terça-feira, 21 de abril de 2009

Leituras- Watchmen

Para quem gosta de graphic novell esta é muito boa. Leitura rápida para dias de frio e sem compromissos ( veja resenha no outro blog)

Recomendo também o cavaleiro das Trevas de 1987 em 4 volumes ( abaixo sinopse do volume 1 )outra excelente obra.









Título: O CAVALEIRO DAS TREVAS # 1 (Editora Abril) - Minissérie em quatro edições mensais

Autores: Frank Miller (roteiro e arte), Klaus Janson (arte-final) e Lynn Varley (cores).

Preço: Cz$ 12,00 (preço da época)

Número de páginas: 48

Data de lançamento: Março de 1987

Sinopse: O Retorno do Morcego - Frank Miller mostra ao mundo sua visão de Gotham City dez anos depois da aposentadoria de Batman. Mas o crime não cessou na cidade e o Morcego, mesmo com mais de 50 anos, decide voltar à ativa.

Positivo/Negativo: Esta revista que revolucionou os quadrinhos e é considerada o primeiro Elseworld (história baseada na "realidade", mas que não faz parte da continuidade por ser uma extrapolação do roteirista partindo de um "o que aconteceria se...") da DC começa mostrando o futuro sombrio na visão de Miller.

O escritor parte da idéia concebida por Bob Kane quando criou o herói: de que Bruce Wayne é apenas um disfarce vazio e o Batman é a verdadeira personalidade. A partir daí, monta a história para trabalhar com mestria esse conceito.

Após dez anos longe do manto do Morcego, Bruce se arrisca em esportes radicais, entristecido e sem saber quem realmente é. Ele só volta a sentir prazer pela vida quando o Batman reassume o controle, inclusive da narração da história.

O admirável mundo novo de Miller precisa de um Batman para combater a crescente onda de crimes gerada principalmente pelas gangues mutantes. Contudo, o herói não pode viver apenas nas sombras, como um mito, um bicho papão. A mídia televisiva acompanha todo o desenrolar do ressurgimento, fazendo uma constante discussão do que está acontecendo. Por causa dessa cobertura, o Coringa, que aparentemente tinha se acalmado depois do sumiço do Morcego, desperta.

A arte é um caso a parte. Miller estava em sua melhor forma, tanto no traço quanto na narrativa visual. Seguindo uma influência dos mangás, o autor abusa das onomatopéias e faz um traço simplista (infelizmente esta característica fica um pouco prejudicada pelo desenho do autor ser um tanto "sujo" e pela interferência do trabalho do arte-finalista Klaus Janson).

Além disso, para representar seu mundo midiático, ele se vale de uma narrativa visual entrecortada, que forma uma série de interessantes mosaicos.

Pode-se destacar como a melhor seqüência desta edição a que Batman enfrenta o Duas-Caras, sendo que a grande cena do embate é o quadro em preto-e-branco, que mostra apenas a sombra da luta.

Outra passagem relevante é a reconstituição da morte dos pais de Bruce. Infelizmente, essa seqüência influenciou negativamente os escritores que trabalharam com o Batman desde então. Aparentemente, a visão de Miller do crime ficou tão impressionante, que cada roteirista que assume uma revista ou série do Morcego sente uma necessidade quase patológica de recontar esse momento. Daí para frente, isso foi tão explorado, por tantos pontos de vista diferentes, que chega a incomodar o leitor.

Olhando esta revista nos dias atuais, num primeiro momento pode-se estranhar o fato de ela ser carregada de textos. Se a história não fosse tão intrigante, a leitura poderia ser cansativa. Felizmente, não é.

Também é fácil ver como diversos autores foram influenciados pela obra, chegando a copiar conceitos e linguagens. Um exemplo óbvio é o Spawn, de Todd McFarlane, que também seguia essa forte intercomunicação com o que se passa na televisão. Pena que a qualidade não foi copiada...

Leituras- Watchmen




Por conta do lançamento do filme meu filho comprou o livro e recomendou a leitura.




RESENHA

Watchmen’ é uma obra-prima dos quadrinhos, que conquistou lugar de destaque na história da literatura moderna. Foi eleito um dos cem melhores romances em língua inglesa pela revista Time.

Agora, os leitores podem se deliciar com o guia definitivo à essa obra notável: “Os Bastidores de Watchmen”. Neste volume de luxo, o cocriador do quadrinho, Dave Gibbons, abre seus arquivos pessoais para revelar artes raríssimas nunca antes publicadas, caracterizações originais de personagens, planejamento da obra, correspondências, conceitos descartados, rascunhos que mostram como a arte e o roteiro foram encaixados de forma tão perfeita, e muito mais. Recheado com materiais de arquivo e imagens deslumbrantes – apresentadas pelos aclamados designers Chip Kidd e Mike Essl –, “Os Bastidores de Watchmen” é, ao mesmo tempo, um fascinante livro de arte e um guia referencial para a história em quadrinhos que mudou toda uma indústria. A edição brasileira contém páginas exclusivas de notas para o leitor de língua portuguesa.


DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: OS BASTIDORES DE WATCHMEN
TÍTULO ORIGINAL: WATCHING THE WATCHMEN
ISBN: 9788576570714
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Capa dura | Formato: 21,5 x 28,5 | 280 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2009
ANO EDIÇÃO: 2009
AUTOR: Dave Gibbons
TRADUTOR: Ricardo Giassetti

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Leitura - Cidadezinhas




Descrição:

Em Cidadezinhas, John Updike retoma alguns de seus temas prediletos: a vida nos subúrbios de classe média branca do nordeste americano; a história recente dos Estados Unidos, passando do otimismo ilimitado do pós-guerra para o questionamento generalizado dos valores tradicionais do país e das instituições nacionais; e, acima de tudo, a educação sentimental de um homem que é típico representante da geração, da etnia e da classe às quais o próprio autor pertence.

As marcas registradas de Updike estão em evidência neste romance: os personagens ao mesmo tempo inteiramente verossímeis como pessoas e representantes paradigmáticos de tipos humanos; o entrelaçamento de uma trajetória individual com a história de seu país; a combinação de observação fina, humor sutil e erotismo intenso e, principalmente, a prosa refinada e impecável de um dos principais ficcionistas vivos da literatura de língua inglesa. Como observou Fay Weldon no Washington Post, "nenhum outro romancista cria universos alternativos com uma graça tão delicada, recriando os cheiros e texturas de outros lugares, outras pessoas, outras épocas, traçando a lembrança do desejo sexual com um prazer tão melancólico, conferindo importância ao que é cotidiano e comum".

Tradução Paulo Henriques Britto

AUTOR

John Updike

Nasceu em 1932, na Pensilvânia. Formou-se em Harvard em 1954 e, em seguida, passou um ano estudando belas-artes na Inglaterra. De 1955 a 1957 fez parte da equipe da revista New Yorker, para a qual até hoje contribui com poemas, contos, ensaios e resenhas. Autor de ensaios literários, poesia e ficção, já recebeu inúmeros prêmios, entre eles o Pulitzer e o National Book Award.


Leitura -O africano



Concluída leitura do Africano chegamos a conclusão que Le Clezio se trata de excelente escritor.

Fica a impressão da leitura deste livro de um que de " Coração nas Trevas " obra-prima de Joseph Conrad , neste a eterna procura por um Kurtz sempre distante e enigmático num clima opressor.
Este a eterna lembrança do pai que só aparece em imagens da criança .Nunca real nem em fotos.Um Pai imaginário que é o que no fundo temos .Nunca o pai real que existiu. O que somos nós senão soma de imagens formadas pelos outros?







Marlow é um experiente marinheiro que numa barcaça fundeada no Rio Tamisa, encontra-se a contar algumas histórias das suas aventuras noutras paragens. Isto quando um dos seus companheiros se refere ao negrume das nuvens que ameaçam chuva. Este é o ponto de partida da história de Marlow sobre o seu desejo em percorrer um certo rio africano (depreendo que fosse o Alto Nilo) e como teve por missão ir buscar um chefe de posto chamado Kurtz, do qual todos falavam com enorme respeito e até admiração.

A história inicia-se com a confissão de Marlow em percorrer o Mundo e principalmente o tal rio africano que desde muito cedo o maravilhou. Por essa razão, e quando soube que uma companhia marítima necessitava de um comandante de um vapor, moveu influências (coisa que nunca tinha feito) para ocupar o lugar. E conseguiu!

Marlow chega à desejada delegação da companhia tomando conhecimento que o barco a vapor se encontra meio afundado no rio, e que o seu anterior comandante fora morto por uma tribo. No entanto, estas situações não demovem Marlow para o cumprimento do cargo para o qual foi contratado: comandante do vapor. Arranja forma de o arrancar ao rio e proceder às reparações necessárias para o colocar de novo navegável. È aqui que nos é ilustrada a oposição entre o espírito de Marlow que (des)espera pacientemente pelos necessários parafusos para arranjo do casco e o espirito dos outros membros da companhia que não fazem nada para além de tricas e invejas politicas para agradar ao administrador. O administrador, pessoa medíocre e que alimenta as tricas e politicas da delegação onde aspirantes se tentam pisar uns aos outros para subir mais um degrau, quer enviar uma missão de salvamento a um chefe de posto de seu nome Kurtz.

O Sr. Kurtz é tido como uma pessoa brilhante e é o chefe de posto que mais marfim consegue enviar para a delegação. Kurtz era para vir com o resto dos auxiliares e com o último carregamento de marfim daquele posto pois estava doente, no entanto por alguma razão desconhecida e já a caminho da delegação voltou atrás e permaneceu no posto. O administrador bem como toda a gente refere maravilhas acerca deste Sr. Kurtz como homem de superior qualidade e de dons oratórios fantásticos. Quando o vapor fica concertado, Marlow, o administrador e mais uns membros da companhia juntamente com alguns membros de uma tribo partem em busca do posto e do Sr. Kurtz. O que encontram é um homem debilitado, ligado às tribos, possuído pelo espirito da selva e que morre no vapor confiando a Marlow o seu tesouro (uma quantidade de documentos sobre a sua chefia do posto, bem como pensamentos sobre as raças e colonialismo).

O tema principal será a busca de algo que é espiritual e que os restantes membros da tripulação na sua vidinha não parecem ter capacidade para “tocar”. No entanto, Marlow desde o primeiro momento é enfeitiçado pelo espírito selvagem africano. Tratar-se-á de uma critica ao Império britânico e nomeadamente à sua politica de colonialismo virada para arrecadar bens matérias sem dar o devido apreço pelas gentes, cultura e mundo africano.Trata-se de um livro complexo (penso que a tradução também deixa muito a desejar: Biblioteca Visão) apesar de pequeno, onde se exige uma grande concentração do leitor. Um tanto ou quanto confuso e que não deixa na boca nenhum trago…nem doce, nem amargo.

Só para apreciadores…

Sobre o Autor:

Joseph Conrad (1857-1924)

Nasceu na Ucrânia, filho de pais polacos, tinha como verdadeiro nome Jósef Konrad Walecz Kozeniowski. O pai um nacionalista polaco foi desterrado para a Ucrânia sendo a razão porque Conrad nasceu nesse país. Ficou órfão aos 11 anos de idade ficando sob a tutela do seu tio. Em 1874 decidiu partir para Marselha e alistar-se na Marinha. Em 1886 tornou-se cidadão britânico, 4 anos depois abandonou a Marinha para se dedicar à escrita. Foi um grande romancista britânico que se inspirou em muitas das suas viagens marítimas, a maioria no Oriente sendo um critico do colonialismo. Morreu em 1924 em Kent.

Algumas obras mais conhecidas: Histórias Inquietas (1898); Lord Jim (1900); O coração das trevas (1902); Tufão (1903); Acaso (1913)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Leitura- O menino do Pijama listrado

Concluída a leitura algumas considerações:

Não convence a tentativa de passar a imagem de um criança de 9 anos contando a história . Trata-se literatura de baixa qualidade no diálogos e imagens.
Literatura típica do sec xx1 :rasteira , mal escrita , rápida e feita pensando num filme.
Recomendo ao Sr John Boyne ler Manuelzão e Minguilim de Guimarães Rosa para aprender escrever como se fosse criança e também como se fosse um velho. Antes de tudo deve-se brilhante que é o que o Sr Boyne não é.
Como este sujeito venceu o Irish awards James Joyce deve estar "rolando na tumba"




RESENHA

A primeira novela deste volume, "Campo Geral", é sobre a infância de um menino da roça, com suas descobertas do mundo e da vida. A segunda, "Uma estória de amor", fala da velhice de um vaqueiro que sempre andou largado pelo mundo e começa a sentir, aos sessenta anos, a saudade da estabilidade doméstica que nunca teve. Sobre esses dois temas, Guimarães Rosa tece uma teia de narrativas, de casos, de histórias do Campo Geral e dos boiadeiros, com a linguagem que lhe é peculiar, é que levou Cavalcanto Proença a considerar este volume como "o mais elaborado dos que compõem até agora a obra de João Guimarães Rosa". Os episódios sucedem-se dentro de uma poderosa lógica narrativa que se vai revelando a cada leitura - porque Guimarães Rosa é um autor para ser lido e relido, degustado, apreciado, descoberto.


DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: MANUELZAO E MIGUILIM
ISBN: 8520911773
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 14 x 21 | 266 págs.
COLEÇÃO: CORPO DE BAILE
ANO EDIÇÃO: 2001
AUTOR: Joao Guimaraes Rosa











domingo, 29 de março de 2009

Leitura- O menino do Pijama listrado
















RESENHA

Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus.Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga.

Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel,um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.


DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: O MENINO DO PIJAMA LISTRADO
TÍTULO ORIGINAL: BOY IN THE STRIPED PYJAMAS, THE: A FABLE
ISBN: 9788535911121
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 14 x 21 | 186 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2006
ANO EDIÇÃO: 2007
AUTOR: John Boyne
TRADUTOR: Augusto Pacheco Calil

John Boyne (nascido em 30 de abril de 1971) é um romancista Alemão.

Ensinou língua inglesa no Trinity College, e Literatura Criativa na Universidade de East Anglia, onde foi galhardoado com o prêmio Curtis Brown. Já escreveu cinco romances e está escrevendo (em 2007) o sexto, assim como uma quantidade de contos que foram publicados em várias antologias e transmitidos por rádio e televisão. Seus romances foram publicadas em 29 idiomas. The Boy in the Striped Pyjamas é um "mais vendido" em Nova York e uma adaptação para o cinema começou a ser filmada em abril de 2007. Boyne reside em Dublim.

[editar] Bibliografia

  • 2000 The Thief of Time (Orion)
  • 2001 The Congress of Rough Riders (Orion)
  • 2004 Crippen (Penguin)
  • 2006 Next of Kin (Random House)
  • 2006 The Boy in the Striped Pyjamas (Random House)

[editar] Premiações

  • 1995 Vencedor do Prêmio Curtis Brown.
  • 2004 Crippen - colocado na lista de Hughes & Hughes para o Prêmio do Livro Irlandês do Ano.
  • 2006 The Boy In The Striped Pyjamas - colocado na lista do Prêmio do Livro Britânico, Prêmio do Border's New Voices, Prêmio do Livro Infantil de Ottakar, Prêmio Literário Paolo Ungari (Itália), Prêmio do Livro Irlandês do Ano, Prêmio Berkshire Book, Prêmio Lancashire Booke do Prêmio do Livro Infantil de Sheffield.
  • 2007 The Boy In The Striped Pyjamas - entrou na lista extensa para a Medalha de Carnegie.
  • 2007 The Boy In The Striped Pyjamas - Vencedor de duas premiações do Livro Irlandês: Seleção Popular do Livro do Ano ("People's Choice Book of the Year") & Livro Infantil do Ano ("Children's Book of the Year"); na lista reduzida para uma terceira premiação, como romance do ano. Vencedor do prêmio Bisto de Livro Infantil do Ano.












quinta-feira, 26 de março de 2009

Leituras -O cao de Terracota

Mais um otimo livro do Comissario Montalbano. Camillieri nos obriga a procurar uma nova história como todo bom mestre de mistério.

quinta-feira, 19 de março de 2009

O cao de terracota- Andrea Camilieri











RESENHA
Em 'A forma da água', os leitores brasileiros foram apresentados a um dos maiores detetives da ficção policial européia - o comissário Salvo Montalbano. O siciliano que investigou com sucesso um crime político em sua aventura de estréia, dessa vez prende um importante chefão da máfia e apreende um grande contrabando de armas escondido em uma caverna. Mas é no fundo da gruta à beira-mar que ele se depara com o crime que realmente o intriga. Por trás de uma pilha de pedras, em um salão escondido, encontra os corpos de um casal de amantes mortos há 50 anos, guardados por um misterioso cão de terracota. Obcecado, Montalbano vasculha as memórias dos habitantes de Vigàta para descobrir tanto a identidade das vítimas quanto a do assassino, em uma busca pelo passado regada a muito vinho e com o melhor do tempero italiano.

DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: O CAO DE TERRACOTA: MAIS UMA AVENTURA DO COMISSARIO MONTALBANO
ISBN: 8501056197
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: | 252 págs.
COLEÇÃO: NEGRA
AUTOR: Andrea Camilleri


Meu destino é ser onça- Alberto Mussa









Ótimo livro que se aproxima de uma tese de mestrado ou doutorado.

Muito boa leitura para quem se interessa sobre nossas raízes indígenas , sobre os 1os relatos sobre o Brasil e pela mitologia tupi ou sobre nossos 1os heróis .

Ampla pesquisa respaldada em documentos de conhecimento geral mas com agregação ao estudo da mitologia indígena



RESENHA

O premiado escritor Alberto Mussa apresenta mais um magnífico livro. Após estudar os fragmentos de registros feitos pelo frade André Thevet sobre a cultura indígena, durante a ocupação da Baía de Guanabara, em 1550, e cotejá-los com as demais fontes dos séculos 16 e 17, o autor reconstituiu o que teria sido o texto original de uma grande narrativa mitológica da tribo tamoio (os tupinambá do Rio de Janeiro).


DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: MEU DESTINO E SER ONÇA
ISBN: 9788501083364
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 13,5 x 21 | 270 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2009
ANO EDIÇÃO: 2009
AUTOR: Alberto Mussa

domingo, 1 de março de 2009

Leitura- A casa do sono


Concluída a leitura observamos que se trata de ótimo escritor.
O livro esta construído de forma a gerar um pouco de confusão entre o que é real ou sonho e entre presente e passado criando um clima especial para abordar relações e distúrbios do sono.
Gostei e recomendo


RESENHA

Na década de 1980, a propriedade de Ashdown era uma república de estudantes. Entre seus ocupantes cativos estão Sarah, que sofre de narcolepsia, não distinguindo os sonhos da realidade; seu namorado, Gregory, que só atinge o orgasmo se pressionar com os dedos os olhos de Sarah; Terry, um pretensioso crítico de cinema que dorme pelo menos catorze horas por dia e nunca se recorda o que sonhou; e Robert, que ama Sarah e está disposto a tudo para conquistá-la. Doze anos depois, a propriedade é transformada numa casa de saúde especializada em perturbações do sono. Estranhamente, os ocupantes da clínica são os mesmos que aí estiveram nos seus tempos de estudante. E nem sempre se lembram dos laços complicados que ligaram as suas vidas. Divertido, como tudo o que Coe escreve, 'A casa do sono' é uma comédia de hábitos e costumes. Movendo-se entre o passado e o futuro, e com narradores alternados, é uma estranha e pungente história de amor sobre a realidade e o sonho, sobre a memória e a identidade.


DADOS DO PRODUTO









TÍTULO: A CASA DO SONO
TÍTULO ORIGINAL: HOUSE OF THE SLEEP, THE
ISBN: 8501072230
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 14 x 21 | 400 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 1997
ANO EDIÇÃO: 2007
AUTOR: Jonathan Coe
TRADUTOR: Marcello Rollenberg


Jonathan Coe

Jonathan Coe nasceu em 1961, em Birmingham. É autor de cinco romances, quatro dos quais estão já publicados em Portugal pela ASA: Os Anões da Morte, Que Grande Banquete! (galardoado com o Prémio John Llewellyn Rhys), A Casa do Sono (vencedor do WritersGuild Best Fiction Award, do prémio Médicis Etranger e do I Prémio Europeu de Jovens Leitores) e o O RottersClub, (prémio Bollinger Everyman Wodehouse para o mais original romance cómico).
Em 2004, foi ordenado Chevalier de l’ Ordre des Arts et des Lettres (Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras). Este grau é conferido pelo Ministério da Cultura francês e, segundo este organismo, visa “recompensar quem se distingue pelas suas criações no domínio artístico ou literário ou pela sua contribuição para o reino das Artes e Letras em França e no mundo”.





Leitura- O filho eterno

Concluída a leitura do Filho Eterno ratifico o excelente escritor .Porém leitura que não me empolgou como outras.Como falei anteriormente talvez o momento não fosse propicio .
Fica o registro de um livro que fala do homem e suas angustias .O filho no caso é coadjuvante nas inseguranças vividas pelo protagonista .Tezza sabe capturar os fantasmas que nos afligem ao longo da vida até o amadurecimento onde como ele diz" os problemas não estão nos outros mas em nos mesmos"

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Leitura- O filho eterno



Livro muito premiado( vide resenha em outra postagem deste blog) e leitura densa.

Talvez o momento não fosse propicio para este tipo de leitura mas Tezza é um excelente escritor o que facilita a viagem .


Cristovão Tezza (Lages, Santa Catarina, 1952) .

Nasceu em Lages mas mudou-se para Curitiba (Paraná) com dez anos. Esta última cidade é cenário de boa parte de sua literatura, pela qual seus personagens visitam ruas e pontos turísticos.

Quando mais jovem fez teatro, foi da marinha mercante, trabalhador ilegal na Europa e ainda relojoeiro. Tinha enorme paixão pela profissão, mas percebeu que os consertos de relógio não sustentariam suas ambições literárias. Já era escritor bem jovem, e aos 13 anos fez seu primeiro livro, designado por ele mesmo “muito ruim”.

Já publicou dez romances. Uma das marcas de seu texto é a presença de mais de um narrador: em Trapo, vemos a história do ponto de vista do professor Manoel, que estuda o poeta Trapo, e paralelamente do ponto de vista do poeta, através de seus poemas. Em 2003, publicou um ensaio sobre Mikhail Bakhtin, que era, na verdade, sua tese de doutorado.

É doutor em Literatura Brasileira e professor de Lingüística na Universidade Federal do Paraná. Em algumas declarações afirma que “só uns quatro ou cinco escritores brasileiros poderiam viver só dos livros”, e por esse motivo é professor. Ganhou o prêmio da Academia Brasileira de Letras de melhor romance brasileiro de 2004, pelo seu livro “O fotógrafo”.

Obras

  • 2007 - O filho eterno
  • 2004 - O Fotógrafo - Prêmio Academia Brasileira de Letras 2005
  • 1998 - Breve Espaço entre a Cor e a Sombra - Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
  • 1995 - Uma Noite em Curitiba
  • 1994 - O Fantasma da Infância
  • 1991 - A Suavidade do Vento
  • 1989 - Juliano Pavollini
  • 1989 - Aventuras Provisórias
  • 1988 - Trapo
  • 1982 - Ensaio da Paixão
  • 1981 - O Terrorista Lírico
  • 1980 - A Cidade Inventada (contos)
  • 1979 - Gran Circo das Américas

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Leituras - Andrea Camilleri

Conclui a leitura da Lua de Papel de Andrea Camilleri.






Como os demais livros de Camilleri trata-se de excelente livro policial que tem o charme de ser passado na Itália em Vigata uma pequena cidade a beira mar o que da a Montalbano um ar tranquilo na condução de seus casos. Montalbano o policial é cidadão bastante comum mas um policial competente e com tremendo sendo de autocritica.As estórias fogem ao tradicional do ramo.

Abaixo a resenha deste livro e dos demais livros que já li.










RESENHA
Nos primeiros tempos após a unificação da Itália, a pequena cidade de Vigàta, na Sicília, aguarda ansiosamente a chegada de um navio russo, fato que precipitará a inevitável desgraça de um poderoso do local. Sobre esse enredo de fundo, o escritor italiano Andrea Camilleri contrapõe uma farsa saborosíssima, com personagens doentiamente tragicômicos, tão imperfeitos como pode ser a humanidade, numa divertida e provinciana comédia da inveja e da maledicência, da mediocridade e do beatismo. Como afirma Dante Maffia no prefácio à obra, o autor "conhece perfeitamente os mecanismos da ironia e do drama, e os utiliza com propriedade e escrupuloso rigor, nunca ultrapassando o senso da realidade e jamais distorcendo, pelo excesso, o carácter dos protagonistas. Se não estivessem sendo devidamente dosados pelo diretor (não por acaso Camilleri é também diretor de teatro e televisão). Ter-nos-ia dado uma série de caricaturas que esgotariam o seu papel no momento da representação". O resultado é uma bela anedota, rápida e rasteira como devem ser as boas anedotas, tão crua e direta que, embora trescale tempero siciliano, pode ser lida com prazer em qualquer parte do mundo.


RESENHA
Em UM MÊS COM MONTALBANO foram reunidas as trinta melhores aventuras vividas pelo herói criado por Andrea Camilleri - o comissário Salvo Montalbano, o maior detetive surgido nos últimos anos na ficção policial.
As histórias, ambientadas em diversos lugares, remontam a vida e a carreira de Montalbano. São trinta casos independentes, muitos deles sui generis, bem de acordo com as características do seu protagonista.
A coleção de crimes, premeditados ou involuntários, encenados, ameaçados ou simulados presentes em UM MÊS COM MONTALBANO é bastante variada, como a cozinha siciliana que Montalbano tanto aprecia. São crimes de amor, de interesse, da máfia, de ambição, de exaltação, de explosivo furor ou resultado de um cotidiano desgastante. Em comum entre eles a atitude humana de Salvo Montalbano, que opõe à ferocidade da vida as suas armas mais costumeiras e aguçadas: a inteligência, a ironia e a piedade.
UM MÊS COM MONTALBANO traz aventuras inéditas do detetive, casos intrincados e inusitados que se destacaram ao longo de sua carreira, sempre com o perfume do mar e da melhor cozinha da Sicília. Mais um título da Coleção Negra, dedicada aos maiores mestres da literatura policial.


RESENHA
O comissário Montalbano deve lidar com duas mulheres insidiosas: uma, extrovertida e de franca sensualidade; outra, secreta, de ardores mórbidos, capaz de tudo empreender e de tudo esconder. Montalbano enfrenta a ferrugem que os anos impõem às pessoas, e deve também vencer as enganações dessas duas mulheres, no intuito de descobrir verdades que o levarão a uma mansão abandonada e um cadáver em postura obscena. Uma trama complicada, em um romance em que a infernal decadência se solidariza com uma realidade dopada de ordinária anormalidade.


RESENHA
Criador do inigualável comissário Salvo Montalbano, Andrea Camilleri é o mais novo fenômeno literário da Itália e mais um escritor a render-se aos feitiços do romance noir. A forma da água é o primeiro de uma série de romances protagonizados por esse detetive siciliano que já garantiu lugar ao lado dos maiores investigadores da ficção policial como Maigret ou Marlowe. A história se passa na pequena cidade natal de Vigàta, na Sicília, onde num grande terreno na periferia, paraíso para drogados e prostitutas, dois lixeiros encontram, entre as muitas camisinhas usadas que recolhem diariamente, o corpo do engenheiro Luparello, cacique da política local. Eles correm para dar a notícia ao comissário Montalbano, que faz de tudo para descobrir a verdade, mesmo lutando contra a insuficiência das leis e a impotência do Estado italiano diante dos negócios político-mafiosos.




Andrea Camilleri (Porto Empedocle, 6 de Setembro de 1925) é um escritor italiano. Sua cidade natal surge transfigurada nos seus romances como a cidade de Vigàta, na província de Agrigento, na Sicília. Tem grande sucesso em Itália e em outros países, principalmente aos romances policiais protagonizados pelo comissário Montalbano.




sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Leituras Galiléia


Conclui a leitura de Galileia de Ronaldo Correia de Brito vide resenha abaixo.

Bom escritor mas em algumas situações os personagens não parecem reais e sim um pouco forçados nas situações extremas.
Apesar disto é um livro de agradavel leitura na linha da Cronica da Casa Assassinada de Lucio Cardoso mas nem de longe chegando perto do brilho deste autor ao retratar as mazelas de uma familia do interior. Este sim uma joía da literatura brasileira.Veja resenha abaixo.


RESENHA

Três primos atravessam o sertão cearense para visitar o avô Raimundo Caetano, patriarca de uma família numerosa e decadente que definha na sede da fazenda Galiléia. Ismael, Davi e Adonias passaram parte da infância ali, mas fizeram o possível para cortar seus laços com a terra de origem. Fazem parte de uma geração que largou o campo para nunca mais voltar. Foram viver no exterior, procuraram reconstruir a vida em Recife, em São Paulo, na Noruega.

O que espera os três primos ao final da viagem é uma volta radical a esta origem, a esta fazenda que um dia foi próspera, que oculta segredos e traições e “onde as pessoas se movem como nas tragédias”. Por mais que os protagonistas tenham se distanciado da violência que ronda a família, voltarão a senti-la de perto, descobrindo que nunca escaparam — ou escaparão — ao destino que os cerca. Terão de se reencontrar com a família e seus fantasmas, e reviver histórias de adultério, vingança e morte.


DADOS DO PRODUTO





















TÍTULO: GALILEIA
ISBN: 9788560281589
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 15 x 23,5 | 236 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2008
ANO EDIÇÃO: 2008
AUTOR: Ronaldo Correia de Brito








Lúcio Cardoso revela pendor para criação da atmosfera de pesadelo e de sondagem interior a que lograria dar uma rara densidade poetica. Aproveita as sugestões do surrealismo, sem perder de vista a paisagem moral da província que entra como clima nos seus romances. A Crônica da Casa Assassinada reconstrói de maneira admirável o clima de morbidez que envolve os ambientes e os seres. Fixa a angústia de um amor que se crê incestuoso. Em vez de referências diretas, são as cartas, os diários e as confissões das pessoas que conheceram a protagonista ( e dela própria), que vão entrar como partes estruturais do livro. A tragédia de um ser passa a refletir-se no caso das testemunhas; e estas percorrem a vária gama de reações que vai da febre amorosa ao ódio, deste à indiferença ou ao juízo convencional. O caso psicanalítico sai, portanto , do beco da auto- análise e assume dimensões familiares e grupais. Realiza uma forma complexa de romance em que o introspectivo, o atmosférico e o sensorial não mais se justapusessem, mas se combinassem no nível de uma escritura cerrada, capaz de converter o descritivo em onírico e adensar o psicológico no existencial.

Lúcio Cardoso, mineiro de Curvelo, nasceu em 14-08-1912. Chamado pelo crítico Alfredo Bosi de "inventor de totalidades existenciais", Lúcio foi escritor, dramaturgo, jornalista, e poeta. Realizou, com Paulo César Saraceni, o primeiro longa-metragem do Cinema Novo. Nos últimos anos de sua vida, pintava. Para ele, a arte era vital, tanto que com ela fez um pacto, utilizando-se — como ficcionista monumental que era — simultaneamente de diversos recursos narrativos (diários, memórias, cartas, confissões, poesias, depoimentos...) para, articulando a suposta fragmentação, fazer surgir a tragédia humana com toda sua carga de paixão, angústia, erotismo, solidão e desespero. Em um universo ontologicamente dilacerado, com uma prosa cuja poesia dá vazão ao desejo transgressivo, os personagens se desnudam em tensões recriadoras da objetividade do mundo. Dizia ele: "Escrevo para que me escutem — quem? Um ouvido anônimo e amigo perdido na distância do tempo e das idades. Para que me escutem se morrer agora. E depois, é inútil procurar razões. Sou feito com estes braços, estas mãos, estes olhos e assim sendo, todo cheio de vozes que só sabem se exprimir através das vias brancas do papel, só consigo vislumbrar a minha realidade através da informe projeção deste mundo confuso que me habita. E também porque escrevo porque me sinto sozinho. Se tudo isto não basta para justificar porque escrevo. o que basta então para justificar alguma coisa na vida? Prefiro as minhas pequenas às grandes razões, pois estas últimas quase sempre apenas justificam mistificações insustentáveis frente a um exame mais detalhado".

Em 1962 teve um derrame cerebral e deixou de escrever. Passou a pintar, chegando a fazer duas exposições. Faleceu em 1968.

OBRAS:

Maleita (1934); Salgueiro (1935); A Luz no Subsolo (1936); Mãos Vazias (1938); O Desconhecido (1940); Poesias (1941); Dias Perdidos (1943); Novas Poesias (1944); O Anfiteatro (1946); Crônica da Casa Assassinada (1959); Diário Completo (1961); O Viajante (1970).













sábado, 24 de janeiro de 2009

Leituras -Tigre Branco e Uma Casa para o Sr Biswas


Conclui a leitura do Tigre Branco de Aravind Adiga. Critica feroz a sociedade Indiana na qual o autor com a particular veia cômica dos indianos arrasa castas, deuses , o modelo neoliberal e por ai vai numa forma muito engraçada de mostrar as mazelas tão particulares de nosso tempo ( parece bastante conosco). Excelente leitura( continua após a resenha....)



RESENHA

Numa história irônica e divertida, o protagonista de O Tigre Branco relata o trajeto bastante inusitado que percorreu para subir na vida e conseguir se tornar alguém importante no cenário nacional: assassinar seu patrão. Em cartas dirigidas ao primeiro-ministro chinês, Balram Halwai revela uma visão crítica aguçada da sociedade indiana e do mundo contemporâneo, e justifica seu crime classificando-o como um ato de empreendedorismo. O leitor vai se surpreender a cada passo do romance de estréia do jovem autor indiano Aravind Adiga, vencedor do Man Booker Prize 2008, um dos maiores prêmios mundiais do meio editorial. Não sem motivo, O Tigre Branco foi considerado pelos jurados um livro de imenso valor literário e extremamente original, por apresentar aspectos da Índia normalmente ignorados e personagens que revelam um lado humano desconcertante.


DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: O TIGRE BRANCO
TÍTULO ORIGINAL: WHITE TIGER, THE
ISBN: 9788520920855
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 16 x 23 | 256 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT: 2008
ANO EDIÇÃO: 2008
AUTOR: Aravind Adiga
TRADUTOR: Maria Helena Rouanet












Este livro apesar de ter ganho um grande prêmio literário não chega perto da grandeza literária de Naipaul com sua brilhante criação -Uma casa para o Sr Biswas .
fazendo as mesmas criticas sociais porém com brilho literario intenso. Nos proporcionando um dos melhores protagonistas que já li- o Sr Biswas.Leitura altamente recomendável.

RESENHA

Só o fato de Uma casa para o sr. Biswas ser, entre as próprias obras de V.S. Naipaul, a sua preferida, a mais engraçada e uma das mais populares, talvez já diga tudo. Como se não bastasse, a crítica consagrou-a como verdadeira obra-prima, um romance magnífico em que Naipaul, com muito humor, faz a mais sutil e abrangente análise da situação colonial já elaborada em literatura de ficção. Uma casa para o sr. Biswas passa-se em Trinidad e é inspirado na infância e adolescência do autor. A maior ambição de seu protagonista, Mohun Biswas - de origem hindu, ele é uma recriação ficcional do pai do autor -, é ter sua própria casa. A história desse personagem irremediavelmente deslocado é toda recheada de divertidíssimas peripécias, sempre girando em torno dessa eterna busca de um lar e de uma ocupação satisfatória. Em suas aventuras, está sempre às voltas com parentes, vizinhos e amigos intrometidos, que ora o atrapalham ora o ajudam em sua cruzada. "Uma obra de grande poder cômico, concebida com uma compaixão sólida e sem sentimentalismos."Anthony Burgess


DADOS DO PRODUTO


TÍTULO: UMA CASA PARA O SR. BISWAS
TÍTULO ORIGINAL: A HOUSE FOR MR. BISWAS
ISBN: 8585095830
IDIOMA: Português.
ENCADERNAÇÃO: Brochura | Formato: 14.00 X 21.00 | 528 págs.
AUTOR: V. S. Naipaul
TRADUTOR: Paulo Henriques Britto














Leitura - O lobo Solitário 1 - O caminho do assassino -Kazuo Koike e Goseki Kojima

  Adoro mangá e este é clássico, São vários volumes. Sempre abordando Ronins e o Bushido  RESENHA :  Com o inevitável e fatídico final do du...