Resenha:
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Leitura- A Vida Secreta das Arvores
Livro de Imagens com desenhos muito bacanas de tribo da Índia.
Resenha:
Desenhos primorosos de árvores povoam as páginas deste livro de arte e
folclore da tribo gonde, da Índia central. Tradicionalmente habitantes
da
floresta, os gondes acreditam que as árvores são o centro da vida.
Durante o dia, elas se empenham em oferecer sombra, abrigo e alimento
para todos.
Mas à noite, depois que todos os visitantes diurnos se vão, os espíritos
das árvores se revelam. Esses espíritos luminosos são captados
primorosamente em A vida secreta das árvores. As páginas deste livro
contêm reproduções em silk-screen, feitas artesanalmente sobre papel
preto, de
gravuras originais numeradas de Ram Singh Urveti, Bhajju Shyam e Durga
Bai, três dos principais artistas vivos da tradição gonde. Cada figura é
acompanhada por um texto que introduz o leitor ao imaginário gonde, em
que se integram os aspectos prático, estético e espiritual do mundo
natural.
Resenha:
sábado, 22 de junho de 2013
Leitura- IQ84 Vol 1
Meu 2o livro de Hurakami: Não é a toa que as pessoas gostam de Hurakami. Leitura fácil , escrita melhor ainda e criatividade a toda prova.Literatura no mais alto nível
Resenha:
1Q84 é o livro mais ambicioso de Haruki Murakami, fenômeno da literatura contemporânea. A obra esteve no topo das listas de mais vendidos no mundo inteiro e, só no Japão, ultrapassou a marca de 4 milhões de exemplares vendidos. Dividido em três partes, o romance foi muito elogiado pela crítica e considerado um dos melhores livros de 2011 tanto pelo New York Times quanto pelo Washington Post.
Assumidamente inspirado na obra-prima de George Orwell, o título se situa no ano de 1984. No primeiro volume, Murakami apresenta Aomame, uma mulher que esconde a profissão de assassina. Em uma tarde no início de abril, ela está parada num táxi, em meio ao trânsito de uma via expressa de Tóquio. Temendo não chegar a tempo de resolver uma pendência no bairro de Shibuya, ela se vê diante de uma opção inusitada proposta pelo motorista: descer do veículo e seguir por uma escada de emergência em plena avenida.
Apesar de um estranho aviso do taxista, que diz que as coisas à volta dela se tornarão estranhas ao fazer algo tão incomum, Aomame segue a sugestão inicial. Após descer a escada de emergência e seguir seu caminho, ela repara aos poucos que certos aspectos da realidade se tornaram diferentes: por exemplo, as armas utilizadas pelos policiais não são mais pistolas e as manchetes nos jornais são completamente distintas em relação às que ela havia lido nos últimos dias.
Em paralelo à trama de Aomame, o professor de matemática e aspirante a escritor Tengo se envolve em um misterioso projeto de refazer um romance escrito por uma menina de 17 anos. Apesar do receio em assumir o papel de escritor fantasma de Crisálida no ar, um livro fantasioso e enigmático mas cheio de pequenos defeitos, ele se convence a realizar a tarefa. Mas, para isso, deve conhecer antes a autora, uma estranha jovem chamada Fukaeri.
À medida em que as histórias vão se alternando, Aomame continua a perceber diferenças sutis na realidade. Ela se dá conta que, ao descer a escada de emergência da via expressa, passou de alguma forma a habitar um mundo discretamente distinto – que acaba batizando de 1Q84. Já Tengo, aos poucos, passa a reparar em estranhas semelhanças entre a ficção fantasiosa de Fukaeri e a realidade, além de perceber que parece correr algum tipo de perigo quando se vê envolvido com uma misteriosa seita. De forma alternada, Murakami narra duas histórias que aos poucos convergem.
Resenha:
1Q84 é o livro mais ambicioso de Haruki Murakami, fenômeno da literatura contemporânea. A obra esteve no topo das listas de mais vendidos no mundo inteiro e, só no Japão, ultrapassou a marca de 4 milhões de exemplares vendidos. Dividido em três partes, o romance foi muito elogiado pela crítica e considerado um dos melhores livros de 2011 tanto pelo New York Times quanto pelo Washington Post.
Assumidamente inspirado na obra-prima de George Orwell, o título se situa no ano de 1984. No primeiro volume, Murakami apresenta Aomame, uma mulher que esconde a profissão de assassina. Em uma tarde no início de abril, ela está parada num táxi, em meio ao trânsito de uma via expressa de Tóquio. Temendo não chegar a tempo de resolver uma pendência no bairro de Shibuya, ela se vê diante de uma opção inusitada proposta pelo motorista: descer do veículo e seguir por uma escada de emergência em plena avenida.
Apesar de um estranho aviso do taxista, que diz que as coisas à volta dela se tornarão estranhas ao fazer algo tão incomum, Aomame segue a sugestão inicial. Após descer a escada de emergência e seguir seu caminho, ela repara aos poucos que certos aspectos da realidade se tornaram diferentes: por exemplo, as armas utilizadas pelos policiais não são mais pistolas e as manchetes nos jornais são completamente distintas em relação às que ela havia lido nos últimos dias.
Em paralelo à trama de Aomame, o professor de matemática e aspirante a escritor Tengo se envolve em um misterioso projeto de refazer um romance escrito por uma menina de 17 anos. Apesar do receio em assumir o papel de escritor fantasma de Crisálida no ar, um livro fantasioso e enigmático mas cheio de pequenos defeitos, ele se convence a realizar a tarefa. Mas, para isso, deve conhecer antes a autora, uma estranha jovem chamada Fukaeri.
À medida em que as histórias vão se alternando, Aomame continua a perceber diferenças sutis na realidade. Ela se dá conta que, ao descer a escada de emergência da via expressa, passou de alguma forma a habitar um mundo discretamente distinto – que acaba batizando de 1Q84. Já Tengo, aos poucos, passa a reparar em estranhas semelhanças entre a ficção fantasiosa de Fukaeri e a realidade, além de perceber que parece correr algum tipo de perigo quando se vê envolvido com uma misteriosa seita. De forma alternada, Murakami narra duas histórias que aos poucos convergem.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Leitura -Liberdade
Gostei bastante deste livro de Franzen .
Apesar de muito elogiado e de Franzen ser um excelente escritor o livro me pareceu um pouco longo demais. Mas não há como não gostar da estoria destes 3 amigos que se mescla com parte da estoria americana retratando de forma bem legal o perfil da sociedade.
Resenha:
A história de Liberdade gira ao redor de um trio de protagonistas. Walter e Patty Berglund formam, junto com os filhos adolescentes Joey e Jessica, uma típica família norte-americana liberal de classe média. Richard Katz é um roqueiro descolado que tenta fugir da fama que tanto buscava no passado. Os três se conhecem no final dos anos 1970, na Universidade de Minnesota, e a partir daí suas vidas se entrelaçam numa complexa relação de amizade, paixão, lealdade e traições que culminará com uma série de conflitos decisivos na primeira década do novo milênio, época em que o conceito de liberdade parece tão onipresente quanto fugidio.
Como em As correções, Franzen mergulha numa tragédia familiar para dissecar, com incrível detalhe e personagens tão reconhecíveis quanto surpreendentes, a psique e os sonhos da classe média norte-americana, explorando temas como o choque entre as políticas liberais e conservadoras no contexto social e privado, os males da superpopulação e das ameaças ecológicas, a crise do politicamente correto e os dilemas afetivos de uma geração cada vez mais conectada, individualista e globalizada.
Aclamado pela crítica, Liberdade também foi um fenômeno de mídia. A apresentadora Oprah Winfrey o selecionou para o seu popular círculo do livro, o Oprah’s Book Club, e a revista Time estampou sua capa com o romance, algo que não acontecia desde o ano 2000, quando Stephen King figurou no mesmo espaço.
domingo, 28 de abril de 2013
Leitura- Uma senhora toma cha
Muito bom livro sobre Estatística. 2o que leio .
Ver relatada a estoria e explicação do nascimento de vários dos principais teoremas complexos matemáticos criados para resolver os problemas práticos com os quais os estatísticos se deparavam é um boa forma de se retornar a relembra-los nos que estudamos matematicamente os mesmos.
Além disto ver com a Estatística matemática é uma ciência fascinante e que ajuda a explicar alguns fenômenos naturais com os quais nos deparamos de forma melhor que a deterministica .
E ver que até a Física quântica se rendeu a Estatística.....
Resenha:
Um grupo de professores ingleses se reuniu no fim de 1920 para tomar chá numa tarde de verão. O assunto se voltou para uma pergunta curiosa - o gosto do chá muda de acordo com a ordem em que as ervas e o leite são colocados? Essa simples questão resultou em um estudo pioneiro na área. O leitor vai descobrir como a estatística se tornou presente nos mais diferentes campos. O autor conta como a estatística transformou os métodos de pesquisa na ciência, aumentando a credibilidade da investigação em diversos campos do saber, tais como a medicina, a política e a publicidade. Tudo partindo de quadros biográficos, como o que inspirou o título dessa edição.
Ver relatada a estoria e explicação do nascimento de vários dos principais teoremas complexos matemáticos criados para resolver os problemas práticos com os quais os estatísticos se deparavam é um boa forma de se retornar a relembra-los nos que estudamos matematicamente os mesmos.
Além disto ver com a Estatística matemática é uma ciência fascinante e que ajuda a explicar alguns fenômenos naturais com os quais nos deparamos de forma melhor que a deterministica .E ver que até a Física quântica se rendeu a Estatística.....
Resenha:
Um grupo de professores ingleses se reuniu no fim de 1920 para tomar chá numa tarde de verão. O assunto se voltou para uma pergunta curiosa - o gosto do chá muda de acordo com a ordem em que as ervas e o leite são colocados? Essa simples questão resultou em um estudo pioneiro na área. O leitor vai descobrir como a estatística se tornou presente nos mais diferentes campos. O autor conta como a estatística transformou os métodos de pesquisa na ciência, aumentando a credibilidade da investigação em diversos campos do saber, tais como a medicina, a política e a publicidade. Tudo partindo de quadros biográficos, como o que inspirou o título dessa edição.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Leitura - Subliminar
Este é o 2o livro de Mlodinow que leio .
O 1o o Andar do Bêbado sobre Estatística muito bom. Mas este que eu achava seria sobre Neurociencia e descobertas de funcionamento do cérebro é UGH!!! sobre Psicologia Social.Que abomino.Ciência tipica do way of life americano .Um monte de experiências completamente estapafurdias que misturam variáveis e que não significam absolutamente NADA. Além de tudo o livro é ruim.
Resenha:
Você acha que sabe como e por que faz suas escolhas? Suas preferências políticas, a gorjeta que dá ao garçom, aquele colega de trabalho com uma cara tão amigável de quem você desconfia e até a pessoa com quem você se casa não são opções tão objetivas assim. Por trás do pensamento consciente, age uma parte desconhecida de sua mente. É disso que trata aqui Leonard Mlodinow, o sempre brilhante, preciso e divertido autor de O andar do bêbado. Depois de ler Subliminar, a sua vida nunca mais será a mesma. Esta maravilhosa jornada pelo inconsciente fará você olhar para si mesmo (e para os outros à sua volta) de uma nova maneira.
domingo, 17 de março de 2013
Leitura Dança do Univerrso
Resolvi ler a Dança do Universo do Marcelo Gleiser para me atualizar com as teorias e conceitos de física.Apesar do livro ser de 1997 as teorias não evoluíram tanto em Cosmologia exceto pela descoberta do boson de Higgs. E o livro é muito bem escrito e claro sobre as teoriasResenha:
O que aconteceu no momento da Criação? Houve um instante determinado em que o Universo que nos rodeia surgiu? Essas questões são tão antigas como a própria humanidade. Muitos procuram resposta nos mitos e na religião. Outros, nas teorias científicas. Em 'A dança do Universo', o físico brasileiro Marcelo Gleiser mostra em linguagem clara que esses dois enfoques não são tão distantes quanto imaginamos, apresentando versões de diversas culturas para o mistério da Criação, até desembocar na explicação da ciência moderna para a origem do Universo.
quinta-feira, 14 de março de 2013
Leitura - Indignai-vos
Este livro de Stephane Hessel nos possibilita refletir sobre nossa atitude na tomada de posições com relação ao que vemos de errado ao nosso redor. Sairmos da posição passiva e lutarmos por aquilo que nos incomoda .
Resenha:
Este livro procura ser uma espécie de manifesto ao despertar da
consciência em prol da luta pela democracia e pelos direitos humanos, em
especial, a questão palestina.
Resenha:
Este livro procura ser uma espécie de manifesto ao despertar da
consciência em prol da luta pela democracia e pelos direitos humanos, em
especial, a questão palestina.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Leitura - Pornopopeia
Excelente livro ! Bom , não é para qualquer gosto pois -como o proprio nome diz é uma epopeia pornografica,. Na linha de Sade- 100 dias de Sodoma, Anais Nin - Delta de Vénus , Henry Miller - Tropico de Câncer . Pedro Juan Gutierrez -Rei de Havana/Trilogia Suja de Havana , Mino Manara , Guido Crepaux e outros todos devidamente lidos .Porém é literatura e da boa.
Como ele foi tradutor de Bukowski - Mulheres e Thomas Pynchon seu personagem tem um que do Sinasky do B - como ele mesmo cita- e a escrita em turbilhao de Thomas Pynchon - de quem acho um dos maiores deste tipo de literatura sem folego nem para o cafezinho ,altamente criativo e louco. A leitura se dá no mesmo ritmo da escrita.
Bom ...tem gente que gosta de 50 tons de cinza...Vai entender...
Resenha:
Zeca é um ex-cineasta marginal que ganha a vida fazendo comerciais de marcas obscuras. Quando assume o compromisso de filmar um anúncio para uma fábrica de embutidos, é sugado por uma espiral de sexo e drogas. Depois de se ver envolvido com a morte de um traficante, o protagonista foge para uma cidadezinha praiana, onde dá continuidade à sua saga de atmosfera beatnik.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Leitura- A chave da Casa
Este 1o livro da Tatiana Salem surpreende pela escrita e profundidade. Já havia lido vários contos seus mas este romance é uma grata surpresa. Um pouco como Milton Hatoum contando estórias de sua família nos traz uma literatura densa e muito forte. Nada a dever aos bons escritores .

Resenha:
Passando por temas como a morte da mãe, a relação com um homem violento, viagem, raízes, herança, entre outros, a autora procura tecer um romance de vozes diversas. Neta de judeus da Turquia e filha de comunistas do Brasil, a narradora recebe do avô a chave que abriria a porta da casa de Esmirna, para onde os avós fugiram durante a Inquisição.

Resenha:
Passando por temas como a morte da mãe, a relação com um homem violento, viagem, raízes, herança, entre outros, a autora procura tecer um romance de vozes diversas. Neta de judeus da Turquia e filha de comunistas do Brasil, a narradora recebe do avô a chave que abriria a porta da casa de Esmirna, para onde os avós fugiram durante a Inquisição.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Leituras - O Livro dos Mandarins
Li o livro de Ricardo Lisias. Gostei;Trata-se de escritor com bastante talento mas a obra é um pouco longa demais se estendendo desnecessariamente.Boa critica social retratando com fidelidade a postura de executivos e a vida corporativa.também assumi a "carapuça"Resenha:
Em 'O livro dos mandarins', Ricardo Lísias narra a trajetória de Paulo, um executivo bem-sucedido e competitivo que possui uma única obsessão - ser escolhido, entre os candidatos do banco em que trabalha, para uma vaga na China. Para montar sua detalhada carta de intenções, ele vai muito além de seus concorrentes. Estuda mandarim, pesquisa dados históricos e culturais sobre o país, lê a biografia de Mao Tse-Tung, o Grande Timoneiro e se torna um especialista. Então, Paulo se torna um profissional completo, que tem como lemas a perseverança, a organização e a liderança. Uma vez em Pequim, sua carreira estará garantida. Poderá galgar postos no banco, chegando à presidência do conselho em Londres. Depois, quem sabe, escrever um livro de autoajuda para jovens executivos e até, talvez, abrir sua própria empresa de mentoring, coaching e counselling. Paulo só não conta com um pequeno detalhe - os planos reservados a ele são muito diferentes do que poderia imaginar.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Leituras- Viajante Solitario
Ainda não havia lido nada de Kerouac; E foi uma confirmação do que havia lido a respeito. Seu" fluxo" continuo nos leva a conhecer um mundo explorado por poucos:.o dos vagabundos . Varias lições e vida e experiências revigorantes.
Resenha:
Resenha:
Kerouac foi um sopro de ar fresco... uma
força, uma tragédia, um triunfo e uma influência duradoura, e essa
influência ainda está entre nós. Norman Mailer
"Poupei
cada centavo e então torrei tudo subitamente em uma grande e gloriosa
viagem à Europa ou a outro lugar qualquer e me senti leve e feliz
também. Levou alguns meses, mas finalmente comprei uma passagem em um
cargueiro iugoslavo que partiu do Busch Terminal do Brooklyn para
Tânger, Marrocos. Zarpamos em uma manhã de fevereiro de 1957. Eu tinha
uma cabine dupla só para mim, todos os meus livros, paz, sossego e
estudo. Finalmente seria um escritor que não teria que trabalhar para os
outros."
Assim começa um dos oito textos
autobiográficos de Viajante solitário, em que Jack Kerouac (1922-1969),
autor do marco beat On the road, conta suas andanças mundo afora.
Escritos com toda a espontaneidade e inventividade do autor, são relatos
de viagens feitas por trem, por mar e por auto-estradas. Entre os
lugares visitados estão o Marrocos (onde Kerouac encontra-se com o
também escritor William Burroughs), a França, o México e várias facetas
dos Estados Unidos. Viajante solitário é Kerouac em sua melhor forma,
tratando do seu assunto preferido.
De Kerouac, a L&PM publicou On the road, Os vagabundos iluminados, O livro dos sonhos, Os subterrâneos, Diários de Kerouac (1947-1954), Os vagabundos iluminados e Tristessa.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Leitura- Ficando Longe do fato de ja estar
Li este livro de Wallace com base nos comentários e criticas sobre os livros de Jonathan Franzem de quem ele era amigo. Os mesmo tipos de ensaio que vemos em " Como ficar Sozinho" encontramos em "Ficando Longe do Fato..." e se trata de experiência impar , O sarcasmo de Wallace e suas tiradas numa critica feroz ao modo de vida americano e também ao nosso próprio modo de ver a vida e as pessoas. Mas que filosófico Wallace seria Zen com suas estorias e seus ensaios.Imperdível .Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo reúne alguns dos mais significativos ensaios de David Foster Wallace.
Embora seja mais conhecido por sua obra de ficção, que inclui, entre outros títulos, o aclamado romance Infinite Jest (1996), Wallace também foi um ensaísta e repórter brilhante, que deixou marcas no jornalismo literário e exerce hoje uma influência comparável à de Hunter S. Thompson.
Com a proposta de fornecer uma porta de entrada ao universo literário do autor, o volume abriga três reportagens - entre elas o famoso “texto do navio”, o relato de um cruzeiro pelo Caribe -, uma palestra sobre Kafka, uma crônica poderosa sobre o tenista Roger Federer e “Isto é água”, o discurso de paraninfo que se difundiu como um viral inspirador pela internet.
Na reportagem que dá título ao livro, Wallace, enviado pela Harper’s a uma feira agrícola em Illinois, se sai com uma crônica hilária sobre o estilo de vida americano. Em “Pense na lagosta”, o autor aproveita a visita a uma feira gastronômica para refletir sobre a legitimidade ética de ferver lagostas vivas para degustá-las. Ao tratar desses e de outros temas, o autor ignora as convenções da apuração jornalística e se concentra nos detalhes mais inusitados. Humor, inteligência, inventividade e um poder de observação assombroso são as marcas desse estilo que influenciou toda uma geração de escritores.
sábado, 8 de dezembro de 2012
leitura - Linha de Sombra
Conrad é um excelente escritor. Neste livro nos mostra as agruras do amadurecimento. Os terrores e dificuldades que sentimos- quando mais novos - ao enfrentar situações novas - decorrentes da falta de experiência tanto na nossa vida pessoal quanto profissional.Através de um quadro bastante incomum mostra que na maioria das vezes enfrentamos monstros que nos parecem mais sombrios do que a própria realidade que enfrentamos.Resenha:
Por força de certos caprichos do destino, um jovem marinheiro que pensava ter abandonado a carreira no mar vê-se de repente nomeado capitão de um navio mercante. Em meio aos ímpetos da juventude, vive a aventura de comandar um navio que aprende a amar e uma tripulação digna de “imorredouro respeito”. Porém, logo precisa enfrentar situações estranhas e até mesmo absurdas, como uma calmaria sem fim, uma doença tropical inexplicável que prostra quase toda a tripulação e outros acontecimentos misteriosos. Seria mesmo alguma influência nefasta do falecido ex-capitão, como o delirante imediato afirma?
A linha de sombra, publicado em 1917, versa sobre a transição da mocidade para a idade adulta em uma narrativa emocionante que exalta a nobreza dos sentimentos e o senso do dever mesmo em face da adversidade. Ao retratar profundos dramas e conflitos humanos no pequeno universo de um navio, Conrad reafirma o mar como metáfora para a própria vida e celebra aqueles que tiveram a coragem de desbravá-lo.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Leitura -Caetes

Apesar de ser o 1o e não tão brilhante como Angustia e São Bernardo esta obra já mostra o que se podia esperar de Graciliano .Um excelente escritor criando um personagem - Valério que se juntaria a Paulo Honório e Luís como grandes personagens da literatura
Resenha:
Primeiro romance de Graciliano Ramos, Caetés foi originalmente publicado em 1933. João Valério, o personagem principal e também narrador, é o guarda-livros da casa comercial Teixeira & Irmão na cidade de Palmeira dos Índios. O enredo se desenvolve em dois planos: a paixão de João Valério por Luísa, mulher de Adrião, dono do armazém onde ele trabalha; e a tentativa de Valério escrever um romance histórico sobre os índios caetés. O cotidiano da classe média da pequena cidade nos é apresentado lentamente, em um texto conciso e sintético, marca de Graciliano em toda a sua produção. O autor destaca-se como o principal romancista da segunda fase do Modernismo brasileiro.
domingo, 18 de novembro de 2012
Leitura - O Horror em Red Hook
Depois de muitos anos resolvi reler H P Lovecraft.
Suas estorias sempre mantem aquela aura de duvida sobre as ocorrências - vide a outra volta do parafuso de Henry James- nos deixando sempre a possibilidade de tratar do horror como loucura ou como muito próximos.
Resenha:
Por trás do mundo visível há labirintos tenebrosos que escondem horrores
desconhecidos. Feitiçarias antigas e rituais dos mais sinistros se
misturam
num caldeirão que exala o odor pútrido do mal. Esse é o universo de H.
P. Lovecraft. Conhecido como o inventor da moderna tradição da
literatura de
horror, o autor imprimiu sua marca no gênero nas primeiras décadas do
século XX, deixando de lado fantasmas e bruxas e imaginando a humanidade
se
curvando a um universo caótico e sombrio. Desenvolvendo uma mitologia
própria, criou histórias nas quais a realidade e o pesadelo são
separados por
um fio tênue. Este volume reúne “O horror em RedHook”, “Ele” e “A tumba”
– um de seus contos mais famosos –, relatos nos quais a experiência do
medo
está próxima de uma fascinação temerosa.
Suas estorias sempre mantem aquela aura de duvida sobre as ocorrências - vide a outra volta do parafuso de Henry James- nos deixando sempre a possibilidade de tratar do horror como loucura ou como muito próximos.
Resenha:
Por trás do mundo visível há labirintos tenebrosos que escondem horrores
desconhecidos. Feitiçarias antigas e rituais dos mais sinistros se
misturam
num caldeirão que exala o odor pútrido do mal. Esse é o universo de H.
P. Lovecraft. Conhecido como o inventor da moderna tradição da
literatura de
horror, o autor imprimiu sua marca no gênero nas primeiras décadas do
século XX, deixando de lado fantasmas e bruxas e imaginando a humanidade
se
curvando a um universo caótico e sombrio. Desenvolvendo uma mitologia
própria, criou histórias nas quais a realidade e o pesadelo são
separados por
um fio tênue. Este volume reúne “O horror em RedHook”, “Ele” e “A tumba”
– um de seus contos mais famosos –, relatos nos quais a experiência do
medo
está próxima de uma fascinação temerosa.
sábado, 17 de novembro de 2012
Leitura- Minha Querida Sputnik
Ouvia falar bastante de Murakami mas ainda não havia lido nada seu É um excelente escritor no mesmo patamar do francês Houellebecq ambos com estilo parecido numa temática moderna cheia de referencias ao consumo no mais alto estilo mas isto não minimiza suas obras .Da mesma forma que Balzac reafirmava a cultura da época ambos fazem o mesmo com uma visão acida da sociedade atual .|Apesar das comparações Mishima e OE estão bastante acima em qualidade literária
Resenha:
Um romance estonteante e belamente estruturado" — Kirkus Reviews
"O romance subitamente se transforma numa estranha homenagem a Michelangelo Antonioni." — The New York Times Book Reviews
"...Esse é, certamente, o melhor e o mais instigante romance de Murakami. Ele força o leitor a confrontar-se com sentimentos que nem sequer desconfiava permaneciam adormecidos dentro de sua própria alma." — The Guardian
O escritor Haruki Murakami, aos 53 anos, é o nome da literatura japonesa mais importante desde Yukio Mishima. Após ter sido publicado no Japão, seu primeiro livro Norwegian Wood foi lançado em vários países e aclamado pela crítica e pelos leitores. Por sua obra The Wind-up Bird Chronicle (1997), já traduzida em 16 idiomas, ele recebeu o Yomiuri Literary Award, mesmo prêmio concedido a escritores como Mishima, Kenzaburo Oe e Kobo Abe.
O escritor ,aos 53 anos, é o nome da literatura japonesa mais importante desde Yukio Mishima. Após ter sido publicado no Japão, seu primeiro livro foi lançado em vários países e aclamado pela crítica e pelos leitores. Por sua obra (1997), já traduzida em 16 idiomas, ele recebeu o , mesmo prêmio concedido a escritores como Mishima, Kenzaburo Oe e Kobo Abe.
Resenha:Um romance estonteante e belamente estruturado" — Kirkus Reviews
"O romance subitamente se transforma numa estranha homenagem a Michelangelo Antonioni." — The New York Times Book Reviews
"...Esse é, certamente, o melhor e o mais instigante romance de Murakami. Ele força o leitor a confrontar-se com sentimentos que nem sequer desconfiava permaneciam adormecidos dentro de sua própria alma." — The Guardian
O escritor Haruki Murakami, aos 53 anos, é o nome da literatura japonesa mais importante desde Yukio Mishima. Após ter sido publicado no Japão, seu primeiro livro Norwegian Wood foi lançado em vários países e aclamado pela crítica e pelos leitores. Por sua obra The Wind-up Bird Chronicle (1997), já traduzida em 16 idiomas, ele recebeu o Yomiuri Literary Award, mesmo prêmio concedido a escritores como Mishima, Kenzaburo Oe e Kobo Abe.
O escritor ,aos 53 anos, é o nome da literatura japonesa mais importante desde Yukio Mishima. Após ter sido publicado no Japão, seu primeiro livro foi lançado em vários países e aclamado pela crítica e pelos leitores. Por sua obra (1997), já traduzida em 16 idiomas, ele recebeu o , mesmo prêmio concedido a escritores como Mishima, Kenzaburo Oe e Kobo Abe.
Leitura - Dublinenses
Este livro foi uma preparação para Ulisses de James Joyce. Vale como aperitivo e posso dizer que é mais que um aperitivo mas sim uma literatura no mais alto estilo e que da gosto.Não é a toa que Joyce esta incluído entre os melhores escritores de todos os tempos . Com ele entendemos um pouco da alma Irlandesa e de sua cultura no inicio do seculo

Resenha:
Joyce adentra o cânone literário europeu como o mais decisivo narrador do modernismo, ao lado de Proust e Kafka, superando-os, no entanto, em uma obra que assimila e amplifica a pesquisa artística das vanguardas modernistas e, ao mesmo tempo, retoma e desenvolve a grande narrativa realista, a partir do ponto em que a deixaram autores como Balzac, Flaubert, Zola, Dickens e James, por exemplo. A experiência narrativa de Joyce adensa-se na direção da consciência de suas personagens, incluindo, misturando e confundindo os diversos gêneros do discurso e pontos de vista. Joyce seria um poeta do finito e da matéria, uma matéria de que a consciência busca se apropriar da forma mais completa possível. É um narrador da percepção sensível, cuja repetição, muitas vezes, como ocorre também em Proust, invade o presente como um bloco de sensação pregressa e memória.

Resenha:
Joyce adentra o cânone literário europeu como o mais decisivo narrador do modernismo, ao lado de Proust e Kafka, superando-os, no entanto, em uma obra que assimila e amplifica a pesquisa artística das vanguardas modernistas e, ao mesmo tempo, retoma e desenvolve a grande narrativa realista, a partir do ponto em que a deixaram autores como Balzac, Flaubert, Zola, Dickens e James, por exemplo. A experiência narrativa de Joyce adensa-se na direção da consciência de suas personagens, incluindo, misturando e confundindo os diversos gêneros do discurso e pontos de vista. Joyce seria um poeta do finito e da matéria, uma matéria de que a consciência busca se apropriar da forma mais completa possível. É um narrador da percepção sensível, cuja repetição, muitas vezes, como ocorre também em Proust, invade o presente como um bloco de sensação pregressa e memória.
sábado, 3 de novembro de 2012
Leitura -Granta 8

Mais uma Granta adicionada a lista de leituras. Como sempre bons contos . Alguns sofríveis que não vale a pena comentar mas outros como de Julian Barnes , Bruno Bandido e Doris Lessing merecem destaque.
Resenha
Granta 8 em português - Trabalho conta com textos de Julian Barnes, Marcello Fois, Aleksandar Hemon, Bruno Bandido, Doris Lessing, João Anzanello Carrascoza, José Luiz Passos, Mario Sabino, Michela Murgia, V.V. Ganeshananthan e Yiyun Li, e ainda um ensaio fotográfico de Walter Carvalho.
Caminho para a redenção que dignifica o homem para alguns, ou martírio necessário à sobrevivência, para tantos outros. A oitava edição em português da revista literária inglesa Granta aborda um tema comum a maior parte da humanidade: o trabalho. Atividade intrinsecamente ligada à experiência humana, a maioria das pessoas passa mais tempo dedicando-se a um ofício do que a qualquer outra função.
O livro, que reúne 16 textos de autores brasileiros e estrangeiros entre nomes consagrados e novos expoentes literários, oferece um enfoque abrangente sobre o tema, questionando até que ponto a personalidade do indivíduo é moldada a partir do trabalho realizado. Afinal, a atividade profissional desempenhada por cada um reflete as paixões individuais ou é apenas o meio para um fim?
Em "Como me tornei censor", de Bernardo Carvalho, outro trecho de romance também previsto para 2012, o autor descreve os afazeres de um infeliz censor e tradutor de cartas, cujo conhecimento da língua alemã ajuda a interceptar muitas correspondências de judeus que tentam escapar da Europa em plena Segunda Guerra Mundial. Já no conto assinado pelo vencedor do National Book Award, Colum McAnn, o movimento e o barulho das máquinas de impressão de um grande jornal irlandês da década de 1970 é o cenário para a história de um jornalista que tenta impedir que o filho repita sua história e siga a mesma profissão extenuante do pai.
Nas "Notas sobre a preguiça", de Salman Rushdie, o célebre autor faz um elaborado e curioso ensaio sobre a preguiça, desde sua classificação como um dos sete pecados capitais, passando por uma breve análise da obra de Federico Fellini, uma abordagem sobre a paranoia e ainda um questionamento acerca dos personagens de William Shakespeare. Mas tudo isso sem fugir do tema principal, a preguiça, que é o extremo oposto do tema da coletânea, e por isso se encaixa tão bem nesta edição de Granta.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Leitura-Granta 9 -Os melhores Jovens escritores Brasileiros
Esta edição da Granta traz 20 escritores brasileiros.Vários deles já conhecia e não foram surpresa para mim .Outros ainda desconhecidos do publico tentando obter reconhecimento e sem obras publicadas . São bons contos mas nada de especial. Leitura rápida e sem surpresas exceto o conto da Tatiana Salem.
Resenha:
Os melhores jovens escritores brasileiros
A edição especial de Granta – Os melhores jovens escritores brasileiros
reúne textos dos 20 melhores jovens escritores brasileiros com menos de
40 anos. Os nomes foram selecionados por um grupo de sete jurados, a
partir de contos e trechos de romance inéditos enviados à Granta. São
escritores que contribuirão para mudar o panorama das letras no país.sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Resenha - Meridiano de Sanque
É uma verdadeira felicidade quando se encontra um grande escritor . Ler Cormac é viajar nas suas imagens e nos seus personagens cheios de riqueza e beleza. São poucos os que conseguem retratar seu País e sua cultura de forma tão nua e crua . Com um pureza bruta explica muito da formação americana.
Com base em fatos reais McCarthy constrói um mosaico da cultura americana e um livro para não se esquecer.

Resenha:
Meridiano de sangue é um romance épico. Nele, McCarthy reinventa a mitologia do Oeste americano para criar uma obra ao mesmo tempo grandiosa e arrebatadora sobre uma terra sem lei, em que o absurdo e a alucinação se sobrepõem à realidade.
Desde as primeiras páginas, o leitor acompanha um rapaz sem nome e sem família, abandonado à própria sorte num mundo brutal em que, para sobreviver, precisa ser tão ou mais violento que seus inimigos. Recrutado por uma companhia de mercenários a serviço de governantes locais, atravessa regiões desérticas entre o México e o Texas com a missão de matar o maior número possível de índios e trazer de volta seus escalpos.
McCarthy parte de fatos reais ? a caçada aos índios, o destacamento de assassinos liderado pelo sanguinário John Joel Glanton ? para compor uma obra que transcende a mera ficção histórica. Conduzidos por Glanton e o juiz Holden ? uma figura quase sobrenatural, e um dos grandes personagens da literatura americana no século XX ?, esses homens, que julgam já terem visto todos os horrores possíveis, irão aos poucos se aprofundar no verdadeiro inferno.
Com base em fatos reais McCarthy constrói um mosaico da cultura americana e um livro para não se esquecer.

Resenha:
Meridiano de sangue é um romance épico. Nele, McCarthy reinventa a mitologia do Oeste americano para criar uma obra ao mesmo tempo grandiosa e arrebatadora sobre uma terra sem lei, em que o absurdo e a alucinação se sobrepõem à realidade.
Desde as primeiras páginas, o leitor acompanha um rapaz sem nome e sem família, abandonado à própria sorte num mundo brutal em que, para sobreviver, precisa ser tão ou mais violento que seus inimigos. Recrutado por uma companhia de mercenários a serviço de governantes locais, atravessa regiões desérticas entre o México e o Texas com a missão de matar o maior número possível de índios e trazer de volta seus escalpos.
McCarthy parte de fatos reais ? a caçada aos índios, o destacamento de assassinos liderado pelo sanguinário John Joel Glanton ? para compor uma obra que transcende a mera ficção histórica. Conduzidos por Glanton e o juiz Holden ? uma figura quase sobrenatural, e um dos grandes personagens da literatura americana no século XX ?, esses homens, que julgam já terem visto todos os horrores possíveis, irão aos poucos se aprofundar no verdadeiro inferno.
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