sexta-feira, 16 de junho de 2017

Leitura-Hereges

Esta eh o 6o livro de Leonardo Padura que leio . Gostei mas achei o livro um pouco extenso demais .Como sempre rica pesquisa histórica entremeada por investigação policial


SINOPSE
Em seu novo livro, o escritor cubano Leonardo Padura repete a façanha do best-seller premiado O homem que amava os cachorros ao criar uma mistura de romance histórico e noir, resultado de anos de investigação sobre a perseguição aos judeus. O ponto de partida é um episódio real: a chegada ao porto de Havana do navio S.S. Saint Louis, em 1939, onde se escondiam 900 refugiados vindos da Alemanha. A embarcação passou vários dias à espera de uma autorização para o desembarque.No romance, o garoto Daniel Kaminsky e seu tio, aguardavam nas docas, trazendo um pequeno quadro de Rembrandt que pertencia à família desde o século XVII e que esperavam utilizar como moeda de troca para garantir o desembarque da família que estava no navio. No entanto, o plano fracassa, a autorização não é concedida, e o navio retorna à Alemanha, levando também a esperança do reencontro. Quase setenta anos depois, em 2007, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para esclarecer o que aconteceu com o quadro e sua família.Hereges ganhou o X Prêmio Internacional de Romance Histórico Ciudad de Zaragoza e foi finalista dos prêmios Médicis e Fémina. Leonardo Padura ganhou recentemente o Prêmio Princesa das Astúrias, pelo conjunto de sua obra.


domingo, 14 de maio de 2017

Leitura - Como criar uma mente

Junto com os livros do Yuval Noah , este livro de Ray Kurzweil eh um dos mais instigantes que li .Mostra que aparentemente para os seres humanos não ha limites para  abertura de novas fronteiras da criação de ciência  e para expansão do conhecimento. Importante livro que nos da uma vislumbre de como pode ser nosso futuro.As ideias e teorias ( muitas já postas em pratica) de Ray são fantásticas

Resenha:
Neste livro, Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google e um dos mais ousados pensadores de nosso tempo, eleva sua exploração sobre inteligências artificiais a um patamar inteiramente novo: executar a engenharia reversa do cérebro e compreender suas minúcias para, então, aplicar o conhecimento resultante na criação de grandes máquinas inteligentes. Utilizando as mais recentes pesquisas na área de neurociência, além de seus próprios estudos e invenções, Kurzweil descreve sua nova teoria sobre o funcionamento do neocórtex (a parte pensante do cérebro): um sistema hierárquico de reconhecimento de padrões. Ao discutir o poder da mente e a iminente criação de uma superinteligência que revolucionará o progresso tecnológico, Como criar uma mente dá outra dimensão ao debate científico, projetando um futuro impressionante para a interação entre homem e máquina nos próximos anos.

sábado, 29 de abril de 2017

Leitura- Infinitesimal

Muito boa esta leitura da estoria da  teoria da matemática que mudou o mundo e a a física. Apreciar com se desenvolve o conhecimento e o raciocínio do homem ao longo do tempo nos mostra que mesmo nas teorias ditas cientificas temos obscurantismo e censura , principalmente por conta da religião que sempre se  mostrando  aliada de impedir  qualquer avanço do pensamento humano que coloque em risco seus dogmas e princípios







Resenha:
Infinitesimal celebra o espírito de descoberta e de realização intelectual por trás da teoria que se tornaria o alicerce do cálculo e da matemática moderna, mudando para sempre o modo de olharmos para uma simples reta. Tal como um thriller, Amir Alexander revive esse capítulo fundamental da história da ciência e conta como uma discórdia em relação a um conceito matemático deu início a uma violenta disputa, cujas implicações ultrapassariam as fronteiras científicas. Estavam em jogo não só a legitimidade de papas e reis, mas a liberdade humana e o progresso do conhecimento. A alma do mundo moderno dependia dos infinitesimais.

sábado, 15 de abril de 2017

Leitura- Antrolologia do Ciborgue

Por conta da leitura de Homo Deus li este livro recomendado por Yuval .
Publicado em 2009 portanto tem 8 anos que Donna antecipou as mudanças tecnológicas e nos sujeitos que estão tao fortemente ocorrendo em 2017 . As pessoas precisam perceber o que a Tecnologia esta provocando no Homo Sapiens que já esta tendo seu sistema alterado se transformando num novo HOMO .O Homo Deus altamente ciborguiano e não apenas humano. Um livro que apesar de ser politicamente a esquerda eh de esquerda na medida humana e não na medida partidária e/ou sectária como tantas que vemos hoje .Busca reflexões acerca do mundo e da posição dos sujeitos no mundo

Resenha:
O ciborgue nos força a pensar não em termos de “sujeitos”, de átomos ou de indivíduos, mas em termos de fluxos e intensidades. O mundo não seria constituído, então, de unidades (“sujeitos”) de onde partiriam as ações sobre outras unidades, mas, inversamente, de correntes e circuitos que encontram aquelas unidades em sua passagem. Integre-se, pois, à corrente. Plugue-se. A uma tomada. Ou a uma máquina. Ou a outro humano. Ou a um ciborgue. Eletrifique-se. O humano se dissolve como unidade. É só eletricidade. Tá ligado?

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Leitura - Homo Deus

Mais um livro de Yuval com muito boas sacadas . O final eh um pouco decepcionante .Mas suas ideias fazem sentido e apontam um novo caminho para a Humanidade



Resenha : Homo Deus
Neste Homo Deus: uma breve história do amanhã, Yuval Noah Harari, autor do estrondoso best-seller Sapiens: uma breve história da humanidade, volta a combinar ciência, história e filosofia, desta vez para entender quem somos e descobrir para onde vamos. Sempre com um olhar no passado e nas nossas origens, Harari investiga o futuro da humanidade em busca de uma resposta tão difícil quanto essencial: depois de séculos de guerras, fome e pobreza, qual será nosso destino na Terra? A partir de uma visão absolutamente original de nossa história, ele combina pesquisas de ponta e os mais recentes avanços científicos à sua conhecida capacidade de observar o passado de uma maneira inteiramente nova. Assim, descobrir os próximos passos da evolução humana será também redescobrir quem fomos e quais caminhos tomamos para chegar até aqui.

domingo, 19 de março de 2017

Leitura- Quem matou Roland Barthes

O livro teve uma ótima cronica de recomendação, uma excelente ideia mas eh meio chato tal como a semiótica e questões de linguagem .Só para quem gosta muito dos herméticos franceses que são como um culto pagão intelectual. Só para iniciados.



Resenha:
Após vencer o Prêmio Goncourt com seu primeiro romance, HHhH, Laurent Binet volta a transitar pela fronteira entre ficção e realidade numa engenhosa e bem-humorada mescla de thriller histórico e farsa filosófica. A premissa é simples: e se o atropelamento que matou o crítico e semiólogo francês Roland Barthes não tivesse sido um acidente, mas sim um crime? E se o autor de Fragmentos de um discurso amoroso tivesse sido vítima de uma conspiração por estar de posse de um manuscrito contendo a sétima função da linguagem, última parte da teoria do linguista Roman Jakobson nunca revelada, capaz de convencer qualquer um de qualquer coisa? Nos meios intelectuais e políticos da Paris de então, em que transitam personagens como Foucault, Derrida, Deleuze, Althusser e Guattari, qualquer um pode ser o culpado…

terça-feira, 14 de março de 2017

Leitura- Os 10 mais belos experimentos cientificos

Muito bom este livro dos mais belos experimentos. Mistura arte e física procurando encontrar arte e diversão onde vários encontram apenas matemática e ciência aplicada




Resenha:
Em sua coluna na revista norte-americana Physics World, o conceituado filósofo e historiador da ciência Robert Crease fez uma votação entre seus leitores perguntando quais seriam os maiores experimentos do mundo. O resultado está nessa magnífica jornada, que percorre 2.500 anos de progresso na ciência, revelando os grandes experimentos que nos permitiram conhecer a realidade do nosso planeta.Ao longo do caminho vemos, entre outros, Eratóstenes, no século III a.C, medir pela primeira vez a circunferência da Terra. Encontramos Galileu Galilei calculando a velocidade de queda dos corpos. E conhecemos o pêndulo montado pro Foucault, no século XIX. "[Crease] demonstra que a beleza, para os cientistas, não é menos importante que a verdade, e que as pessoas podem se deixar arrebatar tanto por um experimento como por uma obra de arte."Oliver Sacks, autor de Um antropólogo em Marte."Divertido ... belamente urdido ... uma coletânea de ensaios de primeira linha." New Scientist"Provocador, desafiante, ... um grande livro que poderá ser desfrutado por cientistas e não-cientistas. ... Prova que a ciência também deve pertencer ao domínio da beleza." PhysicsWeb

segunda-feira, 6 de março de 2017

Leitura - De mim ja nem se lembra

Luiz Rufato : Já eh um dos maiores escritores brasileiros. Sua prosa carregada de elementos familiares nos traz a lembrança memorias também muito caras a nos . Um livro simples mas profundo


Resenha:

Luiz Ruffato ocupa um lugar único na literatura brasileira. Seu Eles eram muitos cavalos marcou época e hoje, mais de uma década depois de sua publicação, tornou-se um romance cultuado, que registrou numa prosa moderna e incomum as muitas vozes da cidade de São Paulo. O projeto Inferno provisório, saga composta de cinco volumes, tem poucos paralelos nas nossas letras: ambicioso, vasto e singular, acompanha por décadas a trajetória de vários personagens de classe média baixa. De mim já nem se lembra trata de assuntos caros ao autor: a família, o tempo, a memória. Mais uma vez, Ruffato irá transformar um pequeno episódio familiar em oportunidade para falar de seu país e de sua sociedade. Ao abrir uma pequena caixa encontrada no quarto da mãe falecida, a caixa na qual ela “abrigara seu coração esfrangalhado”, o narrador se depara com um maço de cartas cuidadosamente atadas por um cordel. Escritas pelo irmão, vitimado por um acidente automobilístico, e dirigidas à mãe, essas cinquenta cartas reconstituem um passado: ao mesmo tempo que ilustram as mudanças políticas, econômicas e culturais durante a ditadura militar brasileira, convidam o leitor a espreitar a memória de uma família com “olhos derramando saudades”.
Neste livro, o autor recupera a antiga tradição do romance epistolar, transfigurando-a - em vez de uma troca de correspondência ordenada cronologicamente, em De mim já nem se lembra há apenas uma voz, no espaço e tempo imprecisos da ausência.


quinta-feira, 2 de março de 2017

Leitura - A sexta extinção

Excelente este livro de Elisabeth Kolbert. Nos faz refletir sob as ações humanas e o que estamos produzindo no mundo . Acabamos convencidos que somos mesmo um perigo a vida na terra.



Resenha:
Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco brutais extinções em massa, nas quais sua biodiversidade caiu de maneira abrupta. Dessas, a mais conhecida foi a que eliminou, entre outros seres vivos, os dinossauros, quando um asteroide colidiu com o planeta há 65 milhões de anos. Atualmente, vem sendo monitorada a sexta extinção, que tem potencial para ser a mais devastadora da história da Terra. Mas, dessa vez, a causa não é um asteroide ou algo semelhante. Nós somos a causa. 

Em A sexta extinção, a jornalista Elizabeth Kolbert explica de que maneira e por que o ser humano alterou a vida no planeta como absolutamente nenhuma espécie o fizera até hoje. Para isso, a autora lança mão de trabalhos de dezenas de cientistas nas searas mais diversas e vai aos lugares mais remotos em busca de respostas: de ilhas quase inacessíveis na Islândia até a vastidão da cordilheira dos Andes. 

Neste livro, Kolbert apresenta ao leitor doze espécies — algumas desaparecidas, outras em vias de extinção — e, partir daí, chega à conclusão assustadora de que uma quantidade inigualável de animais está desaparecendo bem diante de nossos olhos. Ao mesmo tempo, a jornalista traça um panorama de como a extinção tem sido entendida pelo homem nos últimos séculos, desde os primeiros artigos sobre o tema, do naturalista francês Georges Cuvier, passando por Charles Lyell e Charles Darwin, até os dias de hoje. Kolbert mostra que a sexta extinção corre o risco de ser o legado final da humanidade e nos convida a repensar uma questão fundamental: o que significa ser humano? 

•Os debates sobre a interferência do homem na natureza nunca foram tão variados, e este livro é uma bela contribuição para quem quer se inteirar do assunto.
•A sexta extinção está na lista dos dez melhores livros do ano do New York Times Book Review.
•Elizabeth Kolbert trata de temas complexos de maneira simples e acessível. Seus livros são indicados tanto para iniciantes quando para estudiosos.

“Poderoso. Uma contribuição inestimável ao nosso conhecimento.”
Al Gore

“Cientistas mostram que houve cinco grandes extinções ao longo da história da Terra (pense nos asteroides que dizimaram os dinossauros), e Elizabeth Kolbert revela, de maneira bastante convincente, que a atividade humana está levando o planeta para a sexta.”
Bill Gates

“O novo e surpreendente livro de Kolbert é um modelo de jornalismo ao abordar teorias e hipóteses muito complexas de maneira acessível até para os leitores mais leigos.”
The New York Times

“O excepcional no texto de Elizabeth Kolbert é a combinação entre rigor científico e humor ácido que prende o leitor a cada página.”
National Geographic

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Leitura: A musica do universo

Um livro com pouca física e muita reportagem sobre a montagem do Centro e todo desenvolvimento da pesquisa que durou anos e que comprovou em 2016 a existência das ondas gravitacionais , prevista por Einstein em 1916 .


Resenha:
A fascinante história da maior descoberta científica do século: a comprovação da existência de 'ondas gravitacionais”.Por não emitir luz, a colisão de buracos negros é um evento cósmico invisível. Ainda assim, é um dos acontecimentos mais poderosos desde a origem do universo. Em 1916, Albert Einstein previu que essa colisão geraria 'ondas gravitacionais” – e que elas poderiam mudar nossa concepção do cosmos.Em A música do universo, a premiada cientista e escritora Janna Levin narra a fascinante história do grupo LIGO, que por mais de cinco décadas perseguiu as ondas gravitacionais e a comprovação das teorias de Einstein. O que começou como um experimento tornou-se uma obsessão, e Janna Levin capta com maestria os dramas, as aspirações e as dificuldades da equipe que mudou para sempre a ciência.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Leitura - Rio Noir

Muito bom este livro de contos policiais .Gosta muito do Flavio Carneiro e Luiz Garcia .Mas todos contos sao muito bons




Resenha:
Com o sucesso da série noir nos Estados Unidos, que reúne grandes escritores em contos policiais com o pano de fundo de cada bairro, a edição expandiu para outros países. Em parceria com a Akashic Books, chega o primeiro noir brasileiro para compor a série de sucesso, tendo como cenário a 'cidade da beleza e do caos'. Com edição de Tony Bellotto, a versão brasileira inclui Alfredo Luiz Garcia-Roza, MV Bill, Luiz Eduardo Soares, Guilherme Fiuza, Arthur Dapieve, Victoria Saramago, Arnaldo Bloch, Adriana Lisboa, Tony Bellotto, Alexandre Fraga, Marcelo Ferroni, Flávio Carneiro, Raphael Montes e Luis Fernando Verissimo. Cada conto apresenta um bairro do Rio de Janeiro, do Leme a Bangu. Sob uma perspectiva contemporânea e urbana da cidade partida, o livro reúne contos de personagens (e histórias) tipicamente cariocas, da classe média cosmopolita, da população de comunidades carentes e de socialites encasteladas. O cenário é um Rio de Janeiro de lindas praias, mulheres sensuais, favelas, tiroteios e disputas sangrentas entre facções criminosas.'

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Leitura- A Guerra do Paraguai

Bom livro sobre esta guerra tao pouco discutida no Brasil


Resenha:
O livro A Guerra do Paraguai é uma obra densa em que as razões de cada lado ganham voz por meio de seus protagonistas e episódios decisivos são reconstituídos em detalhes através de relatos que o autor descobriu em loco - ele esteve no Uruguai, Argentina e Paraguai pesquisando. Também emocionantes são as descrições das grandes batalhas. O livro tem uma linguagem jornalística, com capítulos curtos mas repletos de informação, e é ricamente ilustrado com fotos, reprodução de quadros, documentos e mapas.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Livro - Rio antes do Rio

Muito bom este livro sobre os primordios do Rio : Talvez uns dos melhores na estruturação relativa a identificação das tribos na Baia de Guanabara e na costa do Estado do Rio ate SP  .



Resenha:
O Rio antes do Rio é um livro sobre os povos indígenas do Rio de Janeiro, 
os primeiros contatos com os europeus, as disputas entre portugueses e
 franceses, os momentos decisivos das batalhas travadas, o processo de
 conquista que possibilitou a ocupação da área pelos portugueses. O livro 
segue até 1567, quando Estácio de Sá é morto e ocorre a fundação da 
Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Quando se fala da história do
 Rio, quase sempre se parte de 1565, ano do desembarque de Estácio de
 Sá e sua pequena armada no istmo do Cara de Cão. Mas o que existia 
aqui antes? Quem habitava o Rio? Como era a relação deles com os 
colonizadores portugueses?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Livro=Reliquias Sagradas

Mais um livro de Fred Vargas com Adamsberg a frente das investigações. Estilo de escrita policial um pouco diferente. Livros excessivamente longos .



Resenha:
Em Relíquias sagradas, o delegado Adamsberg trata de arrumar a velha casa de subúrbio parisiense que acabou de adquirir quando um vizinho vem adverti-lo: o imóvel é assombrado pelo fantasma de uma freira assassina. Depois de ter de lidar com enigmas, surpresas e cadáveres, Adamsberg finalmente dará razão ao vizinho: há de fato uma sombra malévola rondando não apenas seu novo lar, mas também sua vida.
Na polícia, Adamsberg se depara com um estranho e fascinante caso. Trata-se de dois jovens que apareceram com as gargantas cortadas e resquícios de terra fresca sob as unhas. A provável autora dos homicídios é uma enfermeira, presa por Adamsberg alguns anos antes por ter apressado a viagem ao além de dezenas de seus pacientes idosos. Acontece que a velha serial killer acaba de fugir da prisão, e tudo leva a crer que ela está de novo em ação e sedenta de vingança contra o delegado.
Secundado por sua heterogênea equipe, nosso Sherlock à francesa terá mais uma vez de recorrer à sua intuição para enfrentar os novos desafios que o espreitam nas sombras nem sempre benfazejas da alma humana. O leitor que se cuide: suas horas de sono estão com as horas contadas.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Leitura-Como nascem os avos


Presente de Natal do Jorge e Antonieta . Legal para nos ajudar na nova experiencia de vida .

Resenha:
Emoção e medo, felicidade e angústia, fraqueza e força. Esse turbilhão de sentimentos antagônicos invadiu, ao mesmo tempo, a vida de José Inácio Parente e Maria Inês Delorme em diferentes épocas mas numa mesma situação: o momento em que descobriram que seriam avós.
Amigos de longa data, o psicanalista José Inácio e a professora Maria Inês tiveram a ideia de reunir as experiências afetivas que o primeiro netinho – e os que vieram em seguida – proporcionaram. O resultado foi o livro “Como nascem os avós” (Interior Produções/Editora Multifoco), que será lançado no dia 18 de dezembro, às 17h, na Livraria Argumento, no Leblon.
“Comecei a escrever este livro quando foi anunciada a chegada do meu primeiro neto. Depois dele, vieram mais dois e sei que outros ainda virão. Todos têm um espaço bem guardado no meu coração e nas histórias contadas nesse livro”, conta Maria Inês. José Inácio lembra que se assustou quando soube da gravidez de sua filha: “Quando minha filha me falou que estava grávida, tomei um grande susto e senti que estava iniciando uma nova etapa de minha vida. Ouvi uma sentença dupla. Uma dizia: você está ficando velho e vai morrer. A outra dizia: você tem que ser cada vez mais jovem para acompanhar seus netos com força e sabedoria”.
O livro é composto por 62 textos curtos escritos ao longo dos anos, de forma espontânea e fluída. Palavras resultantes dos acontecimentos familiares, expectativas e reflexões dos autores. “Com ternura e profundidade, leveza e humor, me dediquei a escrever durante seis anos, com meu coração aberto, sobre a intimidade e as vivências de me tornar avô, vivências que resultaram em mudanças e crescimento para toda a minha família”, explica José Inácio.
Um tom mais interiorizado, onde sentimentos ora aflitivos sobre a própria finitude ora enternecidos diante da filha cuidando do netinho, ou ainda em relação ao seu papel importante e dificil de ser avo e pai simultaneamente, permeiam a coletânea de José Inácio. “Situações simples do cotidiano serviram para eu criar um livro de histórias verdadeiras, cheias de descobertas e reflexões para serem compartilhadas com pais, filhos, avós, futuros avós e com toda a família”, resume.
Maria Inês expõe de forma mais descritiva as situações do dia a dia. Por vezes ela busca em suas memórias explicações para experiências atuais, ora revela a dor necessária para deixar de ser mãe e assumir o irrevogável papel de avó. “Acho que a maternidade intensa, de quatro filhos, junto com a vida profissional que precisava seguir, não me deixaram tempo para pensar tão profundamente sobre a mãe que fui e sobre a avó que, um dia,  eu seria. Hoje vejo que não é simples ser uma avó ativa e amorosa, embora sinta os tempos e espaços das avós como mais suaves, mas não menos intensos. Ser avó é uma experiencia tão diferente, quanto inimaginável enquanto somos mães. E como é bom!”, conclui. 
José Inacio Parente é avô de Tom (5 anos) e Eric (2 anos), filhos de Luciana, e Isabela (6 meses), filha de Fábio. Psicanalista e fotógrafo, é autor de diversos livros e diretor de vários filmes com prêmios nacionais e internacionais.
Maria Inês Delorme é avó de Benjamin (4 anos) e Conrado (6 meses), filhos de Artur, e Antonio (1 ano), filho de Eduardo. Doutora em Pedagogia, com pós-doutorado em Portugal em Educação Infantil, é professora na Universidade Estadual do Rio de Janeiro e autora de diversos artigos e livros.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Leitura -O Exercito Furioso



1o livro de Fred Vargas que leio. Achei meio longo e nada demais .Gostei mais do Padura dos ultimos romances policiais que li.

Resenha:
Uma lenda medieval volta a assombrar a pequena cidade de Ordebec, na região francesa da Normandia: o Exército Furioso aparece à noite por uma trilha na mata, espalhando terror entre os habitantes. Dizem que essa trupe fantasma retorna para anunciar a morte de quem levará consigo para o além. Em geral, as vítimas são os piores sujeitos do lugar, mas inocentes também podem ser alvo dos mortos-vivos. 
Quem vê a tropa de zumbis é uma jovem atraente chamada Lina, que vive com a mãe e seus três irmãos. Os rapazes são conhecidos pela inteligência fora do comum e por suas esquisitices - um deles nasceu com seis dedos, outro come insetos e o caçula acredita ser feito de argila.
Os filhos têm motivos para temer a trupe de mortos-vivos, pois a morte do pai deles, ocorrida anos antes, permanece envolta em mistério. E o Exército Furioso não tarda a fazer jus a sua fama: um dos habitantes mais odiados do vilarejo aparece morto. 
O delegado Adamsberg é chamado de Paris, onde está ocupado com o caso de um poderoso empresário queimado vivo. Além disso, o delegado tem um novo desafio em sua vida privada: descobre que tem um filho, Zerk, já adulto.
Com seus assistentes Danglard, Retancourt e Veyrenc, o delegado Adamsberg terá de investigar a crença nessa trupe sinistra, desafiar superstições ancestrais e descobrir onde termina a lenda e onde começam os planos macabros de assassinatos em série.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Leitura - Manuscrito de Saragoça

Releitura deste excelente livro .
Para quem gosta de historias , este livro que junto com as Mil e uma noites, Contos de Canteburry, Decamerão , Cidades de Cliford Simak, A Cidade & a Cidade de Mieville , Ficções de Borges esta no topo da literatura fantástica ensina como escrever lindas estorias que se entrelaçam de forma harmoniosa. Ótima releitura . Os demais também todos devidamente lidos ao longo da vida


Resenha:
Influenciado pelo clássico Decamerão, de Boccaccio, e pelas Mil e Uma Noites, ''O Manuscrito de Saragoça'' é a obra prima do erudito e viajado conde polonês Jan Potocki (1761- 1815). Obra pioneira do romance gótico europeu, primeiro publicada em 1805, narra o encontro de um jovem tenente com cabalistas e mulheres sedutoras, e envolve uma conspiração mística sobrenatural. Repleta de uma sexualidade sombria e atmosfera alucinatória, é uma obra fundamental trazida de volta ao público brasileiro pela Devir em co-publicação com as Edições GRD, a primeira editora a lançá-la no Brasil. Foi adaptada para o cinema em 1965.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Leitura- A tradutora

Um livro razoavel de Tezza . Nada especial .


Resenha:
Beatriz é uma tradutora de 30 e poucos anos às voltas com o desafio de traduzir o espanhol barroco do catalão Felip T. Xaveste. Em seu apartamento, depara-se com uma sucessão de acontecimentos que entrelaça a urgência do instante presente com a memória: um envelope em branco deixado misteriosamente sob a porta da sala; as pequenas e grandes dúvidas que envolvem a tradução e os desdobramentos que projeta para a sua carreira; a conversa ao telefone com o namorado escritor, que a assedia intelectualmente; e uma ligação inesperada propondo-lhe um trabalho como intérprete de um executivo da FIFA em visita a Curitiba para os preparativos da Copa do Mundo no Brasil.

Sob a força do puro prazer narrativo, nossa curiosidade é sequestrada pelo cruzamento sutil de pontos de vista ao longo de três dias intensos. Lembranças, argumentos e percepções da personagem se desdobram em múltiplas combinações. Neste romance sofisticado, conduzido por um fio de leveza, humor fino e autoironia, encontramos Cristovão Tezza em pleno vigor de seu domínio narrativo – um livro que nos dá a sensação de vislumbrar a metade mais fascinante, complexa e misteriosa do universo humano: a feminina.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Leitura- Mascaras

Mais um livro policial de Leonardo Padura . Muito legam conhecer Cuba através dos livros de Padura bem como pelos de Pedro Luiz Gutierez. Excelente livro policial

Resenha:

Afastado de suas atividades por indisciplina, o detetive Mario Conde volta à ativa para investigar o caso de um travesti assassinado num bosque de Havana. Tarimbado, pessimista e grande consumidor de rum, Conde irá confrontar seu machismo provinciano e visceral com um suspeito que é em tudo o seu oposto: Alberto Marqués, velho dramaturgo que já foi acusado de pequeno-burguês e protetor de gays extraviados, e hoje considerado o pai do pós-modernismo crioulo.

Mesmo com vidas e mentalidades tão distantes, investigador e suspeito se aproximam - e não demora para o desprezo de Conde transformar-se em fascínio irresistível. Os dois, então, se envolvem numa investigação delicada cujas pistas passam pelos subterrâneos de uma Havana decadente, com suas festas e seu mercado negro de cervejas, dólares, contrabandistas e burocratas devassos.

É nesse mundo sensual e transgressor que os mistérios vão se revelando, num retrato ao mesmo tempo risonho e sinistro das misérias e grandezas da Cuba atual. Prêmio Café Gijon em 1995, Máscaras faz parte de "As quatro estações", série de quatro romances de Leonardo Padura Fuentes protagonizados pelo tenente Mario Conde.

sábado, 26 de novembro de 2016

Leitura - Lord Jim

Mais uma leitura de Conrad . Lord Jim nos apresenta  uma alma atormentada pela vida inteira por conta de episodio que todos uma vez ou outra são passiveis de ocorrer .Tomar decisões  em momentos críticos e difíceis  ,as vezes sem reflexão e que nos marcam para sempre. O ténue equilíbrio entre a posicao ética e moral e o pragmatismo muitas vezes levam o ser humano ser marcado para sempre pela historia e atormentado por si mesmo . Eh neste tema que Conrad desenvolve a magnifica obra

Resenha:
Nas palavras da tradutora Julieta Cupertino, ´com Jim, Joseph Conrad deu-nos um jovem preso a seus sonhos de dignidade e heroísmo, a ideais fundamentados em uma educação esmerada e em um meio familiar muito austero. O destino o levou a se tornar um marinheiro, nos mares do Sul do Pacífico, e a um incidente infeliz, que o deixa para o resto da vida escravo de um sentimento de honra machucado. O magnífico talento de Conrad nos conduz através de sua história dramática, ao mesmo tempo que nos transporta para a extraordinária riqueza natural do meio em que ele vivia - no mar ou em terra - e para mil aventuras de grande intensidade humana.´


Leitura- Os imortais -Pauliny Tort

RESENHA : Em Os imortais, Paulliny Tort, vencedora do prêmio APCA e finalista do Jabuti com Erva brava, surpreende o leitor com uma obra amb...