de um império que se alastrava, Miéville revela as catástrofes, intrigas e inspirações de 1917, em toda sua paixão, drama e estranheza. O autor intervém com maestria em debates historiográficos de longa data, mas sua narrativa tem em mente especialmente o leitor não especializado, que busca uma noção abrangente dos fatos daquele ano que mudou todo o século XX.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Leitura- Historias de Dervixes

Muito ricas estas historias árabes . Lembram um pouco aquelas das mil e uma noites . Porem contem muita sabedoria e matéria para reflexão

Resenha:
Existe um gênero, dentro do imenso repertório de histórias presentes em todas as culturas e em todos os tempos, ao qual os sufis se referem como 'histórias de ensinamento'. Ao longo da sua vida, Idries Shah criou e coletou centenas dessas histórias, que narrou em palestras, em programas de rádio e de TV, e nas dezenas de livros que escreveu. 'Histórias dos Dervixes' reúne 82 histórias selecionadas por Idries Shah a partir de fontes orais e escritas - do século VII ao século XX. Shah comenta cada uma delas e apresenta, no apêndice, em ordem cronológica, autores e mestres citados neste livro.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Leitura- Os caminhos da Liberdade

Sensacional este livro de Colson. Merecedor do Pulitzer. Nos faz sentir na pele a vida de escravos e seu sofrimento.

Resenha:
Do vencedor do Man Book Booker Prize e autor best-seller do The New York Times, chega às livrarias o aclamado "The Underground Railroad: Os caminhos para a liberdade". Cora é uma jovem escrava em uma plantação de algodão na Georgia. A vida é infernal para todos os escravos, mas especialmente terrível para Cora. Uma pária até entre outros africanos, ela está chegando à maturidade, que a tornará vítima de dores ainda maiores. Quando um recém-chegado da Virgínia, Caesar, revela uma rota de fuga chamada, a ferrovia subterrânea, ambos decidem escapar de seus algozes. Mas nada sai como planejado. Cora e Caesar sabem que estão sendo caçados: a qualquer momento podem ser levados de volta a uma existência terrível sem liberdade. 

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Leitura- A elite do atraso

Um livro excessivamente panfletário que busca construir um discurso para justificar os descaminhos que a esquerda brasileira tomou com Lula e Dilma .Infelizmente suas teses ja tem uma conclusão pronta bastando buscar as supostas razões historicas que desconstruem algumas teses de Faoro , Sérgio Buarque e Freire . Suas teses que carecem da profundidade acadêmica  que as que critica tem . Jessé pensa que somente a esquerda tem a correta leitura do atraso do Pais. Esquece a corrupção , a politica podre ,a falta de serviços de um estado caro  e a dominação do estado brasileiro e seus empregados em cima  da população .Chega a ser primário

Resenha:
Numa época em que a questão das desigualdades racial e social estão, mais do que nunca, no centro de cena – dos grandes veículos de comunicação aos comentários nas redes sociais e até mesmo nas conversas das mesas de bar, onde todos parecem ter uma ideia muito bem definida do que é capaz de construir um país ideal –, o sociólogo Jessé Souza escancara o pacto dos donos do poder para perpetuar uma sociedade cruel forjada na escravidão. Esse é o pilar de sustentação de nossa elite, A Elite do Atraso. Depois da polêmica aberta pela obra A Tolice da Inteligência Brasileira e da contundência exposta em A Radiografia do Golpe, o autor apresenta obra surpreendente, forte, inovadora e crítica na essência, com um texto aguerrido e acessível. A Elite do Atraso é um livro para ser apoiado, debatido ou questionado – mas será impossível reagir de maneira indiferente à leitura contundente de Jessé Souza a ideias difundidas na academia e na mídia.

Leitura-O Ano do pensamento Magico

Este livro foi considerado pelo The Guardian um dos 100 melhores livros de não ficção de língua inglesa. Sinceramente não vi nada demais no livro . Bacana a forma como aborda a perda e o sofrimento por trás da mesma .Algo que de uma forma ou outra  afeta ou afetara a todos nos em algum momento

Resenha:
As frases iniciais de 'O ano do pensamento mágico' dão o tom exato dessa narrativa - 'A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante. Você se senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente'. Sem uma gota de autopiedade e com um estilo envolvente e emocionante, Joan Didion narra o período de um ano que se seguiu à morte de seu marido, o também escritor John Gregory Dunne, e a doença de sua única filha. Feito com uma dose de sinceridade e paixão, 'O ano do pensamento mágico' nos revela uma experiência pessoal e, ao mesmo tempo, universal. É um livro sobre a superação e sobre a nossa necessidade de atravessar - racionalmente ou não - momentos em que tudo o que conhecíamos e amávamos deixa de existir.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Leitura- Os suicidas

Excelente este livro do Raphael Montes . Nada que deixe a desejar dos grandes mestres policiais .E ainda escreve naquele tom corriqueiro , tao particular destas estorias


Resenha:
Antes que o mundo pudesse sonhar com o terrível jogo da baleia azul, que leva jovens a tirar a própria vida, ou que a série de televisão Thirteen Reasons Whyfosse lançada e se tornasse o sucesso que é hoje, Raphael Montes, então com 22 anos, já tratava do tema do suicídio entre jovens com a ousadia que virou sua marca registrada. Em seu primeiro livro, que a Companhia das Letras agora relança acrescido de um novo capítulo, conhecemos a história de Alê e seus colegas, jovens da elite carioca encontrados mortos no porão do sítio de um deles em condições misteriosas que indicam que os nove amigos participaram de um perigoso e fatídico jogo de roleta russa. Aos que ficaram, resta tentar descobrir o que teria levado aqueles adolescentes, aparentemente felizes e privilegiados, a tirar a própria vida. Para isso, contamos com os escritos deixados por Alê, um narrador nada confiável.





terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Leitura- O Palacio da memoria

Livro interessante apenas pela forma de contar suas estorias . Nada especial


Resenha:
A menina de apenas catorze anos que foi a primeira pessoa a se apresentar como “homem bala”, quando essa bizzara profissão acabava de ser inventada. O jovem e brilhante cientista que teve que ser uma espécie de babá da primeira bomba atômica durante uma perigosa tempestade que poderia botar tudo a perder. A jovem imigrante italiana, recém-chegada a Nova York, que se apaixona à primeira vista por um guerreiro zulu exposto num circo de excentricidades. A linda história de amor entre o dono de um nightclub e sua dançarina – anos mais tarde avós do autor deste livro cheio de histórias arrebatadoras. Seleção de algumas das narrativas apresentadas por Nate DiMeo em The Memory Palace, um dos podcasts de maior sucesso dos Estados Unidos, O palácio da memória reúne, pela primeira vez em livro, um conjunto absolutamente viciante de histórias sobre pessoas comuns que enfrentaram – com coragem, paixão e inteligência – as vicissitudes, grandes e pequenas, oferecidas pela vida.








sábado, 27 de janeiro de 2018

Leitura - Homens elegantes


Um pouco longo este livro de Samir Machado. Uma elegia aos gays e seu universo , o livro eh rico de aventuras e atua em periodo pouco explorado de nossa historia em ternos de literatura . Como o 4 soldados uma boa leitura .



Resenha:
Escritor e roteirista nascido em Porto Alegre, Samir Machado arrebanhou elogios da crítica com o romance Quatro soldados. Agora, em sua estreia na Rocco, o gaúcho confirma que é uma das vozes mais originais da literatura nacional com um romance histórico que se filia à melhor tradição do gênero. Na trama, um soldado brasileiro é enviado a Londres com a missão de investigar uma rede de contrabando de livros eróticos para o Brasil, em 1760, e se deslumbra com os luxos e excessos da alta sociedade europeia. Uma legítima aventura de capa e espada, com direito a duelos e perseguições a cavalo, apimentada pela literatura pornográfica iluminista e pelo universo LGBT do século XVIII. A obra foi adquirida para adaptação cinematográfica pela RT Features, responsável por sucessos internacionais como Frances Ha, de Noah Baumbach, entre outros.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Leitura - O crime da Gavea

Vi o filme e li o livro . Mais um livro de roteirista sem o brilho de escritor. Um livro feito para virar filme e não para ser literatura .Descartável



Resenha:
Um misterioso assassinato, paixões e traição são alguns dos ingredientes do romance de estreia do roteirista Marcílio Moraes, publicado originalmente em 2003 e prestes a virar filme. O narrador se vê preso numa teia de suspeitas em torno da morte de sua mulher e resolve investigar o crime por conta própria. Suas descobertas irão levá-lo até o alto da Pedra da Gávea, e a um desfecho surpreendente.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Leitura - Macumba

Muito interessante este policial de Rodrigo Santana. Explora o universo do Candomblé e Umbanda para criar um thriller num  cenário pouco explorado . De quebra nos ensina bastante sobre estas religiões afro brasileiras 

Resenha:
HOJE
Um detetive evangélico se depara com estranhas e peculiares mortes.
O cenário é o mesmo: centros de candomblé e umbanda no Rio de Janeiro.
Sem poder negar o que seus olhos veem, mesmo com todas as pré-concepções que sua religião o imputa, ele começa a investigar o que parece ser “impossível” de acontecer a olhos humanos.
ONTEM
O maior feiticeiro da África é capturado e arrastado para o outro lado do oceano, sob a chaga da escravidão, sofre sob o julgo de seus senhores e morre, vítima de uma traição.
Ele, decepcionado e sentindo-se abandonado por seus, antes, adorados deuses, promete vingança, vendeta esta que o acompanha em sua pós morte.
AGORA
Uma cultura milenar é posta em xeque ao ser perigosamente atropelada pelo desconhecido. Na configuração macabra que se apresenta ninguém está seguro. Qualquer médium pode ser a próxima vítima e só um homem temente a Deus pode salvá-la – mesmo que sua fé seja outra.
Em seu novo romance, Rodrigo Santos constrói um thriller policial baseado na riqueza cultural das religiões afro-brasileiras. Escravidão, orixás, religiosidade e paixão, em um embate sagrado, onde o que está em jogo é a sobrevivência do importante legado trazido pelos nossos ancestrais africanos, os diferentes ritos pejorativamente conhecidos como Macumba.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Leitura- De que serve ser culto?


Bem legal este livro . Coloca em questão a falta de cultura  e o que isto pode causar .O que eh cultura , como adquirir e o que ela causa . A cultura segrega? Eh elitista ? ou ajuda a formar povos? Bem legal a discussão pois mexe um pouco com nossos pré- conceitos e preconceitos. Além disto o canadense eh engraçado e gozador
Resenha:



Dependendo de onde se está, a falta de cultura pode se configurar em grande pecado. Mas por que é dada tanta importância à aquisição desta dita cultura? E quem afinal detém o privilégio de definir o que deve ser lido, compreendido e assimilado por todos os bons cidadãos? Partindo de fatos corriqueiros ou privados, polêmicos ou midiáticos, como o de um político francês que confundiu o nome de seu livro preferido com uma marca de roupas, Normand Baillargeon procura responder de forma ágil, com toques de humor e ironia, a essas perguntas que soam mais do que necessárias em nossa época imersa num oceano de informações. Escrito em linguagem simples e repleto de referências a boas fontes (Chomsky, Deleuze, Dewey, Montaigne), De que serve ser culto? se apresenta como mais do que um folhear de conceitos ensacados e pouco visitados. Ao questionar que papel tem a cultura no jogo social, político, econômico e pedagógico, a obra lança esclarecimentos inéditos e perspectivas incomuns do alto de suas pouco mais de cem páginas. Num cenário em que as humanidades parecem agonizar numa terra devastada e a internet acena como um sedutor atalho para a aquisição de conhecimento, De que serve ser culto? surge como um generoso convite ao pensamento crítico e à atitude atrevida diante das ideias dadas e dos clichês do bem-pensar.

Leitura- Os imortais -Pauliny Tort

RESENHA : Em Os imortais, Paulliny Tort, vencedora do prêmio APCA e finalista do Jabuti com Erva brava, surpreende o leitor com uma obra amb...